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Usina Verde de Campinas está em fase final de montagem da estrutura

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A Usina Verde de Campinas, que produz adubo orgânico a partir de resíduos de poda de árvores, restos de frutas e lodo de esgoto, está na fase final da montagem da estrutura, que ficará completa até o fim de fevereiro. Estão sendo instaladas coberturas sobre o terreno onde fica esse material, fundamentais para garantir e otimizar a operação dos processos de compostagem, que é feita com máquinas, e evitar a atração de aves.

A cobertura é de polietileno de alta densidade, transparente, um material resistente e durável, instalada sobre uma estrutura metálica. Está sendo instalada em sete pavilhões e vai abranger uma área total de 200 metros por 75 metros.

A Usina Verde começou a funcionar, em forma de piloto, no início de 2020. Em novembro, foi oficialmente inaugurada. Recebe cerca de 100 toneladas diárias de material e transforma em adubo orgânico, que rendem aproximadamente 30 toneladas do composto.

Inicialmente, o adubo começou a ser utilizado no cultivo de espécies arbóreas e de flores, no Viveiro Municipal, e em experimentos com sementes, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e agora foi ampliado e está sendo utilizado pelo Departamento de Parques e Jardins (DPJ) principalmente em canteiros e áreas onde são plantadas flores, mudas de árvores e feita troca de grama.

Transformar esses resíduos em adubo orgânico, além da riqueza de nutrientes, traz ganhos financeiros e ambientais à cidade. De acordo com o secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, o material deixa de ir para aterro sanitário, liberando mais espaço, e gerando economia. E, por passar pelo processo de compostagem, deixa de gerar chorume e emitir gás metano, um dos mais maléficos à camada de Ozônio.

A implantação e o funcionamento da Usina é uma parceria da Secretaria Municipal de Serviços Públicos com a Sanasa, a Ceasa (Centrais de Abastecimento de Campinas) e o IAC (Instituto Agronômico de Campinas). A Usina fica numa área de 17 hectares dentro da Fazenda Santa Elisa, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC).

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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