Saúde de Campinas inaugura centro de distribuição para agilizar reposição de medicamentos e insumos nas unidades

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, e representantes da Secretaria Municipal de Saúde inauguraram nesta quarta-feira, 10 de junho, o novo Centro de Distribuição da Pasta. Localizado na Vila San Martin, o espaço vai agilizar a reposição de medicamentos e insumos nas unidades de saúde.

O novo centro ocupa uma área de 3,4 mil metros quadrados, em um galpão adquirido pela Prefeitura, e passa a concentrar as operações logísticas da Saúde Municipal. Ele foi criado para modernizar o recebimento, o armazenamento e a distribuição do estoque.

Totalmente informatizado, o centro de distribuição conta com sistemas que permitem o monitoramento em tempo real dos estoques, a rastreabilidade dos produtos e maior precisão no controle dos materiais armazenados.

Adequada às exigências sanitárias vigentes, a estrutura possui geradores de energia capazes de garantir o armazenamento adequado de todos os itens, mesmo em situações de interrupção do fornecimento de eletricidade.

“Sem dúvida, vai garantir a entrega dos medicamentos dentro do prazo, vai garantir o controle de estoque com um sistema de informatização mais adequado. E é isso que a gente terá: controle informatizado em tempo real do estoque, com garantia de todo o armazenamento adequado, tanto de vacinas, em câmaras frias, quanto de medicamentos que não necessitam de refrigeração”, destacou o prefeito.

Outra novidade é a reorganização da logística de transporte. A frota de veículos foi adaptada para diferentes tipos de carga, aprimorando as condições de transporte e conservação dos insumos.

As equipes envolvidas na operação também passaram por capacitação específica para atuar no novo modelo.

“A grande vantagem é a segurança do paciente. A câmara fria dos medicamentos e o controle desses medicamentos são extremamente seguros. E aqui também nós estamos falando de vacinas, que precisam ter um cuidado muito especial. E a gente terá mais agilidade do ponto de vista das aquisições, porque conseguimos antever quando os medicamentos vão faltar”, explicou o secretário de Saúde, Lair Zambon.