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Semana Guilherme de Almeida traz mais poesia à cidade

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A tradicional Semana Guilherme de Almeida, que revisita a vida e obra do ilustre campineiro, considerado o “Príncipe dos Poetas”, volta a movimentar a cidade no início de julho. A pré-abertura acontece na próxima segunda, dia 1º, às 19h30, na Academia Campinense de Letras, com palestra da educadora Ana Maria Melo Negrão. Esta edição marca os 50 anos de morte do homenageado
A abertura oficial será no dia 4 de julho, quinta, das 10h às 12h, na Praça Guilherme de Almeida (em frente ao Palácio da Justiça), com uma série de atrações. Estão na programação a apresentação das bandas da EsPCEx e da Polícia Militar, esquete, declamação poética, entrega de poesias e doação de livros, com a participação do Portal do Poeta Brasileiro e de autores campineiros.
No mesmo dia, às 15h, na Biblioteca Pública Guilherme de Almeida, em Sousas, haverá exposição, declamação e música. Já na sexta, 5, às 12h, no saguão do Paço Municipal, o Coro Carlos Gomes fará uma apresentação, com regência do maestro Leandro Gouveia. Também haverá atividades poéticas.
No domingo, 7, às 10h, na praça do Centro de Convivência, o público poderá conferir apresentação da Banda da Polícia Militar e artes cênicas com a Cia. Cenarte e Portal do Poeta Brasileiro.
Outra atividade ao ar livre acontece no dia 11, quinta, às 10h, na Praça Beira Rio, em Sousas, com entrega de poesias e doação de livros e esquete da Cia. Cenarte. 
O encerramento da Semana acontece também no dia 11, no Teatro Castro Mendes, às 20h, com recital dos cantores da Abal, performance da Cia. Cenarte, música com Meninos Cantores de Campinas e entrega do diploma Mérito Cultural aos homenageados Margareth Reali e Duda Moura.
Para a realização da Semana Guilherme de Almeida, a Coordenadoria de Bibliotecas da Secretaria de Cultura de Campinas contou com a comissão organizadora, integrada por representantes da Academia Campinense de Letras, Academia Campineira de Letras e Artes, Associação Brasileira Carlos Gomes de Artistas Líricos, Câmara Municipal de Campinas, Centro de Ciências, Letras e Artes, Rotary Clube Carlos Gomes, Portal do Poeta Brasileiro, Bibliotecas Públicas Municipais, Companhia Teatral Cenarte, Conservatório Carlos Gomes, MECA,  EsPCEx, PM e Ateliê Lisa França.
Toda a programação tem entrada gratuita.
O Príncipe dos Poetas
Guilherme de Almeida, poeta e ensaísta, nasceu em Campinas, em 24 de julho de 1890, e faleceu em São Paulo, em 11 de julho de 1969. Filho do jurista e professor de Direito Estevam de Almeida, estudou nos ginásios Culto à Ciência, de Campinas, e São Bento e Nossa Senhora do Carmo, de São Paulo. Cursou a Faculdade de Direito de São Paulo, onde colou grau de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1912. Dedicou-se à advocacia e à imprensa em São Paulo e no Rio de Janeiro. Foi redator de O Estado de São Paulo, diretor da Folha da Manhã e da Folha da Noite, fundador do Jornal de São Paulo e redator do Diário de São Paulo.
A publicação do livro de poesias Nós (1917), iniciando sua carreira literária, e dos que se seguiram, até 1922, de inspiração romântica, colocou-o entre os maiores líricos brasileiros. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, fundando depois a revista Klaxon. Percorreu o Brasil, difundindo as ideias da renovação artística e literária, através de conferências e artigos, adotando a linha nacionalista do Modernismo, segundo a tese de que a poesia brasileira “deve ser de exportação e não de importação”. Os seus livros Meu e Raça (1925) exprimem essa orientação fiel à temática brasileira.
A sua entrada na Casa de Machado de Assis significou a abertura das portas aos modernistas. Formou, com Cassiano Ricardo, Manuel Bandeira, Menotti del Picchia e Alceu Amoroso Lima, o grupo dos que lideraram a renovação da Academia. Em concurso organizado pelo Correio da Manhã foi eleito, em 16 de setembro de 1959, “Príncipe dos Poetas Brasileiros”.
Foi membro da Academia Paulista de Letras; do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; do Seminário de Estudos Galegos, de Santiago de Compostela, e do Instituto de Coimbra. Traduziu, entre outros, os poetas Paul Géraldy, Rabindranath Tagore, Charles Baudelaire, Paul Verlaine e, ainda, a peça “Entre quatro paredes”, de Jean Paul Sartre.
 

Serviço
Semana Guilherme de Almeida
Programação disponível no link 
https://semanaguilhermedea.wixsite.com/2019  

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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