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Vacinação para idosos acima de 85 anos: tranquilidade marca o 1º dia

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O primeiro dia de vacinação contra a Covid-19 exclusivamente para idosos entre 85 e 89 anos ocorre com tranquilidade nos dois Centros de Vacinação em Campinas. A capacidade é de mil pessoas em cada centro e a meta é imunizar seis mil idosos nesta faixa etária. E para manter esse ritmo tranquilo de trabalho, a Secretaria de Saúde alerta que as pessoas que não fizerem agendamento prévio não receberão a dose de vacina.

O agendamento deve ser feito pelo site www.vacina.campinas.sp.gov.br ou pelo telefone 160. Ainda têm vagas disponíveis para o final de semana, mas para hoje e amanhã não há mais horários.


Vale ressaltar que quem não agendar previamente não será vacinado. “É muito importante que as pessoas agendem seu horário no site, inclusive para ter mais conforto e para evitar aglomerações, distribuindo as pessoas ao longo do dia”, reforçou a médica infectologista e coordenadora da Vigilância do Agravo de Doenças da Prefeitura, Valéria Almeida. “Inclusive também porque temos quantidades limitadas de doses e capacidade operacional limitada”, completou a médica.
 

Os idosos com mais de 90 anos que não foram vacinados anteriormente também estão contemplados nesta etapa.
 

Os dois centros de imunização abertos até o momento são no Centro de Vivência dos Idosos (Avenida Dr. Heitor Penteado, s/nº) e no Caic Vila União (Rua José Augusto de Mattos, s/nº).


A vacinação é realizada entre 8h e 22h todos os dias.  

Os dois locais contam com esquema de atendimento por “Drive-Thru”. A vacinação dentro do carro é somente para os idosos que não conseguem se locomover de nenhum jeito. Quem consegue caminhar, mesmo que devagar, deve ir no atendimento normal.
 

No caso dos idosos que estão acamados e que não conseguem sair de casa, a família deve procurar o centro de saúde mais próximo para que uma equipe de vacinação volante possa ir até a casa da pessoa.
 

Hoje, antes mesmo de abrir o centro de vacinação, teve gente que chegou bem antes do horário para garantir sua dose. “Tanto o idoso quanto a família estão ansiosos para receber a vacina. Mas não há necessidade de chegar antes. Todo mundo que estiver dentro dos critérios para esta etapa e agendamento prévio será atendido”, disse Valéria.



Cuidados

A médica lembra também que esta é a primeira dose de duas que são necessárias para garantir a proteção contra o vírus. Só a primeira dose ainda não garante a imunidade. Os cuidados como o uso de máscaras, distanciamento social, usar álcool em gel e lavar as mãos devem continuar. “Não vamos poder abandonar estes hábitos enquanto tiver a circulação do vírus”, orientou a Valéria.


Vacinados

Maria Nilza Silveira, de 85 anos, foi uma das vacinadas hoje. Ela disse que não teve problemas com a injeção, que não doeu nada. “Foi muito melhor do que ver os outros tomarem”, disse ela. “A quarentena foi muito difícil para mim e tomar essa dá uma sensação de esperança”, declarou.


O policial aposentado Lívio Lino da Silva, de 87 anos, foi acompanhado da esposa Jandira da Silva, de 52 anos. Preocupados com a doença causada pelo novo coronavírus, eles revelaram que a vacina chegou bem na hora que eles estavam começando a ficar com mais medo. O casal não tem saído de casa desde que começou a quarentena. “Não vou nem no portão do prédio”, disse Lívio. “Essa vacina para mim é merecida, servi a vida toda a população nas forças públicas de polícia de bombeiros”, falou. E o casal concorda que vai continuar tomando todos os cuidados até que todos em casa estejam vacinados com as duas doses.

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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