Coordenadoria de Prevenção ao Uso de Drogas inicia projeto com estudantes da Escola Laís Bertoni
A Coordenadoria de Prevenção ao Uso de Drogas de Campinas realizou uma palestra e uma roda de conversa com alunos do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Laís Bertoni Pereira para orientar a preparação do Projeto de Prevenção ao Uso de Drogas, previsto para ser apresentado em junho de 2026. A ação marcou o início de uma série de encontros voltados à conscientização sobre os riscos e os malefícios do uso e abuso de drogas.
“Trabalhar a prevenção ao uso de drogas no ambiente escolar é investir em informação, cuidado e proteção para os nossos jovens. Quando levamos esse debate para dentro da escola, com responsabilidade e diálogo, criamos oportunidades para que os estudantes reflitam, façam escolhas mais conscientes e também se tornem agentes de transformação em suas comunidades”, afirmou a secretária municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, Vandecleya Moro.
Durante a atividade, a equipe abordou os impactos do consumo de drogas lícitas e ilícitas na saúde física, mental, familiar e social. Além de informar os estudantes, o encontro também buscou incentivar a participação dos jovens na construção do projeto, idealizado e supervisionado pela coordenadora Marilda Martins.
Segundo a Coordenadoria, a proposta faz parte de um trabalho desenvolvido anualmente em parceria com escolas, com o objetivo de mobilizar toda a comunidade escolar em torno da prevenção. A iniciativa estimula alunos, professores e gestores a buscarem informações com base em estudos científicos, ampliando o debate e formando multiplicadores do conhecimento.
A Escola Laís Bertoni Pereira tem demonstrado envolvimento na execução do projeto por meio da participação da direção, dos professores e dos estudantes. O tema é tratado como prioridade por atingir diferentes grupos sociais e ainda enfrentar resistência e tabus no debate público.
Com a sequência de encontros prevista até junho, a expectativa é fortalecer a informação e a prevenção no ambiente escolar, além de ampliar o alcance das orientações para além da escola, com reflexos na comunidade.
“Esse primeiro encontro marca o início de um processo importante de formação e conscientização. Até junho, queremos desenvolver um trabalho que mobilize a escola como um todo, envolvendo estudantes, professores e equipe gestora, para fortalecer a prevenção e romper tabus em torno de um tema que precisa ser tratado com seriedade e informação”, acrescentou Marilda Martins.