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Secretaria do Verde e Ciesp debatem plano de combate à mudança climática

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A secretária do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS) de Campinas, Andréa Struchel, apresentou em encontro virtual nesta sexta-feira, dia 4 de dezembro, a Política Municipal de Combate às Mudanças Climáticas ao Departamento de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho do Centro das Indústrias do Estados de São Paulo (Ciesp) de Campinas.

 

A Política Municipal foi instituída pela Lei nº 16.022, (https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaroriginal/id/136363) em novembro passado, e propõe reduzir em 5% a emissão de gases de efeito estufa e poluentes atmosféricos no município até o ano de 2025. A meta é chegar a 32% de redução das emissões até o ano de 2060.

 

Segundo Struchel, o evento integra a série de diálogos sobre o tema que a SVDS quer alavancar com entidades e com a sociedade civil. “As alterações climáticas são parte de uma realidade que precisa ser enfrentada com a máxima urgência. Nesse contexto, o convite do Ciesp Campinas foi importante para iniciar nossos diálogos de gestão na área, uma vez que a indústria tem um papel estratégico nessa pactuação”, diz.

 

Para a secretária, a questão das mudanças climáticas tem grande abrangência na gestão municipal, e vai muito além da temática ambiental. “Ao longo dos últimos anos, Campinas passou de uma cidade com iniciativas tangenciais ou indiretas relacionadas ao clima para um papel de protagonismo no tema, sendo convidada a compartilhar suas experiências em diversas ocasiões. Liderando uma região metropolitana de vinte cidades e mais de três milhões de habitantes, o exemplo de Campinas tem fomentado a discussão e as iniciativas regionais”, afirma.

 

O plano

 

Para elaborar a Política Municipal de Enfrentamento dos Impactos da Mudança do Clima e da Poluição Atmosférica de Campinas, a Prefeitura tomou como base as informações do Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa e Poluentes Atmosféricos da Região Metropolitana de Campinas (RMC), lançado em maio de 2019.

 

“Ainda temos muito trabalho pela frente, com a elaboração do plano que vai detalhar a implementação da política de enfrentamento em nível local”, conta Struchel.

 

O Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa e Poluentes Atmosféricos da Região Metropolitana de Campinas foi custeado por Campinas para toda a região metropolitana. O estudo oferece um panorama de como está hoje a qualidade o ar na região e quais as principais fontes emissoras. O trabalho foi motivado pelos efeitos do aumento dos gases de efeito estufa na atmosfera, que contribui para a rápida mudança no clima do planeta.

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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