Diversidade cultural: educação básica de Campinas registra 230 alunos imigrantes de 29 países
A Secretaria de Educação de Campinas tem 230 estudantes imigrantes matriculados na educação infantil e no ensino fundamental. Eles nasceram em 29 países localizados nos continentes da América, Ásia, África e Europa, sendo que os maiores grupos são de três países: Venezuela, Colômbia e Haiti. Juntos, eles representam 140 alunos, o equivalente a 60,8% do total.
A presença de imigrantes contribui para ampliar a diversidade cultural das comunidades escolares envolvidas e reflete o papel de acolhimento da educação de Campinas.
Os grupos mais numerosos deixaram os países de origem por motivos como crises humanitárias, econômicas e políticas, em busca de segurança, alimentação e emprego.
“Fatores como qualidade de vida e desenvolvimento econômico tornam Campinas uma cidade atrativa. E a nossa rede de ensino é muito cuidadosa e acolhedora com a diversidade, o que torna um pouco mais confortável esse processo de adaptação para as famílias que chegam ao Brasil”, avaliou a secretária de Educação de Campinas, Patrícia Adolf Lutz.
A quantidade de estudantes imigrantes oscila anualmente. Dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE em junho do ano passado, mostram que Campinas tinha cerca de 3,1 mil imigrantes naquele ano. Estados Unidos e Haiti são as principais origens.
Países de origem dos imigrantes na educação básica de Campinas
– Venezuela, Colômbia, Haiti, República Dominicana, Angola, Peru, Cuba, Paraguai, Argentina, Equador, Afeganistão, Alemanha, Chile, Etiópia, Irlanda, Itália, Portugal, Egito, Japão, Bolívia, Congo, EUA, Marrocos, Moçambique, Paquistão, Emirados Árabes, Catar, Gabão e Bélgica.