Prefeitura de Campinas lança concorrência eletrônica para substituição de elevadores do Paço Municipal
A Prefeitura de Campinas publica nesta sexta-feira, 29 de janeiro, a Concorrência Eletrônica nº 001/2026, destinada à aquisição de 12 elevadores completos para o Paço Municipal. O edital estará disponível no Portal da Transparência, acessível pelo canto superior direito do Portal da Prefeitura (www.campinas.sp.gov.br), ou por meio do botão “Licitações”, na área de “Serviços em Destaque” do mesmo portal.
O custo estimado da contratação é de R$ 16.265.404,74, e vencerá a concorrência a empresa que apresentar o menor valor global por lote. A licitação será dividida em dois lotes: um destinado aos elevadores movidos por tração elétrica e outro aos equipamentos movidos por pistão hidráulico. A divisão leva em consideração as diferenças técnicas entre os sistemas, permitindo a participação de empresas com maior especialização em cada tipo de equipamento, o que contribui para maior eficiência no fornecimento.
Atualmente, o Paço Municipal de Campinas conta com 12 elevadores, sendo 10 por tração elétrica, instalados na época da construção do edifício, em 1969, e dois por pistão hidráulico, implantados por volta do ano 2000.
Dos equipamentos existentes, oito elevadores da torre passaram por uma modernização parcial, concluída em 1999, que contemplou apenas a substituição dos quadros de comando e a renovação estética das cabinas. Componentes essenciais para a operação, como motores, freios e limitadores de velocidade permaneceram os mesmos desde a instalação original. Já o elevador privativo do Gabinete do Prefeito recebeu apenas uma reforma estética em 2005, sem atualização dos sistemas operacionais.
Segundo a diretora do Departamento de Gestão Predial, Adriana Rangel, nos últimos anos foi registrado um aumento de aproximadamente 73% nas manutenções corretivas, o que tem resultado em maior tempo de equipamentos fora de operação e no aumento de clausuras. “Esse cenário afeta negativamente a percepção de conforto e segurança dos usuários”, destaca.
Ainda de acordo com o Departamento, as paralisações frequentes e o tempo prolongado de indisponibilidade estão relacionados, principalmente, à dificuldade de obtenção de peças de reposição, uma vez que muitos componentes dos elevadores atuais já não são mais fabricados.