Novo manual amplia segurança e qualidade no atendimento a pacientes na Rede Mário Gatti
A Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar deu um novo passo para reforçar a qualidade do atendimento prestado à população com a implantação de um Manual de Equipamentos Eletromédicos. O documento estabelece diretrizes para o uso, a manutenção e a gestão de aparelhos utilizados no diagnóstico, monitoramento e tratamento de pacientes, com o objetivo de ampliar a segurança e a eficiência nos serviços de saúde.
A medida beneficia diretamente os usuários da rede, que em 2025 realizou 785.927 atendimentos por demanda espontânea nas UPAs e prontos-socorros dos Hospitais Ouro Verde e Mário Gatti, além de 158.345 atendimentos nos ambulatórios de especialidades.
Padronização de procedimentos
A organização e padronização dos procedimentos contribuem para garantir que os equipamentos estejam sempre disponíveis e em pleno funcionamento, reduzindo riscos e melhorando a qualidade da assistência.
Os equipamentos eletromédicos, como monitores, respiradores e aparelhos de diagnóstico, são fundamentais para o atendimento de casos de média e alta complexidade. Por isso, o manual reúne orientações técnicas que ajudam profissionais da saúde e das equipes administrativas a utilizar esses recursos de forma correta e segura.
“Mais do que um instrumento técnico, este documento reflete o compromisso institucional com a qualidade da assistência, a segurança do paciente, a proteção dos profissionais de saúde e a boa gestão dos recursos públicos. A padronização das práticas contribui para otimizar o uso de equipamentos de alto valor tecnológico e financeiro, ampliando sua vida útil e garantindo que o investimento público resulte em benefícios concretos para a comunidade atendida”, explica o diretor-presidente da Rede Mário Gatti, Sérgio Bisogni.
Conteúdo do manual
Entre as diretrizes estabelecidas estão critérios para utilização adequada dos equipamentos, rotinas de manutenção, controle e rastreabilidade dos aparelhos.
A iniciativa também fortalece a integração entre diferentes áreas da rede, como equipes assistenciais, engenharia clínica, gestão hospitalar e profissionais multiprofissionais.
“O objetivo maior é fortalecer uma assistência pública mais segura, eficiente, humanizada e sustentável, alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde e ao compromisso permanente com o cuidado à população”, acrescenta Bisogni.