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Caism recebe R$ 2,5 milhões de emenda de Ana Perugini para combate ao câncer

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Depois de 17 anos, o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), administrado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), vai trocar seu equipamento de braquiterapia (radioterapia interna), que é fundamental no tratamento de pacientes com câncer de colo de útero. O dinheiro para a aquisição do novo aparelho – R$ 2.497.819 – foi repassado na última sexta (29) pelo Ministério da Saúde, proveniente de emenda parlamentar da deputada federal Ana Perugini.


O superintendente do Hospital da Mulher, Luis Otávio Zanatta Sarian, comemorou o repasse e agradeceu a parlamentar pela destinação do recurso. “Um hospital dedicado à saúde da mulher precisa dos melhores e mais modernos equipamentos. Sem emendas como a da deputada Ana Perugini, as pacientes do Caism não teriam acesso aos tratamentos capazes de curá-las do câncer do colo e mama”, afirmou o médico e professor da Unicamp, em nota encaminhada ao gabinete da deputada.


De acordo com Sarian, atualmente o atendimento no Caism é feito com um equipamento instalado em 2000. Embora ainda efetivo, o superintendente explica que o tratamento com o antigo aparelho tem se tornado cada vez mais lento, uma vez que a fonte de radiação está perdendo a potência, exigindo sessões mais longas e permitindo o atendimento de, no máximo, duas mulheres por dia.

Com a nova máquina, segundo ele, o número de pacientes atendidas será ampliado em quatro vezes, reduzindo a fila e o tempo de espera de mulheres que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). Além de elevar a capacidade de atendimento, a modernização vai aumentar as chances de cura e melhorar a qualidade de vida das mulheres em tratamento.

“O Caism é um dos melhores centros dedicados à saúde da mulher do nosso país. É um hospital que combina competência, alta tecnologia e amor ao paciente, na missão diária de amparar famílias, amenizar sofrimentos e salvar vidas”, afirmou a deputada Ana Perugini, que já foi paciente do hospital. “É um privilégio poder dar essa contribuição ao Hospital da Mulher num momento em que tanto lutamos para melhorar o atendimento da rede pública no Brasil”, concluiu a coordenadora nacional da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos das Mulheres.


O CAISM


Fundado em 1986, o Hospital da Mulher Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti – Caism é referência para mais de 60 municípios paulistas, na assistência à saúde da mulher e do recém-nascido. A unidade está inserida no complexo hospitalar da Unicamp, em Campinas, e funciona como porta de entrada para casos de média e alta complexidade encaminhados pelas unidades básicas de saúde. Atuando numa área que abrange aproximadamente cinco milhões de pessoas, o Caism realiza uma média de 82 mil consultas e oito mil internações todos os anos, todas elas para a população dependente do SUS.

CÂNCER DE COLO DE ÚTERO

O câncer do colo do útero é causado pela infecção persistente provocada pelo Papilomavírus Humano (HPV). É o terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colorretal. É curável na maioria dos casos e pode ser descoberto no exame preventivo conhecido como Papanicolaou).

A melhor forma, porém, de evitá-lo é tomando a vacina contra o HPV. A vacinação na rede pública de saúde foi sugerida ao Governo de São Paulo, em 2007, pela então deputada estadual Ana Perugini. Na ocasião, Ana propôs que meninas e mulheres de 9 a 26 anos fossem imunizadas como forma de prevenir a doença.

Sete anos depois, a ideia foi aprovada pelo Ministério da Saúde e a dose incorporada ao calendário nacional de vacinação. Até então, apenas clínicas particulares ofereciam a vacina. Atualmente, está disponível nos postos de saúde de todo o Brasil para meninas de 9 a 15 anos e garotos de 11 a 15 anos.

 
LEGENDA | Ana Perugini durante cerimônia em comemoração aos 30 anos do Caism, em agosto do ano passado

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Cohab Campinas lança Banco de Áreas para fomentar habitação social

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A Cohab Campinas desenvolveu um sistema, no site da empresa, para cadastro e oferta de áreas disponíveis para implantação de projetos habitacionais de interesse social. A plataforma, chamada de Banco de Áreas, foi anunciada nesta quinta-feira, 17 de junho, pelo prefeito Dário Saadi, que destacou o alcance social da iniciativa, idealizada para beneficiar as pessoas que estão na fila da casa própria.

 

 

 

 

O sistema permite que proprietários de áreas urbanas no município, ou seus representantes, ofereçam áreas a partir de dois mil metros quadrados para aquisição de empreendedores, incorporadoras ou construtoras de projetos habitacionais destinados a atender famílias de baixa renda. 

 

 

 

 

A ferramenta está disponível na página inicial do site da Cohab (www.cohabcp.com.br), na aba Banco de Áreas. Tanto o cadastro como a consulta da área são gratuitos. A Companhia de Habitação de Campinas não interfere na negociação e nem cobra qualquer valor de nenhuma das partes por esse serviço.

 

 

 

 

O presidente da Cohab, Arly de Lara Romêo, ressalta que não há cobrança pelo uso da ferramenta porque o objetivo da empresa é contribuir para a aproximação de proprietários e empreendedores. “Nossa intenção, com a criação do Banco de Áreas, é reduzir o déficit habitacional do município, principalmente o que se refere às classes com renda familiar de um a três salários mínimos. Nossos contatos com incorporadoras, inclusive de outras localidades, demonstraram que os empreendedores encontram dificuldades em acessar ou conhecer áreas disponíveis para abrigar projetos habitacionais. O Banco da Áreas veio para facilitar esta aproximação dos possíveis compradores com os proprietários dos terrenos” concluiu.

 

 

 

 

Criatividade e inovação

 

 

Dário Saadi destacou que a iniciativa da Cohab cumpre o papel do poder público ao facilitar e ampliar a oferta de imóveis a preços mais acessíveis às famílias de baixa renda que estão na fila para adquirir a casa própria há muito tempo. “É um projeto inovador e fundamental para a retomada da economia e do bem estar da população, já tão afetada por esta pandemia. Nossa administração se emprenha em proporcionar um futuro mais promissor para os campineiros e a Cohab está cumprindo seu papel social ao tornar mais acessível o sonho da casa própria”.

 

 

 

 

O sistema foi apresentado pelo diretor técnico de Empreendimentos Sociais da Cohab, Pedro Leone Luporini dos Santos, que destacou a praticidade de utilização da ferramenta. O vereador Filipe Marchesi participou do evento, como representante da Câmara Municipal.

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Setransp/Emdec avaliam tempos dos semáforos na John Boyd Dunlop

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Com o intuito de ampliar a segurança dos pedestres na Avenida John Boyd Dunlop (JBD), a Secretaria de Transportes (Setransp) e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) iniciaram uma operação de análise dos tempos semafóricos em 42 travessias do eixo. A ação se estende até a próxima semana e compreende o trecho entre a Praça Santa Catarina (Vila Teixeira) e a altura da Rua Edson Luiz Rigonatto (Parque Itajaí). 

 

 

 

Técnicos da Emdec simulam e cronometram a travessia. Para avaliar se o tempo está adequado, são consideradas a distância percorrida, a demanda de pedestres e o volume de tráfego. Quando necessários, os ajustes são feitos no próprio local, por meio dos controladores eletrônicos.  

 

 

 

“O monitoramento semafórico é uma ação permanente realizada pela Setransp/Emdec, neste momento intensificada na Avenida John Boyd Dunlop, com o propósito de prevenir acidentes e preservar vidas no trânsito”, detalha o secretário de Transportes, Vinicius Riverete.  

 

 

 

O presidente da Emdec, Ayrton Camargo e Silva, enfatiza que “o nosso compromisso e missão é garantir segurança ao pedestre, usando as tecnologias com eficiência. Essa ação é complementar às abordagens educativas que vêm ocorrendo no eixo da JBD, voltada a pedestres, motociclistas e motoristas”.  

 

 

 

Como resultado parcial da ação, três pontos tiveram o tempo de travessia ampliado, ou seja, cerca de 7% do total de 42 cruzamentos. No Jardim Aurélia, os equipamentos foram ajustados no período das 6h às 14h, na altura da Avenida Império do Sol Nascente, próximo ao Atacadão; e na altura do Shopping Unimart. No Parque Itajaí, foi ampliado o tempo de travessia no cruzamento da Av. JBD com a Rua Cláudio Delfino, na altura da Praça da Concórdia.  

 

 

 

As 42 travessias que já contam com equipamentos para pedestres representam 84% dos 50 cruzamentos semaforizados existentes no trecho. Outros três pontos da avenida devem receber semáforos para pedestres.  

 

 

 

O cruzamento da JBD com a Avenida Brasília é um dos locais a serem contemplados, no conjunto das obras do BRT Campo Grande. Semáforos para pedestres e ciclistas serão ativados, conectando à ciclovia Opasa. No último dia 15 de junho, novos semáforos foram implantados no acesso da Av. JBD ao Jardim Nova Esperança, incluindo equipamentos para travessia de pedestres, na altura das vias Benedito Franco e Padre Ezequiel Ramin.  

 

 

 

O monitoramento da operação dos semáforos em Campinas é realizado de forma permanente pela Setransp/Emdec. “A programação semafórica é muito dinâmica. Atualmente, vivemos um momento atípico. A pandemia teve como consequência o registro de horários de pico diferentes dos convencionais, mais concentrados; e isso impacta na circulação”, explica o presidente da Emdec.  

 

 

 

Ações educativas prosseguem 

 

Em outra frente de atuação, a Setransp/Emdec realizam uma série de ações educativas e de reforço da fiscalização de trânsito em todo o eixo da Avenida JBD, como forma de coibir situações de desrespeito às leis de trânsito e prevenir acidentes. Agentes da Mobilidade Urbana e educadores observam condutas de risco e reforçam os comportamentos de prevenção aos acidentes de trânsito aos motoristas, motociclistas e pedestres.  

 

  

 

Dezesseis pontos da avenida recebem as ações conjuntas até o dia 18 de junho, nos horários de pico, incluindo estações e terminais, que compõem o Corredor BRT Campo Grande.

 

18/06: Estação BRT Aurélia e Praça da Concórdia   

Após o cumprimento do cronograma inicial, será realizada uma análise dos resultados, que determinará o foco das próximas ações educativas.

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Biblioteca Ernesto Manoel Zink ganha livros do Projeto Rodas Literárias

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O acervo da Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink ganhou reforço: novos livros doados pelo projeto Rodas Literárias. São obras de autores que participam do projeto, que aliás, inicia neste sábado, dia 19 de junho, a primeira das dez edições e duas oficinas de criação artística em Campinas. Todas as atividades são gratuitas e virtuais, transmitidas sempre aos sábados, das 10h às 12h. 

 

Entre as doações, há livros de Hilda Hilst, Conceição Evaristo, Clarice Lispector (cujo conto “O Jantar” será tema da próxima Roda Literária) e até obras infantis, como “A Parte que falta”, de autoria de Shel Silverstein, a obras de Bira Dantas, que é de Campinas e trabalha com HQs, ilustrações e charges desde 1979. Bira fará duas oficinas nos dias 22 e 24 de junho. 

 

Para participar das rodas literárias e das oficinas é preciso se inscrever no link: https://forms.gle/eBw2Dbmt9KsYBcXj9

 

As Rodas Literárias são encontros on-line semanais para leitura na íntegra de textos curtos em prosa (conto e/ou crônica) e posterior conversa sobre o conteúdo, com duração de duas horas cada atividade. A leitura será feita no dia, não sendo necessário que se conheça a obra ou os autores para participar.

 

A Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink é parceira do Rodas Literárias desde 2014. O projeto independente Rodas Literárias é coordenado pela educadora Mozí Neri. Ela também doou obras para a Biblioteca e fará uma oficina nos dias 3 e 5 de agosto. 

 

Rodas Literárias têm apoio do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC SP), edital nº 24/2019 – “Ações de incentivo à leitura”. Outro aspecto do projeto é estimular a participação de todas as pessoas, dizendo o que se pensa, o que é sentido durante esse processo criativo, ainda que tenha sido o primeiro contato delas com o texto. “Aliás, não é imprescindível que o leitor conheça a obra e/ou os autores para participar, deste modo colocamos em prática a perspectiva democrática da ‘palavramundo’, como diria Paulo Freire”, explicam os organizadores.

 

 

 

Programação das Rodas Literárias:

 

19.06 – Conto “O jantar”, de Clarice Lispector

 

26.06 – Conto “O pedestre”, de Ray Bradbury

 

3.07 – Crônicas de Hilda Hilst

 

10.07 – Conto “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Telles

 

17.07 – Conto “Zaíta esqueceu de guardar os brinquedos”, de

Conceição Evaristo

 

 

 

24.07 – Texto de Lima Barreto

 

31.07 – Conto “As mãos dos pretos”, de Luís Bernardo Honwana

 

7.08 – Conto “I have shoes for you”, de Cidinha da Silva

 

14.08 – Conto “Telhado quebrado com gente morando dentro”, de Jarid Arraes

 

21.08 – Conto “Um general na biblioteca”, de Ítalo Calvino

 

 

Programação das Oficinas

 

1ª – Oficina on-line de HQs, com Bira Dantas

 

Esta oficina propõe a apresentação do gênero HQs, partindo da obra do autor, intitulada “Tatu-man”, além de orientar os participantes a criar sua própria História em Quadrinhos. Para isso, a oficina será dividida em dois momentos: no primeiro dia, será abordada a criação de personagens; no segundo encontro, a criação de roteiro da HQ.

 

 

Material necessário: 20 folhas de sulfite por participante; 1 lápis e 1 borracha branca.

 

Público-alvo a partir de 11 anos.

 

Duas turmas, com 20 vagas cada: 1ª turma– dias 22 e 24 de junho, 10h às 12h. 2ª turma – dias 23 e 25 de junho, 15h às 17h.

 

 

Bira Dantas trabalha com HQs, ilustrações e charges desde 1979. Foi desenhista da revista em quadrinhos “Os Trapalhões” (Bloch) de 1980 a 82, e intercalador de desenho animado no Estúdio Briquet (Bond Boca) em 85, quando fez parte da AQC (Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas de SP).

 

 

Colaborou em revistas como Pântano, Tralha, Porrada, Megazine, Bundas, Em Ação (Caterpillar), EATON, IBM, 3M, Rockwell Fumagalli, Anglo, Bundas e jornais como Retrato do Brasil, Folha da Tarde (SP), Diário do Povo (Campinas), Pasquim 21 e jornais Sindicais. Ilustrou livros para Ed. Atual (O Caderno de Perguntas de Rebecca) e para Ática (Curso de Inglês) através da Agência de Design e Editoração Grafos.

 

 

Participou de livros cooperativados da Editora Virgo como “Brasil, 500 anos”, “Fome de ver estrelas”, “Tiras de Letras”, entre outros. Publicou quadrinhos literários pela Escala Educacional (Memórias de um Sargento de Milícias, D. Quixote e O Ateneu). Tem trazido as exposições da AQC (Brasil-África, Brasil-Paraguai, Zalla para sempre) para a Biblioteca Pública Municipal Prof. Ernesto Manoel Zink, em Campinas. É professor de charge, cartum e caricatura na Escola de Arte Pandora, em Campinas. Atualmente é contratado pelo Sinergia e Sindipetro.

 

 

2ª Oficina on-line de leitura e escrita literárias, com Mozí Neri

 

Esta oficina parte da leitura de formas breves da prosa – fragmentos, provérbios, diários, crônicas e contos – como provocação à escrita criativa. A oficina é dividida em dois movimentos: o primeiro, de apresentação, leitura e conversa com e sobre os textos; o segundo, de produção escrita das pessoas participantes. Os textos produzidos também serão lidos e comentados.

 

 

Turma  da noite – dias 3 e 5 de agosto, 20h às 22h. São 20 vagas.

 

Mozí Neri é mestra em Educação (Unicamp) e licenciada em Letras (UFRJ), tendo defendido dissertação sobre a importância da literatura em ambientes de coletividade e diálogo.

 

 

Atua em atividades educativas e culturais de incentivo à leitura e escrita literária; em coordenação e supervisão de projetos; docência; atendimento a escolas e ao público de bibliotecas e museus. Coordena o projeto “Rodas Literárias” desde 2012, que já foi realizado em bibliotecas públicas do RJ e de SP, via editais e/ou parcerias.

 

 

Em 2019, este projeto foi selecionado pelo Edital ProAC nº 24/2019, que visa a realização de ações de incentivo à leitura no Estado de São Paulo. Publicou textos ficcionais e não ficcionais, de diferentes gêneros, em periódicos e coletâneas. Ainda em 2019, publicou o ensaio “Da palavra ao gesto: o ato de ler literatura”, na coletânea Mediação da leitura literária em bibliotecas, pela editora Malê. No contexto pandêmico e on-line, em 2020 e 2021, vem realizando encontros quinzenais das Rodas.

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