Campinas recebe o 4º Fórum Paulista dos Pontos de Cultura com mais de 800 participantes

A partir desta quinta-feira, 26 de fevereiro, até 1º de março de 2026, Campinas será palco do 4º Fórum Paulista dos Pontos de Cultura, reunindo mais de 800 representantes de 600 Pontos e Pontões de Cultura do Estado de São Paulo, que atuam com arte e cultura para transformação social em suas comunidades e territórios. O evento conta com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campinas.

Com o tema “Cultura Viva Tecendo o Bem Viver”, o encontro articula formação, celebração cultural, integração territorial e organização em rede de iniciativas culturais que atuam com arte e cultura pela transformação social.

Neste encontro, Cultura e Natureza não são opostas: são tecido, chão e passo — respiração comum. A resposta ao colapso climático não é técnica: é cultural.

É a partir dessa compreensão que o 4º Fórum Paulista dos Pontos de Cultura se organiza rumo à 6ª Teia Nacional de Pontos de Cultura e V Fórum Nacional com o tema Pontos de Cultura pela Justiça Climática, que acontecerá em Aracruz (ES), nos dias de 24 a 29 de março.

O evento acontece no Teatro Municipal Castro Mendes, na Sala dos Toninhos e na Casa do Hip Hop, articulando formação política, intercâmbio cultural e construção coletiva de políticas públicas.

O Fórum é um espaço de articulação em rede, troca de repertórios, tecnologias socioculturais e fortalecimento da gestão compartilhada entre sociedade civil e setor público nos âmbitos municipal, estadual e federal.

Homenagem às Mestras e Mestres da Cultura Viva Paulista 

Durante todo o evento acontecerão celebrações simbólicas em homenagem às Mestras e Mestres que marcaram profundamente a trajetória da Cultura Viva no Estado de São Paulo. 

Os Mestres e Mestras homenageados são: 

  • Mãe Izabel 

  • Mestre Alceu 

  • Professora Neide 

  • Mãe Eleonora 

  • Mestre Lumumba 

  • Babá Paulo 

  • Marcos Pardim 

São lideranças culturais, referências éticas e políticas, guardiões de conhecimentos tradicionais e construtores de territórios vivos de cultura. Suas trajetórias atravessam gerações e sustentam a Cultura Viva como prática cotidiana de organização comunitária, resistência e criação.

A homenagem reconhece o legado político e pedagógico que sustenta a Cultura Viva como prática territorial, comunitária e transformadora.