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Habitação vai mediar negociação entre moradores da Gleba B e proprietários

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Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira, 18 de junho, na sede da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab-Campinas), o secretário de Habitação e presidente da Cohab-Campinas, Samuel Rossilho, recebeu uma comissão de moradores da Área Remanescente da Gleba B, localizada na Região Sul. Participaram moradores interessados em adquirir, em definitivo, o terreno onde vivem há anos.
De acordo com Rossilho, a Cohab-Campinas apresentou uma solução viável.
Nossa proposta é que os moradores se organizem em uma associação. Depois que a associação estiver legalmente constituída, a Cohab-Campinas vai intermediar a negociação de compra e venda entre os moradores da área remanescente e os proprietários. Outra providência que a associação também estará incumbida de organizar é o cadastro social, para que se saiba quantas famílias vivem hoje no local”.
O secretário de Habitação reconheceu a grandeza da tarefa: “é um trabalho árduo mas que, futuramente, vai garantir a propriedade da terra, a cidadania das famílias e uma grande possibilidade de desenvolvimento econômico para toda a região”. E também deu um recado: “aproveito a ocasião para dizer aos moradores vizinhos ali do Parque Oziel e Jardim Monte Cristo que a regularização deste dois bairros está acontecendo dentro do prazo previsto”.
Segundo Marileide Dias de Brito, a Baiana, uma das moradoras da Área Remanescente da Gleba B, a solução encontrada foi a melhor possível. “Há anos a gente vive com problemas lá e ninguém tinha aparecido para nos oferecer uma ajuda real. Mas agora parece que tomamos a decisão correta de vir aqui conversar com o secretário Samuel Rossilho. Vamos nos organizar e conseguir nosso pedacinho de chão, com água, luz e toda infraestrutura que nossas famílias necessitam”, afirmou.
Participaram da reunião o coordenador de Projetos da Cohab-Campinas, José Rafael Ielo, o diretor da Secretaria de Habitação(Sehab), Vinícius Riverete, e o coordenador jurídico-administrativo para Regularização Fundiária da Sehab, Marcelo Silva.
Administração positiva
Um levantamento recente da Sehab apontou que a cidade tem aproximadamente 260 áreas ou ocupações irregulares. Nestes locais vivem aproximadamente 100 mil famílias.
Essas ocupações datam de mais de quatro décadas e a Administração municipal está trabalhando para transformar essa situação em uma oportunidade real de desenvolvimento econômico e social. Para alcançar essa meta, está acelerando o Programa de Regularização Fundiária.
A Administração está empenhada em regularizar todos os núcleos consolidados há mais de cinco anos, num processo que vai oferecer segurança jurídica às famílias já que, num futuro próximo, elas terão em mãos os títulos de propriedade do imóvel onde vivem.
O processo de regularização é complexo e envolve a contratação de um levantamento planialtimétrico – documento que descreve o terreno com exatidão e onde são anotadas as medidas planas, ângulos e diferenças de nível de inclinação. Depois deste levantamento, vem a análise técnica dos dados coletados e, por fim, um diagnóstico individual de cada lote.
Com a Regularização Fundiária, a população deixa a clandestinidade, garante seus direitos, tem a posse verdadeira do imóvel, podendo vender, reformar ou deixar como herança. Em contrapartida, o município se beneficia economicamente, através da regularização das taxas de água, luz e coleta de lixo e dos investimentos que podem ser feitos nos imóveis.
A meta da Cohab é entregar quatro mil títulos de posse ainda este ano e cerca de 20 mil até o final de 2020.

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Fiscalização coíbe aglomerações com 2.238 pessoas e fecha cinco comércios

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A Guarda Municipal de Campinas dispersou 2.238 pessoas entre o final da noite de sábado, dia 24/7, e a madrugada deste domingo, 25/7, durante a Operação Aglomeração Zero, coordenada pela Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública. 

 

A ação constatou que estas pessoas encontravam-se aglomeradas em grupos de mais dez em praças, vias públicas e nas proximidades de bares e restaurantes.

 

A Operação Aglomeração Zero visa coibir ou dispersar concentração de indivíduos nas ruas para conter a transmissão do coronavírus em Campinas. Viaturas e efetivo da GM são empregados durante a ação, realizada no período em que vigora o Toque de Recolher na cidade, entre 23h e 5h.

 

A corporação intensifica o patrulhamento em locais mapeados a partir de dados estatísticos de onde a Guarda Municipal registra maior número de denúncias recebidas pelo 156 e 153 e também nos bairros com mais casos de transmissão da Covid-19.

 

Fiscalizações

 

O balanço aponta também o resultado das fiscalizações. No sábado, as equipes de fiscalização da Prefeitura vistoriaram 134 estabelecimentos. Destes, 5 foram fechados.

 

As equipes de fiscalização contam com agentes municipais das secretarias de Saúde (por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária) e Planejamento e Urbanismo, Setec e Procon.

 

A Prefeitura ressalta que a colaboração da população é muito importante no controle da pandemia em Campinas. Mesmo com o avanço da vacinação, os cidadãos precisam manter o uso correto da máscara, fazer higienização das mãos e manter o distanciamento social.

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GM dispersa 1.680 pessoas na Operação Aglomeração Zero desta madrugada

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A Guarda Municipal de Campinas dispersou 1.680 pessoas entre o final da noite de sexta-feira, 23 de julho, e a madrugada deste sábado, 24, durante as ações da Operação Aglomeração Zero, coordenada pela Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública.

 

Com o objetivo de coibir ou dispersar grupos com mais de dez pessoas em vias públicas, viaturas e efetivo da GM realizam a ação no período em que vigora o Toque de Recolher na cidade, entre 23h e 5h.

 

A corporação intensifica o patrulhamento em locais mapeados a partir de dados estatísticos de onde a Guarda Municipal registra maior número de denúncias recebidas pelo 156 e 153 e também nos bairros com mais casos de transmissão de Covid-19.

 

Fiscalizações

 

O balanço aponta também o resultado das fiscalizações. Ontem, as equipes de fiscalização da Prefeitura vistoriaram 92 estabelecimentos. Destes, 7 foram fechados.

 

A fiscalização envolve servidores das secretarias de Saúde (por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária) e Planejamento e Urbanismo, Setec e Procon.

 

A Prefeitura ressalta que a colaboração da população é muito importante no controle da pandemia em Campinas. Mesmo com o avanço da vacinação, os cidadãos devem fazer o uso correto da máscara, a higienização das mãos e manter o distanciamento social.

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Prefeito recebe ministro em cerimônia na EPAR Boa Vista nesta sexta, 23

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, e o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, participaram na manhã desta sexta-feira, 23 de julho, da cerimônia de apresentação da Estação Produtora de Água de Reúso – EPAR Boa Vista. O evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do secretário nacional de Saneamento, Pedro Maranhão.

 

 

 

 

A obra beneficia uma população de aproximadamente 55 mil moradores de 30 bairros de Campinas. A EPAR tem capacidade para tratar 180 litros de efluentes por segundo. O esgoto, tratado por meio de membranas ultrafiltrantes, resulta em água de excelente qualidade, que pode ser aproveitada como água de reúso com 99% de grau de pureza. Com a operação dessa unidade, a Estação de Tratamento de Esgoto Vó Pureza será desativada.

 

 

 

 

A EPAR Boa Vista faz de Campinas o primeiro município com mais de 500 mil habitantes a atingir 100% da capacidade instalada para o tratamento de esgoto. “Esta estação é inovadora, um exemplo de ação que gostaríamos que fosse multiplicada em outras cidades brasileiras. Além de tratar o esgoto de forma adequada, está produzindo uma água de qualidade que poderá desde retornar aos rios até ser usada na agricultura ou em aplicações mais nobres. Estou bem impressionado”, elogiou o ministro.

 

 

 

De acordo com o prefeito Dário Saadi, a obra impacta, principalmente, no desenvolvimento sustentável. “Podemos tratar o esgoto, que é fundamental para o meio ambiente, e produzir água de reúso que, além de ser destinada ao Ribeirão Boa Vista mais limpa, pode ser usada na indústria e em outros lugares”, comemorou.

 

 

 

 

De acordo com o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, a EPAR representa um avanço no tratamento terciário de esgoto. “Devolvemos aos rios água de muito melhor qualidade do que aquela que nós captamos para abastecer a nossa cidade. Recentemente, assinamos outro contrato de financiamento com a Caixa para a modernização da ETE Anhumas, que será transformada em estação produtora de água de reúso. Quando esse empreendimento estiver pronto, Campinas tratará, em caráter terciário, cerca de 70 por cento do esgoto produzido na cidade”, anunciou.

 

 

 

 

O investimento total da obra na Boa Vista foi de R$ 68.458.591,90, sendo R$ 45.998.479,18 financiados pelo PAC FIN/FGTS, e R$ 22.460.112,72 como contrapartida da Sanasa. O trabalho foi executado pelo consórcio formado pelas empresas Enfil e Augusto Velloso, escolhido por meio de licitação internacional. A obra teve início em 1º de março de 2016 em uma área de 90 mil metros quadrados. A EPAR Boa Vista leva o nome do córrego que margeia a estação.

 

 

 

Liberação de recursos

 

Durante o evento, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, assinou a liberação de recursos nos valores de R$ 126 milhões para obra de melhorias e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Anhumas.

 

 

Também foram liberados R$ 129,5 milhões para a implantação do sistema de esgotamento sanitário que ligará a bacia do Samambaia, em Campinas, à Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR) Capuava, em Valinhos.

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