A Defesa Civil de Campinas passa a contar com um novo drone para reforçar as ações de resposta a desastres e ocorrências relacionadas aos extremos climáticos. O equipamento, adquirido pela Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (Seclimas) por R$ 11 mil, será utilizado principalmente em operações em áreas de difícil acesso, e no apoio ao cão robô Guardião durante inspeções em edificações comprometidas.
Com a chegada do equipamento, a Defesa Civil passa a contar com cinco drones em sua frota. O novo modelo, DJI Avata 360, foi projetado para voar em ambientes confinados e estreitos, permitindo que as equipes obtenham imagens em tempo real de locais onde o acesso humano representa risco. O drone será empregado em vistorias estruturais, ocorrências de desabamentos, deslizamentos e demais situações de emergência.
Segundo o coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, o equipamento representa mais um avanço na estratégia de utilização de tecnologia para preservar a segurança das equipes. “Esse drone foi pensado para atuar onde outros equipamentos têm dificuldade de acesso. Ele consegue entrar em espaços reduzidos e fornecer imagens em tempo real, permitindo que a avaliação dos riscos seja feita antes da entrada dos agentes. Isso significa mais segurança para as equipes e maior eficiência nas operações”, destaca.
Apoio ao cachorro robô Guardião
O novo drone atuará de forma integrada com o Guardião, o cão robô da Defesa Civil de Campinas. Enquanto o drone realiza o reconhecimento aéreo e consegue acessar ambientes estreitos, o robô faz a inspeção terrestre da edificação, transmitindo imagens em tempo real e identificando possíveis riscos, como estruturas comprometidas, fios energizados, vazamentos ou a presença de produtos perigosos.
O Guardião é um robô quadrúpede modelo Unitree Go2 Pro, equipado com inteligência artificial, sensores LiDAR, câmera de alta definição, visão em 360 graus e sistema de desvio automático de obstáculos. A tecnologia permite que ele entre, antes das equipes, em áreas consideradas inseguras reduzindo a exposição dos agentes em ocorrências de maior complexidade.








