Campanha vai discutir casos reais para ampliar segurança dos pacientes da Rede Mário Gatti

A Rede Mário Gatti participa neste mês da Campanha Nacional de Segurança do Paciente. Durante ela, serão realizadas rodas de conversa, análise de casos reais, construção de murais interativos e dinâmicas para ampliar a discussão sobre a proteção das vidas das pessoas atendidas nas unidades da rede.

Segundo Karla Almeida, enfermeira do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), discutir eventos reais é fundamental para aproximar a teoria da prática. 

“Quando analisamos situações que de fato ocorreram, conseguimos identificar fragilidades nos processos, compreender as causas dos incidentes e, principalmente, aprender com eles de forma concreta. Essa abordagem fortalece a cultura de segurança, reduz a culpabilização individual e direciona o olhar para a melhoria sistêmica, que é o que realmente previne a recorrência dos eventos”, explica.

Vidas protegidas

A Campanha Nacional de Segurança do Paciente traz, neste ano, o tema “Qualidade, segurança e vidas protegidas: um compromisso permanente do SUS”

Alinhada a essa proposta do Ministério da Saúde, a Rede Mário Gatti reforça a importância de que a segurança do paciente esteja presente em todas as etapas do cuidado. 

 

“A iniciativa impacta diretamente na qualidade do atendimento ao promover maior conscientização das equipes sobre riscos assistenciais e boas práticas. Profissionais mais atentos e engajados tendem a adotar condutas mais seguras, reduzir falhas e melhorar a comunicação entre as equipes. Como resultado, há diminuição de eventos adversos, maior efetividade no cuidado e, consequentemente, mais segurança e confiança para os pacientes”, acrescenta Karla.

Embora todas as unidades da rede estejam alinhadas ao mesmo tema central da campanha, as estratégias poderão ser adaptadas conforme a realidade de cada serviço. 

“Essa flexibilidade é importante para garantir maior adesão das equipes e efetividade das ações, respeitando as especificidades de cada unidade da rede”, finaliza a enfermeira.