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Campinas já definiu os Centros de Imunização da vacina contra a Covid-19

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A Prefeitura de Campinas já definiu os cinco Centros de Imunização para a Covid-19. Os espaços estão divididos entre cada uma das regiões da cidade. As primeiras doses a chegarem serão direcionadas para os hospitais. Cerca de 15 mil pessoas receberão as vacinas.

Centros de Imunização

Casa da Criança Paralítica – Rua Pedro Domingos Vitali, 160 – Parque Italia (região Sul);

Naed Noroeste – Avenida Ibirapuera, s/nº, Jardim Londres (região noroeste);

Centro de Vivência do Idoso – Lagoa do Taquaral – portão 5 (região leste);

Círculo Militar – Avenida Getúlio Vargas, 200. Jardim Chapadão (região norte);

CAIC Sudoeste – Rua José Augusto de Mattos, s/nº, Vila União (região sudoeste).

A organização em Centros de Imunização foi feita de forma a garantir a segurança da vacina, das equipes de trabalho e de todas as pessoas que tomarão a vacina. Quem vai se vacinar não pode ter contato com sintomáticos respiratórios, sendo esse mais um motivo para que a vacinação ocorra em locais separados dos Centros de Saúde.

Nos Centros de Imunização, a vacinação será organizada de forma segura e com distanciamento social e novos centros poderão ser abertos se houver aumento no número de doses disponibilizadas. Cinco outros locais, do mesmo porte, poderão ser acionados assim que preciso.

Agendamento

O agendamento será feito por meio do portal da Prefeitura de Campinas, pelo telefone 160 ou pelo centro de saúde de referência da região onde a pessoa mora. Mas ainda não está sendo realizado porque depende da quantidade de doses que o município receberá do Estado.

No dia da vacinação, as pessoas devem levar documento com foto.

O público-alvo da primeira etapa inclui profissionais de saúde em geral, pessoas a partir de 60 anos de idade, indígenas e quilombolas. 

A primeira etapa será dividida da seguinte maneira:

1º – profissionais de saúde, indígenas e quilombolas – cerca de 63 mil pessoas em Campinas;

2º – pessoas com 75 anos ou mais – 40.383 pessoas;

3º – 70 a 74 anos – 26.309 pessoas;

4º – 65 a 69 anos – 33.507 pessoas;

5° – 60 a 64 anos – 46.169 pessoas.

Das mortes por Covid em Campinas, 87% correspondem a esse público da primeira etapa.

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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