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Saúde aplicou mais de 25,8 mil doses das vacinas contra pólio e sarampo

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Na primeira semana da Campanha de Vacinação contra pólio e sarampo, a Secretaria Municipal de Saúde de Campinas aplicou mais de 25,8 mil doses das duas vacinas. Deste total, 13 mil doses imunizaram crianças contra pólio e outras 12,8 mil contra sarampo. Os dados referem-se às vacinas aplicadas de 4 a 9 de agosto. 

 

Para o próximo sábado, 18, está previsto o segundo Dia D da Campanha. Na ocasião, todos os centros de saúde e outros postos volantes estarão abertos para vacinar as crianças.

 

A campanha segue até 31 de agosto e é voltada para crianças entre 1 ano e 4 anos, 11 meses e 29 dias, mesmo que a carteira de vacinação esteja atualizada.

 

“Este ano a vacinação será feita de forma indiscriminada, em que todas as crianças desta faixa etária serão imunizadas, mesmo as que já estão com esquema vacinal completo. A campanha contra a poliomielite e o sarampo é uma oportunidade adicional para atingir crianças não vacinadas ou aquelas que não obtiveram resposta imunológica satisfatória à vacinação, minimizando o risco de adoecimento”, afirma a diretora do Devisa, Andrea von Zuben.

 

A meta é vacinar 95% das 56.790 crianças nesta faixa etária. Para receber as doses, é preciso levar documento e carteira de vacinação. Além dos Dias D, durante a semana, as vacinas estão disponíveis em todos os centros de saúde.

 

Em julho, a Secretaria de Saúde de Campinas fez um alerta para os casos de sarampo no Brasil e chamou a atenção das pessoas para a vacinação.

 

Sarampo

 

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmitida pela fala, tosse e espirro. É extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina. Pessoas de qualquer idade podem contrair a doença.

 

Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo. Atualmente, empreende esforços para manter o certificado, já que o país registrou surtos e casos isolados da doença. Campinas não tem registros de sarampo. No entanto, existe a necessidade da vacina, já que há casos confirmados em outros locais.

 

Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos de sarampo: em Roraima e no Amazonas. Além disso, alguns casos isolados foram identificados nos estados de Rio de Janeiro; Rio Grande do Sul; Pará, Rondônia e São Paulo. O reaparecimento da doença está relacionado às baixas coberturas vacinais no País. Em Campinas, dados parciais de 2018 mostram que a cobertura da primeira dose da vacina (tríplice viral) está por volta de 96,09%, já a segunda dose, em 77,7%.

 

No mundo, há registros de casos de sarampo em alguns países da Europa e das Américas.

 

Os sintomas do sarampo são:

 

Poliomielite

 

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), três países ainda são considerados endêmicos (Paquistão, Nigéria e Afeganistão). O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem.

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Estabelecimentos poderão funcionar até meia-noite a partir de 1º de agosto

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A Prefeitura de Campinas informou que seguirá as medidas anunciadas nesta quarta-feira, dia 28 de julho, pelo Governo do Estado referentes ao Plano São Paulo de combate à pandemia de coronavírus. As regras de flexibilização serão publicadas em decreto no Diário Oficial do Município de sexta-feira, dia 30 de julho.

 

A partir de domingo, dia 1º de agosto, o limite de horário de funcionamento de comércios, serviços em geral e espaços religiosos será estendido de 23h para meia-noite.

 

A capacidade de ocupação nos estabelecimentos, atualmente em 60%, passará para 80%. As novas regras da fase de transição terão validade de 1º até 16 de agosto.

 

O município mantém o respeito aos protocolos, uso obrigatório de máscaras em ambientes de acesso público e passa a seguir o distanciamento mínimo de pelo menos um metro entre os alunos nas salas de aula das escolas públicas e particulares.

 

A partir do início do próximo mês, também não haverá mais toque de recolher durante as madrugadas.

 

O acesso de clientes a shoppings, galerias, lojas de rua, bares e restaurantes deverá ser interrompido às 23h, com atendimento permitido até meia-noite. Todas as atividades econômicas devem obedecer aos protocolos de segurança sanitária.

 

Os eventos que geram aglomerações – casas noturnas, shows de médio e grande porte, competições esportivas com público, etc.– continuam proibidos.

 

Fica mantida a recomendação de escalonamento de horários de entrada e saída para trabalhadores dos setores de comércio, serviços e indústrias. Também seguem liberadas as celebrações individuais e coletivas em igrejas, templos e espaços religiosos, sob rígido cumprimento de protocolos de higiene e distanciamento social.

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Parceria entre Saúde Municipal e empresas inicia vacinação em Campinas

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A vacinação contra a Covid-19 na Arcor do Brasil, primeira empresa parceira da Prefeitura de Campinas no projeto criado para acelerar a aplicação de doses no município, foi iniciada na manhã desta quarta-feira, dia 28 de julho. Até as 17h, foram vacinados 32 dos 445 funcionários que fazem parte de grupos contemplados na campanha (pessoas a partir de 30 anos; com comorbidades a partir dos 18 anos, entre outros).

 

A imunização destes públicos será realizado até sexta-feira, 30 de julho, nos três turnos de trabalho da empresa (manhã, tarde e noite).

 

“A importância para nós é poder contribuir de forma integral nas comunidades que atuamos e na sociedade em geral, proporcionando um ambiente seguro e saudável para nossos colaboradores e familiares”, diz Geraldo Netto, diretor de Capital Humano da Arcor do Brasil.

 

Desde 20 de julho, data da publicação do chamamento público, 26 empresas aderiram à parceria. Juntas, as organizações representam 71.890 trabalhadores, sendo que 22.767 fazem parte dos grupos que estão sendo vacinados nos centros de saúde do município. 

 

Para a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), Andrea von Zuben, a parceria com as organizações é muito importante. “A Saúde Pública agradece a cooperação das empresas para acelerar a vacinação dos campineiros”, afirma.   

 

As empresas que aderem à parceria são avaliadas pelo Devisa. Se aprovadas, recebem treinamento, vacinas e insumos para aplicação. Em contrapartida, se responsabilizam por vacinar os funcionários dos grupos que estão sendo imunizados pela Secretaria de Saúde. 

 

Para serem aprovadas, as empresas precisam cumprir alguns requisitos. Entre eles, ter um profissional de enfermagem para a aplicar as doses e duas pessoas para cuidar da digitação dos dados exigidos pelo sistema.

 

 

Ampliação

 

 

Nesta quarta-feira, a Prefeitura de Campinas ampliou as parcerias para acelerar a vacinação. Com isso, além das empresas, estabelecimentos de ensino situados no município também poderão aderir à estratégia para vacinar seus alunos. Até então, apenas os funcionários destas instituições poderiam ser vacinados. Importante lembrar que a medida contempla os grupos atendidos atualmente no programa de vacinação da cidade.

 

As empresas e instituições de ensino que tiverem interesse devem fazer a adesão pelo site https://vacina.campinas.sp.gov.br/vacinas/covid-19.

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São Caetano do Sul busca em Campinas modelo para cuidados com animais

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O Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA) de Campinas, órgão vinculado à Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente de Desenvolvimento Sustentável (SVDS), recebeu nesta semana a visita do vereador de São Caetano do Sul, município do interior de São Paulo, Ubiratan Figueiredo, que trabalha pelo ativismo animal. 

 

 

Acompanhado de sua comitiva e assessores, o vereador conheceu as políticas públicas relacionadas à causa animal praticadas por Campinas e que são consideradas referência para todo o País. A DPBEA já recebeu mais de 50 visitas de parlamentares de outras cidades que vieram conhecer o trabalho realizado na cidade.

 

 

O parlamentar foi recebido pelo diretor do departamento, Vagner Bellini, que apresentou o trabalho desenvolvido no departamento. “Normalmente, a preocupação de quem visita o departamento é entender como nós fazemos funcionar nosso serviço de castração, que é exemplar”, explicou Bellini.

 

 

O diretor do DPBEA explicou que muitas prefeituras têm dificuldades em usar os recursos públicos para ações na causa animal, mas Campinas consegue avançar nesse sentido. “O segredo é a utilização do Fundo de Recuperação, Manutenção e Preservação do Meio Ambiente (PROAMB), que começou a operacionalizar financeiramente, de forma expressiva, a partir de 2013, quando o secretário do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas, Rogério Menezes, potencializou as operações considerando sua importância institucional em relação às demandas ambientais prioritárias do município”, detalhou Bellini.

 

 

Ele acrescentou que é fundamental manter a transparência e a participação da sociedade por meio de sua representação, que em Campinas acontece com a parceria do COMDEMA (Conselho Municipal de Meio Ambiente). 

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