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Mais de 15 mil profissionais da Saúde já receberam vacina contra Covid-19

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Falando diretamente para a imprensa e a população, pela internet, o prefeito de Campinas, Dário Saadi, divulgou nesta quarta-feira, 27 de janeiro, mais um balanço da vacinação contra a Covid-19 na cidade. Até o final da manhã foram aplicadas 15.052 doses da vacina em profissionais de hospitais públicos e privados, Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), Samu e Centros de Saúde.
No final da tarde de terça-feira, 26 de janeiro, foi aberto o agendamento para profissionais de saúde que não estão na assistência direta a pacientes com Covid-19. Até o início da tarde, 11.100 pessoas haviam realizado o agendamento. A vacinação deste grupo, que inclui médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, cirurgiões dentistas, técnicos de análises clínicas e motoristas de ambulância, começa na quinta-feira, dia 28.
A diretora do Devisa, Andrea von Zuben, aproveitou para alertar que nem todas essas 11 mil inscrições feitas até agora são de profissionais que devem receber a imunização agora. Com esse alerta, o prefeito Dário apelou para que aqueles que não estiverem nesta lista, evitem fazer o agendamento. Esse procedimento, inclusive, já foi detectado pelos responsáveis em acompanhar o processo de agendamento e essas pessoas não serão imunizadas. 
O prefeito foi enfático ao explicar que as categorias selecionadas e a lista de prioridades estabelecida pela Saúde beneficiam aqueles profissionais mais infectados com o coronavírus. Dário explicou que esse levantamento é acompanhado de perto pela equipe da Saúde, e pediu para que aqueles que não estão contemplados nesta fase nem agendem horário para vacinação. “Quando ele chegar ao local da vacinação, os documentos do profissional serão verificados e ele não será vacinado se não for a vez dele. Então, pedimos que nem se inscrevam, porque será inútil, neste momento, e só contribuirá para tumultuar o sistema”, afirmou.
Também reiterou que a relação para receber a vacina será ampliada à medida em que Campinas receber mais doses. “Nosso interesse, nosso desejo, nossa prioridade é vacinar toda a população, sabemos que a vacina é nossa arma contra a pandemia e estamos empenhadíssimos em ampliar a vacinação o mais rápido e largamente possível”, completou o prefeito.
O prefeito também fez um apelo aos moradores de outros municípios: “entrem na fila para a vacina em suas cidades, porque todas receberão doses, e assim ninguém será prejudicado”.
Agendamento
O agendamento para receber a vacina pode ser feito pelo site www.vacina.campinas.sp.gov.br, que ficará aberto enquanto houver vacinas disponíveis. A cidade recebeu 12 mil doses da vacina na manhã de terça-feira, 26 de janeiro.
Só poderá tomar a vacina quem estiver agendado. No dia marcado, é preciso levar documento de identificação com foto e carteira de registro profissional ou comprovante de vínculo com estabelecimento de saúde, como holerite, carteira de trabalho assinada ou declaração do empregador.
A vacinação será feita em dois centros de imunização:
– Centro de Vivência do Idoso – Lagoa do Taquaral – Portão 5 (região leste);

– Caic Sudoeste (Zeferino Vaz) – Rua José augusto de Mattos, s/nº, Vila União (Região Sudoeste).
A primeira etapa da vacinação será dividida da seguinte maneira:
1º – profissionais de saúde, indígenas e quilombolas – cerca de 63 mil pessoas em Campinas;

2º – pessoas com 75 anos ou mais – 40.383 pessoas;

3º – 70 a 74 anos – 26.309 pessoas;

4º – 65 a 69 anos – 33.507 pessoas;

5° – 60 a 64 anos – 46.169 pessoas.
Por enquanto, os profissionais de saúde podem fazer o agendamento, que será ampliado sempre que a cidade receber novas doses da vacina.
Vacina Campinas
Mais informações sobre a vacinação contra a Covid-19 podem ser obtidas pelo hotsite www.vacina.campinas.sp.gov.br, lançado na sexta-feira, dia 22. O site esclarece dúvidas sobre vacinas e a atual campanha de vacinação na cidade.
Também divulga a opinião de especialistas, notícias relacionadas ao assunto, cuidados com a doença, entre outros.

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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