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Iniciativa de educação para a saúde chega a São Paulo com o apoio da EMS

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Chega ao município de São Paulo o projeto “Saúde É”, uma iniciativa da OSCIP Instituto Saúde e Sustentabilidade para levar informações sobre saúde básica para mais de 5 mil crianças de 4 a 10 anos da rede pública de ensino nos bairros do Butantã, M’Boi Mirim, Freguesia do Ó e Brasilândia. A proposta, viabilizada pelo Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, é integralmente apoiada e financiada pela EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, e visa promover a educação ao longo de 2017 para a saúde e o desenvolvimento pessoal por meio da leitura interativa do livro de ilustrações “Saúde Colorida” com crianças, professores e familiares.

Autora do livro e diretora técnica da OSCIP, a médica Evangelina Vormittag defende que “associar saúde e qualidade de vida é essencial para formar esta nova geração, e nosso livro consegue fazer isso de uma forma lúdica e consciente”. A partir de uma perspectiva inovadora, a ação busca demonstrar que a saúde emocional e a física são igualmente relevantes para a promoção do bem-estar. Aspectos como respeito ao próximo, harmonia com o meio ambiente e felicidade são elencados ao lado da alimentação, do esporte e da higiene pessoal, todos essenciais para o desenvolvimento pessoal saudável. “Importante ter isso nas escolas para as crianças já crescerem saudáveis e conscientes. Precisamos de mais iniciativas que tragam essa questão de saúde nas salas de aula para que os alunos possam começar a mudar hábitos”, afirmou Renato Rocha de Lima, pai de Lucas, aluno que frequenta a EMEI Joaquim Manoel de Macedo, escola onde quase 500 crianças já foram impactadas pelo projeto.

A EMS acredita na educação como principal ferramenta de transformação social e, por isso, investe em diversos projetos na área. “Essa parceria nos enche de orgulho, especialmente por envolver crianças em ambiente escolar e a promoção da saúde e bem-estar na infância, com mensagens e aprendizados que irão certamente valer por toda a vida dos pequenos”, afirma Josemara Tsuruoka, gerente de Marketing Institucional da EMS. Em 2015, a empresa já havia firmado sua primeira parceria com o Instituto Saúde e Sustentabilidade, para viabilizar a distribuição do livro “Saúde Colorida” para crianças de 4 a 10 anos na 1ª Virada da Saúde de São Paulo. O projeto “Guga, Lelé e a Lagarta” é outro exemplo deste tipo de patrocínio realizado pelo laboratório e levou três contos infantis e uma equipe de contadores de histórias para crianças hospitalizadas e suas famílias em oito instituições públicas de saúde em São Paulo, nos anos de 2014 e 2015. Seguindo a linha de apoios em educação, a EMS é ainda mantenedora da EMEI Emiliano Sanchez, em Hortolândia (SP); patrocinadora do Instituto Qualidade no Ensino (IQE) no Nordeste brasileiro; e realizadora do projeto “Ciência em Ação” em escolas públicas municipais de Hortolândia.

Sobre o Instituto Saúde e Sustentabilidade

O Instituto Saúde e Sustentabilidade é uma OSCIP cujo objetivo é contribuir para o viver saudável em cidades, a partir da preservação e promoção da saúde humana, por meio da realização de projetos que envolvam os mais diversos atores sociais, como órgãos do governo, organizações da sociedade civil, empresas, instituições de ensino, comunidades, entre outros.

Sobre a EMS:

Maior laboratório farmacêutico no Brasil, líder de mercado tanto em unidades comercializadas quanto em faturamento, pertencente ao Grupo NC. Com cinco mil colaboradores e mais de 50 anos de história, atua nos segmentos de prescrição médica, genéricos, medicamentos de marca, OTC e hospitalar, fabricando produtos para praticamente todas as áreas da Medicina. Tem presença no mercado norte-americano por meio da Brace Pharma, empresa com foco em inovação radical. A EMS também investe consistentemente em inovação incremental e é uma das acionistas da Bionovis, de medicamentos biotecnológicos – considerados o futuro da indústria farmacêutica. A empresa possui unidades produtivas em São Bernardo do Campo, em Jaguariúna e em Hortolândia (SP), onde funciona o complexo industrial, incluindo o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento, um dos maiores e mais modernos da América Latina, e a unidade totalmente robotizada de embalagem de medicamentos sólidos; conta com a Novamed, localizada em Manaus (AM), uma das maiores e mais modernas fábricas de medicamentos sólidos do mundo; e se instalou em 2017 em Brasília (DF). A EMS exporta para mais de 40 países

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Cohab Campinas lança Banco de Áreas para fomentar habitação social

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A Cohab Campinas desenvolveu um sistema, no site da empresa, para cadastro e oferta de áreas disponíveis para implantação de projetos habitacionais de interesse social. A plataforma, chamada de Banco de Áreas, foi anunciada nesta quinta-feira, 17 de junho, pelo prefeito Dário Saadi, que destacou o alcance social da iniciativa, idealizada para beneficiar as pessoas que estão na fila da casa própria.

 

 

 

 

O sistema permite que proprietários de áreas urbanas no município, ou seus representantes, ofereçam áreas a partir de dois mil metros quadrados para aquisição de empreendedores, incorporadoras ou construtoras de projetos habitacionais destinados a atender famílias de baixa renda. 

 

 

 

 

A ferramenta está disponível na página inicial do site da Cohab (www.cohabcp.com.br), na aba Banco de Áreas. Tanto o cadastro como a consulta da área são gratuitos. A Companhia de Habitação de Campinas não interfere na negociação e nem cobra qualquer valor de nenhuma das partes por esse serviço.

 

 

 

 

O presidente da Cohab, Arly de Lara Romêo, ressalta que não há cobrança pelo uso da ferramenta porque o objetivo da empresa é contribuir para a aproximação de proprietários e empreendedores. “Nossa intenção, com a criação do Banco de Áreas, é reduzir o déficit habitacional do município, principalmente o que se refere às classes com renda familiar de um a três salários mínimos. Nossos contatos com incorporadoras, inclusive de outras localidades, demonstraram que os empreendedores encontram dificuldades em acessar ou conhecer áreas disponíveis para abrigar projetos habitacionais. O Banco da Áreas veio para facilitar esta aproximação dos possíveis compradores com os proprietários dos terrenos” concluiu.

 

 

 

 

Criatividade e inovação

 

 

Dário Saadi destacou que a iniciativa da Cohab cumpre o papel do poder público ao facilitar e ampliar a oferta de imóveis a preços mais acessíveis às famílias de baixa renda que estão na fila para adquirir a casa própria há muito tempo. “É um projeto inovador e fundamental para a retomada da economia e do bem estar da população, já tão afetada por esta pandemia. Nossa administração se emprenha em proporcionar um futuro mais promissor para os campineiros e a Cohab está cumprindo seu papel social ao tornar mais acessível o sonho da casa própria”.

 

 

 

 

O sistema foi apresentado pelo diretor técnico de Empreendimentos Sociais da Cohab, Pedro Leone Luporini dos Santos, que destacou a praticidade de utilização da ferramenta. O vereador Filipe Marchesi participou do evento, como representante da Câmara Municipal.

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Setransp/Emdec avaliam tempos dos semáforos na John Boyd Dunlop

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Com o intuito de ampliar a segurança dos pedestres na Avenida John Boyd Dunlop (JBD), a Secretaria de Transportes (Setransp) e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) iniciaram uma operação de análise dos tempos semafóricos em 42 travessias do eixo. A ação se estende até a próxima semana e compreende o trecho entre a Praça Santa Catarina (Vila Teixeira) e a altura da Rua Edson Luiz Rigonatto (Parque Itajaí). 

 

 

 

Técnicos da Emdec simulam e cronometram a travessia. Para avaliar se o tempo está adequado, são consideradas a distância percorrida, a demanda de pedestres e o volume de tráfego. Quando necessários, os ajustes são feitos no próprio local, por meio dos controladores eletrônicos.  

 

 

 

“O monitoramento semafórico é uma ação permanente realizada pela Setransp/Emdec, neste momento intensificada na Avenida John Boyd Dunlop, com o propósito de prevenir acidentes e preservar vidas no trânsito”, detalha o secretário de Transportes, Vinicius Riverete.  

 

 

 

O presidente da Emdec, Ayrton Camargo e Silva, enfatiza que “o nosso compromisso e missão é garantir segurança ao pedestre, usando as tecnologias com eficiência. Essa ação é complementar às abordagens educativas que vêm ocorrendo no eixo da JBD, voltada a pedestres, motociclistas e motoristas”.  

 

 

 

Como resultado parcial da ação, três pontos tiveram o tempo de travessia ampliado, ou seja, cerca de 7% do total de 42 cruzamentos. No Jardim Aurélia, os equipamentos foram ajustados no período das 6h às 14h, na altura da Avenida Império do Sol Nascente, próximo ao Atacadão; e na altura do Shopping Unimart. No Parque Itajaí, foi ampliado o tempo de travessia no cruzamento da Av. JBD com a Rua Cláudio Delfino, na altura da Praça da Concórdia.  

 

 

 

As 42 travessias que já contam com equipamentos para pedestres representam 84% dos 50 cruzamentos semaforizados existentes no trecho. Outros três pontos da avenida devem receber semáforos para pedestres.  

 

 

 

O cruzamento da JBD com a Avenida Brasília é um dos locais a serem contemplados, no conjunto das obras do BRT Campo Grande. Semáforos para pedestres e ciclistas serão ativados, conectando à ciclovia Opasa. No último dia 15 de junho, novos semáforos foram implantados no acesso da Av. JBD ao Jardim Nova Esperança, incluindo equipamentos para travessia de pedestres, na altura das vias Benedito Franco e Padre Ezequiel Ramin.  

 

 

 

O monitoramento da operação dos semáforos em Campinas é realizado de forma permanente pela Setransp/Emdec. “A programação semafórica é muito dinâmica. Atualmente, vivemos um momento atípico. A pandemia teve como consequência o registro de horários de pico diferentes dos convencionais, mais concentrados; e isso impacta na circulação”, explica o presidente da Emdec.  

 

 

 

Ações educativas prosseguem 

 

Em outra frente de atuação, a Setransp/Emdec realizam uma série de ações educativas e de reforço da fiscalização de trânsito em todo o eixo da Avenida JBD, como forma de coibir situações de desrespeito às leis de trânsito e prevenir acidentes. Agentes da Mobilidade Urbana e educadores observam condutas de risco e reforçam os comportamentos de prevenção aos acidentes de trânsito aos motoristas, motociclistas e pedestres.  

 

  

 

Dezesseis pontos da avenida recebem as ações conjuntas até o dia 18 de junho, nos horários de pico, incluindo estações e terminais, que compõem o Corredor BRT Campo Grande.

 

18/06: Estação BRT Aurélia e Praça da Concórdia   

Após o cumprimento do cronograma inicial, será realizada uma análise dos resultados, que determinará o foco das próximas ações educativas.

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Biblioteca Ernesto Manoel Zink ganha livros do Projeto Rodas Literárias

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O acervo da Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink ganhou reforço: novos livros doados pelo projeto Rodas Literárias. São obras de autores que participam do projeto, que aliás, inicia neste sábado, dia 19 de junho, a primeira das dez edições e duas oficinas de criação artística em Campinas. Todas as atividades são gratuitas e virtuais, transmitidas sempre aos sábados, das 10h às 12h. 

 

Entre as doações, há livros de Hilda Hilst, Conceição Evaristo, Clarice Lispector (cujo conto “O Jantar” será tema da próxima Roda Literária) e até obras infantis, como “A Parte que falta”, de autoria de Shel Silverstein, a obras de Bira Dantas, que é de Campinas e trabalha com HQs, ilustrações e charges desde 1979. Bira fará duas oficinas nos dias 22 e 24 de junho. 

 

Para participar das rodas literárias e das oficinas é preciso se inscrever no link: https://forms.gle/eBw2Dbmt9KsYBcXj9

 

As Rodas Literárias são encontros on-line semanais para leitura na íntegra de textos curtos em prosa (conto e/ou crônica) e posterior conversa sobre o conteúdo, com duração de duas horas cada atividade. A leitura será feita no dia, não sendo necessário que se conheça a obra ou os autores para participar.

 

A Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink é parceira do Rodas Literárias desde 2014. O projeto independente Rodas Literárias é coordenado pela educadora Mozí Neri. Ela também doou obras para a Biblioteca e fará uma oficina nos dias 3 e 5 de agosto. 

 

Rodas Literárias têm apoio do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC SP), edital nº 24/2019 – “Ações de incentivo à leitura”. Outro aspecto do projeto é estimular a participação de todas as pessoas, dizendo o que se pensa, o que é sentido durante esse processo criativo, ainda que tenha sido o primeiro contato delas com o texto. “Aliás, não é imprescindível que o leitor conheça a obra e/ou os autores para participar, deste modo colocamos em prática a perspectiva democrática da ‘palavramundo’, como diria Paulo Freire”, explicam os organizadores.

 

 

 

Programação das Rodas Literárias:

 

19.06 – Conto “O jantar”, de Clarice Lispector

 

26.06 – Conto “O pedestre”, de Ray Bradbury

 

3.07 – Crônicas de Hilda Hilst

 

10.07 – Conto “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Telles

 

17.07 – Conto “Zaíta esqueceu de guardar os brinquedos”, de

Conceição Evaristo

 

 

 

24.07 – Texto de Lima Barreto

 

31.07 – Conto “As mãos dos pretos”, de Luís Bernardo Honwana

 

7.08 – Conto “I have shoes for you”, de Cidinha da Silva

 

14.08 – Conto “Telhado quebrado com gente morando dentro”, de Jarid Arraes

 

21.08 – Conto “Um general na biblioteca”, de Ítalo Calvino

 

 

Programação das Oficinas

 

1ª – Oficina on-line de HQs, com Bira Dantas

 

Esta oficina propõe a apresentação do gênero HQs, partindo da obra do autor, intitulada “Tatu-man”, além de orientar os participantes a criar sua própria História em Quadrinhos. Para isso, a oficina será dividida em dois momentos: no primeiro dia, será abordada a criação de personagens; no segundo encontro, a criação de roteiro da HQ.

 

 

Material necessário: 20 folhas de sulfite por participante; 1 lápis e 1 borracha branca.

 

Público-alvo a partir de 11 anos.

 

Duas turmas, com 20 vagas cada: 1ª turma– dias 22 e 24 de junho, 10h às 12h. 2ª turma – dias 23 e 25 de junho, 15h às 17h.

 

 

Bira Dantas trabalha com HQs, ilustrações e charges desde 1979. Foi desenhista da revista em quadrinhos “Os Trapalhões” (Bloch) de 1980 a 82, e intercalador de desenho animado no Estúdio Briquet (Bond Boca) em 85, quando fez parte da AQC (Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas de SP).

 

 

Colaborou em revistas como Pântano, Tralha, Porrada, Megazine, Bundas, Em Ação (Caterpillar), EATON, IBM, 3M, Rockwell Fumagalli, Anglo, Bundas e jornais como Retrato do Brasil, Folha da Tarde (SP), Diário do Povo (Campinas), Pasquim 21 e jornais Sindicais. Ilustrou livros para Ed. Atual (O Caderno de Perguntas de Rebecca) e para Ática (Curso de Inglês) através da Agência de Design e Editoração Grafos.

 

 

Participou de livros cooperativados da Editora Virgo como “Brasil, 500 anos”, “Fome de ver estrelas”, “Tiras de Letras”, entre outros. Publicou quadrinhos literários pela Escala Educacional (Memórias de um Sargento de Milícias, D. Quixote e O Ateneu). Tem trazido as exposições da AQC (Brasil-África, Brasil-Paraguai, Zalla para sempre) para a Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, em Campinas. É professor de charge, cartum e caricatura na Escola de Arte Pandora, em Campinas. Atualmente é contratado pelo Sinergia e Sindipetro.

 

 

2ª Oficina on-line de leitura e escrita literárias, com Mozí Neri

 

Esta oficina parte da leitura de formas breves da prosa – fragmentos, provérbios, diários, crônicas e contos – como provocação à escrita criativa. A oficina é dividida em dois movimentos: o primeiro, de apresentação, leitura e conversa com e sobre os textos; o segundo, de produção escrita das pessoas participantes. Os textos produzidos também serão lidos e comentados.

 

 

Turma  da noite – dias 3 e 5 de agosto, 20h às 22h. São 20 vagas.

 

Mozí Neri é mestra em Educação (Unicamp) e licenciada em Letras (UFRJ), tendo defendido dissertação sobre a importância da literatura em ambientes de coletividade e diálogo.

 

 

Atua em atividades educativas e culturais de incentivo à leitura e escrita literária; em coordenação e supervisão de projetos; docência; atendimento a escolas e ao público de bibliotecas e museus. Coordena o projeto “Rodas Literárias” desde 2012, que já foi realizado em bibliotecas públicas do RJ e de SP, via editais e/ou parcerias.

 

 

Em 2019, este projeto foi selecionado pelo Edital ProAC nº 24/2019, que visa a realização de ações de incentivo à leitura no Estado de São Paulo. Publicou textos ficcionais e não ficcionais, de diferentes gêneros, em periódicos e coletâneas. Ainda em 2019, publicou o ensaio “Da palavra ao gesto: o ato de ler literatura”, na coletânea Mediação da leitura literária em bibliotecas, pela editora Malê. No contexto pandêmico e on-line, em 2020 e 2021, vem realizando encontros quinzenais das Rodas.

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