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Reunião estabelece protocolo de atendimento a grupo indígena da Venezuela

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Uma reunião realizada na tarde desta sexta-feira, dia 28 de fevereiro, teve como pauta a definição de um protocolo de atendimento aos indígenas venezuelanos da etnia Warao que buscam refúgio no Brasil, inclusive com a presença de um grupo em Campinas. Promovida pela Prefeitura, a reunião também visou organizar as ações das diferentes políticas públicas envolvidas na questão.
O encontro seguiu orientações transmitidas previamente pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU). Participaram representantes campineiros das áreas de Assistência Social, Direitos Humanos, Saúde e Conselho Tutelar.
A reunião permitiu o compartilhamento de informações sobre os Waraos, suas características culturais e suas necessidades. Também foram definidas tarefas para cada setor, principalmente as relacionadas ao acompanhamento em saúde. É consenso que as ações relacionadas à saúde, como um todo, são as mais emergenciais e necessárias para evitar impactos de separação do grupo, com consequências psicológicas, emocionais e culturais.
Paralelamente, iniciativas da Prefeitura de Campinas terão continuidade e serão reforçadas, como as abordagens das equipes do SOS Rua e Movimento Vida Melhor, entidades conveniadas pela Assistência Social. Outro aspecto abordado é o acompanhamento da situação dos documentos desses indivíduos, trabalho realizado pelo Serviço de Referência ao Imigrante, Refugiado e Apátrida da Secretaria de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos (SMASDH).
Segundo o diretor do Departamento de Direitos Humanos da SMASDH, Fábio Custódio, o encontro desta sexta-feira foi necessário porque, devido à grande diferença cultural existente entre esse grupo específico de venezuelanos e os brasileiros, eles continuam praticando ações de coleta de doações nas ruas centrais da cidade, apesar das abordagens dos técnicos municipais e da oferta dos serviços mantidos pelo município.
O diretor informou que na próxima semana, a Secretaria receberá representantes do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), e também dará continuidade aos contatos com Exército, um dos órgãos responsáveis pelo Programa de Interiorização do Governo Federal. O objetivo do trabalho conjunto é avançar na compreensão da situação e buscar alternativas de qualificação do atendimento ao grupo de venezuelanos.
Atendimento
O primeiro grupo da etnia Warao desembarcou em Campinas há cerca de duas semanas. Na ocasião, foram atendidos e encaminhados ao Albergue Municipal (SAMIM), onde ficaram abrigados por dois dias. Após esse período, optaram por partir para Hortolândia, onde encontram-se no momento. Nesta semana, um segundo grupo, da mesma etnia, também foi identificado em Campinas. 
Além do rápido encaminhamento do grupo para o Samim, os serviços que executam ações de abordagem nas ruas – SOS Rua e Movimento Vida Melhor (MVM), assim como o Serviço de Referência ao Imigrante, Refugiado e Apátrida – têm atuado no sentido de estabelecer contatos, quebrar barreiras e apresentar os serviços públicos que estão disponíveis à população. Outra prioridade tem sido alertá-los para que não permitam que crianças e adolescentes permaneçam em situação de mendicância ou trabalho infantil.
Os serviços de abordagem manterão as tentativas de contato, buscando adesão aos serviços municipais. Assim sendo, a população pode colaborar informando sobre a presença desses indivíduos nas ruas da cidade ao SOS Rua por meio do telefone (19) 3253-4512.

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Profissionais de Campinas fazem teleconferência com médico da Itália

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Representantes da Prefeitura de Campinas participaram na manhã desta quarta-feira, dia 8 de abril, de uma teleconferência com o médico intensivista Marcelo Dell’Aringa, que mora em Novara na Itália, a fim de trocar experiências e ideias sobre o enfrentamento do novo Coronavírus (Covid-19). O médico, formado pela USP, trabalha na resposta ao Covid-19, enquanto realiza doutorado em Saúde Global e Medicina de Desastres na Universidade do Piemonte e Universidade Livre de Bruxelas.

 


 

 

 


Durante a conversa, que contou com o diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, e da médica veterinária do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), Mayana Tomáz, Dell’Aringa contou que a população tem colaborado com as estratégias do governo. “A partir do momento em que o lockdown nacional foi estabelecido, houve um respeito enorme da população pelas medidas adotadas, que foram ficando mais rígidas ao longo do tempo”, explicou.

 

 

 

Segundo ele, no momento, a polícia e o exército controlam o deslocamento das pessoas e é preciso justificar as saídas de casa. “Percorro 35 quilômetros na ida e volta para ir ao trabalho e no final de semana fui parado duas vezes. Se o cidadão não justificar sua saída, pode haver multa e até prisão”, contou.

 

 

 

Testes

 

Dell’Aringa também ressaltou que o decréscimo, que está ocorrendo agora na Itália, é multifatorial e que a situação poderia ter sido diferente se as medidas de isolamento tivessem sido tomadas antes ou se a população adotasse o uso das máscaras para todos, o que têm um efeito protetor.

 

 

 

Com relação aos testes, ele ressaltou que as indicações são influenciadas pelo momento da epidemia e pela disponibilidade. Atualmente, o Ministério da Saúde da Itália preconiza a reserva dos testes prioritariamente para os sintomáticos e os seus contatos nas 48 horas precedentes ao aparecimento dos sintomas. No entanto, caso haja a impossibilidade de realizar o teste em todos esses, há uma série de prioridades definidas como: pacientes com quadro respiratório grave, pacientes internados e residentes de instituições de saúde e casas de repouso que apresentem quadro respiratório agudo. Os testes também podem ser aplicados a profissionais de saúde mesmo com sintomatologia leve, profissionais que trabalham em casa de repouso (mesmo sem sintomas), grupos de risco e casos iniciais em comunidades fechadas.

 

 

 

 

Na teleconferência, também foram abordadas questões como o colapso do sistema de gestão de cadáveres, funcionamento de serviços essenciais e estruturação da saúde para atender aos pacientes com Covid-19.

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Canal “Cultura Abraça Campinas” apresenta programação diversificada

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Música, literatura, dança, artes visuais, cênicas, economia criativa e muito mais pode ser acompanhada pelo público no canal do youtube da Secretaria de Cultura de Campinas, Cultura Abraça Campinas. Neste espaço, os artistas continuam fazendo o que sabem com maestria: tocar as pessoas.

 


Por meio dele, os visitantes têm acesso a uma programação cultural virtual, de modo que as expressões culturais sejam ligadas pelo fio da solidariedade e prevaleçam nestes tempos de pandemia e isolamento social. 

 

Além de acompanhar o Canal, os artistas podem participar enviando seu conteúdo para culturaabraca@campinas.sp.gov.br


 

Programação da semana

08/04 (quarta), às 19h – “Esperteza do Armeida” (Caipira Januário), Sia Santa

09/04 (quinta), às 19h – “Um giro por Campinas – Parte II”, Museu da Cidade de Campinas

09/04 (quinta), às 19h – “Visitinha às Estrelas”, Instrumentália

10/04 (sexta), às 19h – “Allegro” (Beethoven), Gláucia Pinotti e Rogério Peruchi

11/04 (sábado), às 15h – “Não quero ficar feio”, Elaine Pompom e Xaropinho

11/04 (sábado), às 19h – Concerto “Diretas Já” (Parte 2)  – Temporada 2019 – Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas

12/04 (domingo), às 15h – “Vírus”, Jésus Sêda

12/04 (domingo), às 19h – “Comece a fazer em casa tudo o que faria fora”, Samuel de Monteiro (Cordel)

 

 

 

Cultura Abraça Campinas: https://www.youtube.com/channel/UCieYuKccyRR-GlMTCOjs-oQ/featured

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Consumidores denunciam preços abusivos ao Procon.SP

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O Procon.SP, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania, tem recebido por meio de suas redes sociais denúncias de consumidores que tiveram problemas relacionados ao avanço do coronavírus. Até o dia 6 de abril, foram registradas 2.831, sendo que a maior parte (1.706 ou 60% do total) refere-se a preços abusivos de álcool em gel e outros itens.

No dia 19 de março, quando os relatos começaram a ser recebidos, somavam 394 consumidores que tiveram problemas relativos ao coronavírus, o que aponta um crescimento de 618% nas denúncias. No tocante a preços abusivos, principalmente de álcool em gel, o aumento foi de 590% (de 247 denúncias em 19/3 para 1.706 em 6/4).


É inadmissível que empresas aumentem de forma abusiva os preços de itens necessários à população durante a pandemia. O Procon.SP está fiscalizando estabelecimentos no Estado de São Paulo a fim de averiguar a prática – de 16 de março a 6 de abril, equipes percorreram 1.004 farmácias, supermercados, hipermercados, etc de 83 cidades.

Desse total, 777, ou seja, 77%, foram notificados a apresentar notas fiscais de venda ao consumidor final e de compra junto aos seus fornecedores de álcool em gel e máscaras, no período de janeiro a março, para comparação e assim verificação de eventual aumento abusivo sem justa causa.

Além da capital já foram fiscalizadas as cidades de: Agudos, Álvares Machado, Areiópolis, Assis, Avaré, Barra Bonita, Barretos, Bauru, Bebedouro, Bertioga, Boituva, Botucatu, Cabreúva, Campinas, Cardoso, Cerqueira César, Cubatão, Diadema, Dracena, Duartina, Fernandópolis, Franca, Garça, Guaíra, Guapiaçu, Guararema, Guaratinguetá, Guarujá, Hortolândia, Ibitinga, Igarapava, Iperó, Itanhaém, Itapetininga, Itápolis, Itu, Itupeva, Jaboticabal, Jacareí, Jaú, Jundiaí, Lençóis Paulista, Lorena, Mauá, Mongaguá, Monte Azul Paulista, Olímpia, Ourinhos, Palestina, Paraguaçu Paulista, Pederneiras, Pilar do Sul, Pindamonhangaba, Porto Feliz, Potim, Pradópolis, Pratânia, Presidente Prudente, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rio Grande da Serra, Riolândia, Rosana, Salto, Salto de Pirapora, Santa Albertina, Santa Cruz do Rio Pardo, Santa Fé do Sul, Santa Isabel, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, São Manuel, Serrama, Sumaré, Tatuí, Taubaté, Valinhos, Viradouro e Votuporanga.


O consumidor que se deparar com algum valor de produtos ou serviços relacionados ao coronavírus que considere abusivo, pode recorrer ao Procon.SP.

Considerando a orientação de manter o isolamento e evitar sair de casa, o Procon.SP disponibiliza canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar os consumidores: via internet (www.procon.sp.gov.br), aplicativo – disponível para Android e iOS – ou via redes sociais, marcando @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.

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