Campinas terá escola com espaço inédito para educação ambiental e climática em Joaquim Egídio

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A Secretaria de Educação de Campinas terá uma escola com espaço inédito para educação ambiental e climática no distrito de Joaquim Egídio. O objetivo é iniciar a construção de uma estrutura em terreno próprio da Prefeitura até o segundo semestre de 2026 para um projeto-piloto direcionado também para a visitação dos estudantes matriculados no ensino fundamental 1 e 2, portanto, grupos que contemplam alunos e alunas de 6 a 14 anos.

A proposta, na prática, significa aprimorar a educação ambiental na rede municipal. Campinas conta com aproximadamente 18,2 mil crianças e adolescentes no ensino fundamental e a área do futuro espaço está localizada na rua Dr. Heitor Penteado.

O número de alunos e alunas que serão recebidos pela escola ainda será definido, mas a unidade ficará aberta para a visitação dos demais matriculados pela secretaria nesta etapa de educação básica.

“O objetivo é oferecer às escolas um lugar de encontro entre pessoas, saberes e natureza. Joaquim Egídio é uma das áreas mais ricas da cidade em biodiversidade e em meio às mudanças climáticas é imprescindível reafirmar que aprender é também cuidar, sentir e compartilhar”, afirmou a secretária de Educação de Campinas, Patrícia Adolf Lutz.

Planejamento

O distrito integra a Área de Proteção Ambiental (APA) de Campinas e o planejamento deste novo espaço está em elaboração pela Prefeitura. Ele deve considerar aspectos como: aproveitamento das condições naturais locais, entre eles, aproveitamento e reúso da água, energia solar, ventilação natural e vegetação; ambiente integrado à paisagem; adaptações para garantir inclusão e acessibilidade dos usuários; uso de matérias-primas ecoeficientes e de baixo impacto ambiental; e valorização do ciclo de vida dos materiais e das construções.

A previsão é de que esta unidade de ensino com educação ambiental e climática funcione como um espaço vivo de aprendizagens múltiplas, integrando natureza, cultura e pedagogia.

Campinas conta atualmente com sete centros de educação ambiental distribuídos por diferentes áreas da cidade administrados por diferentes órgãos e instituições. O objetivo da Educação, com o novo modelo, é ter um espaço exclusivo direcionado às unidades de ensino para fortalecer as políticas pedagógicas sobre educação ambiental.

Entre os recursos previstos estão: 

O projeto prioriza a preservação das árvores nativas e prevê ações de reflorestamento e recuperação ecológica inspiradas em princípios da agrofloresta e da agroecologia, integrando também saberes quilombolas, indígenas e de outros povos tradicionais. 

No entorno, a unidade de ensino deve priorizar a pausa e escuta para:
 

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