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Começa obra da estação elevatória de esgoto da Ceasa Campinas

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Os trabalhos para a construção da estação elevatória de esgoto da Ceasa Campinas começaram nesta semana. Uma demanda antiga no entreposto, a obra – orçada em R$ 1,5 milhão – deverá ser concluída no segundo semestre deste ano e vai ser bancada pela Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento), conforme acordo de parceria assinado com a Ceasa em outubro do ano passado.

 

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, participou da assinatura do termo de início da obra, na manhã desta segunda-feira, 16, no auditório da Ceasa Campinas, ao lado do diretor-presidente da Ceasa, Wander Villalba, e do presidente da Sanasa, Arly de Lara Romêo. Na oportunidade, também foi assinada a autorização para a obra de reforma dos banheiros do Mercado de Flores e entregue o novo paisagismo dos jardins internos do prédio da administração do entreposto.

 

Em sua fala, o prefeito destacou a necessidade da construção da estação elevatória na Ceasa. “Essa obra da estação elevatória é uma demanda muito antiga e quero ver se a gente entrega ainda neste ano. Todo o esgoto da Ceasa será levado para a ETE Vó Pureza. E, depois que a obra ficar pronta, haverá um ganho de área para a Ceasa construir o seu mercado de pescados. Com isso, vamos dar mais uma opção para as pessoas que trabalham no varejo e nos restaurantes para comprar peixes”, disse Jonas.

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“Essa é uma obra de grande importância para a Ceasa Campinas, pois vai possibilitar o esvaziamento das lagoas de tratamento e um controle maior dos dejetos, trazendo um grande ganho ao meio ambiente no entorno”, disse o diretor-presidente da Ceasa Campinas, Wander Villalba.

 

Também estiveram presentes no evento vereadores, prefeitos de cidades vizinhas, o vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalhães Teixeira; o presidente da Associação dos Permissionários da Ceasa Campinas (Assoceasa), Alexandre Bardin, e o vice-presidente da Associação dos Produtores e Comerciantes do Mercado de Flores da Ceasa Campinas (Aproccamp), Fabiano Tilli, além de secretários municipais.

 

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Obra

 

O projeto inclui a implantação de uma linha de recalque, prolongamento da rede de esgoto e linha de alimentação de água. O efluente coletado na Ceasa será transportado, por sistema de bombeamento, para ser tratado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Vó Pureza.

 

A nova rede interna de coleta de esgoto terá 1.012 metros lineares de tubulação, chegando até a rede externa, localizada na Rodovia Dom Pedro I. A empresa responsável pelos trabalhos é a construtora Terradan, que venceu a licitação da obra junto à Sanasa.

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Após a conclusão da elevatória, a Ceasa irá realizar o esvaziamento e o aterramento das duas lagoas de estabilização e tratamento de efluentes da central de abastecimento, sob orientação da Cetesb e da Sanasa.

 

No local, de cerca de 10 mil metros quadrados, deverá ser construído um mercado de peixes e pescados para suprir a demanda regional.

 

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Artistas de rua expõem seus murais e grafites no Instituto Pavão Cultural

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O Instituto Pavão Cultural, em parceria com o Estúdio Casa Impar, abre neste sábado, 13 de agosto, a ocupação “Rua no Pavão”, que reúne trabalhos de diferentes artistas de rua de Campinas, que possuem o grafite e a pintura de murais como suas principais linguagens. Entrada gratuita.

 

 

Participarão da exposição os artistas Mirs Monstrengo, Totenpix, Carriero, Nus Rabiscos, Osmir Mirs, Edison Xis, Serigo Campelo, Beatriz Lumo, Sabrina Savani, Marta Henriksen (Miss), Chatt, Kranium e Saba. 

 

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Além das obras, acontecerão atividades durante a abertura e o encerramento da exposição, dia 3 de setembro, como troca de stickers e pintura ao vivo. A programação está no @pavaocultural e @estudiocasaimpar  .

 

Serviço

 

“Rua no Pavão”

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Datas: de 13/08 a 03/09

 

Horário: de quarta a sábado, das 15 às 20h

 

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Local: Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708 – Cidade Universitária, Campinas.

 

 

 

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IMA bate novo recorde de faturamento mensal no mês de julho

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Dois meses depois de anunciar o maior faturamento em 46 anos (R$ 9,2 milhões em maio), a IMA – Informática de Municípios Associados – volta a surpreender e registra R$ 9,7 milhões durante o mês de julho – R$ 2,5 milhões superior ao registrado em 2019, primeiro ano antes da pandemia.

 

De janeiro a julho desse ano, a empresa já faturou mais de R$ 55 milhões. “Parte desse sucesso vem do novo método administrativo implantado desde janeiro e parte se deve às parcerias estratégicas que criamos e que possibilitaram ampliar a gama de produtos a serem ofertados aos municípios”, explica o presidente da empresa, Elias Tavares.

 

A IMA é a empresa de tecnologia da Prefeitura de Campinas, especializada em gestão pública e recentemente fechou parceria com a gigante Google, além de outras empresas de menor porte, para desenvolvimento de novos produtos.

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“Com o incremento de caixa, podemos ampliar os investimentos em novas tecnologias e manter a IMA entre as principais fornecedoras de soluções para gestão pública do país”, afirma Elias. 

 

Além do recorde de faturamento, a IMA comemora também o aporte de R$ 9,5 milhões que a Finep deverá fazer nos próximos dias. A verba será destina à implantação do Parque Tecnológico de Campinas, às margens da Rodovia Dom Pedro I.

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Regularização fundiária do Jardim Campineiro beneficia 28 famílias

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A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), concluiu a regularização fundiária do Núcleo Residencial Jardim Campineiro, beneficiando 28 famílias. A aprovação do plano de regularização foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira, dia 12 de agosto e encerrará uma espera de 60 anos. 

 

O projeto é o mais completo já executado pela Sehab e foi feito com recursos municipais e federais, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Quilombo. O núcleo recebeu pavimentação, drenagem pluvial, instalação das redes de abastecimento de água e de esgotamento sanitário e recuperação urbanística e ambiental. Um dos diferenciais da regularização foi a instalação de energia elétrica dentro dos domicílios, além da iluminação pública. O processo incluiu a reconstrução da casa de uma família, que por estar sobre sistema viário não pode ser regularizada no local de origem.

 

De acordo com o secretário de Habitação e presidente da Companhia de Habitação Popular (Cohab) de Campinas, Arly de Lara Romêo, a pasta não mede esforços para avançar com os processos de regularização fundiária urbana no município, em especial, dos núcleos da modalidade de interesse social, caso do Núcleo Jardim Campineiro, que correspondem à população carente e que mais necessita de atenção e investimentos. “Muito já foi feito, porém, temos um universo de muito trabalho ainda pela frente, e não vamos parar até levar dignidade e infraestrutura essencial para toda a nossa população.”

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Como parte das intervenções, a região também passou por obras como a macrodrenagem do córrego, incluindo a construção da barragem do Quilombo, na Bacia do Ribeirão Quilombo. Com capacidade de reservação de 363 milhões de litros, ela foi construída para conter inundações no entorno. 

 

Segundo o diretor da Sehab, Lucas Bonora da Silva, a finalização do processo de regularização dará aos moradores do Jardim Campineiro o direito real de propriedade dos seus imóveis. “Eles deixam de ser ocupantes e tornam-se proprietários.” 

 

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Com a aprovação, inicia-se a próxima fase: a confecção das matrículas dos lotes no Cartório de Registro de Imóveis. Essa etapa levará um tempo mínimo de dois meses. 

 

Histórico

 

A ocupação que deu início ao núcleo data de meados de 1960, quando aproximadamente 12 famílias passaram a viver nas áreas públicas municipais compostas por parte de uma praça e de uma avenida, além de uma passagem de pedestres. Mais famílias se mudaram para a área que se adensou, formando uma comunidade. 

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Porém, os moradores sofriam com problemas causados por enchentes e inundações do Córrego da Lagoa. Perda de bens, risco à integridade física e isolamento temporário eram alguns dos problemas com os quais a população convivia. 

 

Para atender as famílias, o município buscou recursos junto ao Governo Federal para implantar melhorias urbanísticas e ambientais na área. O PAC Quilombo abrangeu mais outros dois núcleos: os Jardins Santa Mônica e São Marcos. Adicionalmente, famílias que viviam em áreas de risco foram reassentadas na mesma região do Jardim Campineiro.

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