Saúde de Campinas emite 18º alerta do ano e aponta 28 bairros com risco elevado de dengue
A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou nesta quinta-feira, 30 de abril, o 18º Alerta Arboviroses Campinas deste ano. O documento identifica 28 bairros com alto risco de transmissão de dengue e determina a intensificação das ações de controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da zika e da chikungunya.
As áreas com alto risco de transmissão são:
– Leste: Vila Costa e Silva, Vila Miguel Vicente Cury, Parque Alto Taquaral, Jardim Santa Genebra, Parque das Flores.
– Noroeste: Conjunto Habitacional Parque da Floresta, Conjunto Residencial Parque São Bento, Jardim Novo Maracanã, Jardim Metonópolis, Jardim Maracanã e Loteamento Residencial Novo Mundo.
– Norte: Vila Lunardi, Jardim São Marcos, Vila Esperança, Jardim Campineiro, Recanto Fortuna.
– Sudoeste: Jardim Santo Antônio, Eldorado dos Carajás.
– Sul: Jardim Fernanda I e II, Jardim Santa Maria, Jardim Puccamp, Jardim Columbia, Jardim Dom Gilberto.
– Suleste: Imperial Parque, Cohab (Sousas), Vila Sônia (Sousas), Jardim Conceição (Sousas).
O objetivo do alerta é estimular a população a intensificar a verificação de criadouros em casa e orientar sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da doença. O documento também reforça a importância de que os moradores recebam bem os agentes que estão trabalhando nas ações. As orientações valem para toda cidade, incluindo bairros listados na semana anterior e que não aparecem nesta edição.
A Saúde considera uma série de indicadores para elaborar o material, entre eles, incidência de casos, eventual registro de nova transmissão, necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso, densidade populacional e a comunicação sobre ações dos agentes. O alerta também se aplica aos bairros menores que estão no entorno das regiões indicadas no material.
Participação da sociedade
A luta contra as arboviroses exige uma contrapartida de toda a sociedade. A Prefeitura mantém um programa de controle e prevenção da doença. Mas cada cidadão precisa fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros. Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros estão dentro de casa.
Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água em latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias e o pratinho deve ser retirado, ou limpo com bucha, água e sabão a cada 7 dias. É importante, também, vedar a caixa d’água. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.
Dúvidas sobre a identidade dos agentes podem ser esclarecidas pelo telefone 156 (de segunda a sexta) ou com a Defesa Civil pelo telefone 199 (fins de semana e feriados).