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Regularização fundiária na pauta de reunião com moradores do Campo Belo

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Técnicos da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab-Campinas) e da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) reuniram-se com diversas lideranças do entorno do Aeroporto Internacional de Viracopos a fim de tratar de assuntos referentes ao processo de regularização fundiária na região, na manhã desta segunda-feira, 25 de junho.

 

 

 

 

Na abertura do encontro, que aconteceu no Auditório João de Barro, sede da Cohab-Campinas, o secretário de habitação e presidente da Cohab-Campinas, Samuel Rossilho, convocou as lideranças para um trabalho conjunto visando evitar empecilhos que possam travar o processo que está sendo desenvolvido na região.

 

 

 

 

“Este é um encontro que vai oferecer a vocês informações técnicas mas eu fiz questão de vir aqui para pedir o apoio incondicional de todas as lideranças. Estamos lidando com uma situação que se arrasta há anos e que, antes da administração Jonas Donizette, ninguém teve a coragem de enfrentar. Nosso projeto de regularização fundiária envolve 111 núcleos, sendo 18 na área do entorno de Viracopos onde vocês vivem, mas nós precisamos, encarecidamente, que vocês não permitam o surgimento de novas ocupações e nem adensamentos, sob pena de interromper todo o processo. Vocês estão vendo que já levamos a energia elétrica ao Jardim Itaguaçu, as ligações individualizadas de água também estão sendo providenciadas em outros núcleos e vamos dar continuidade ao processo, mas vocês precisam nos ajudar nessa luta”, reforçou.

 

 

 

 

De acordo com o diretor técnico da Cohab-Campinas, Jonatha Pereira, a finalidade da regularização fundiária é integrar os assentamentos irregulares ao contexto legal das cidades.

 

 

 

 

“Nosso trabalho é complexo e inclui medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais para que os núcleos sejam inseridos na malha urbana. Nosso trabalho é silencioso, mas eficiente. Para vocês terem uma ideia, já temos um mapeamento completo com fotos de cada rua dos 18 núcleos que compõem a área de vocês. Só pedimos agora que vocês orientem os moradores para que recebam nossos técnicos porque as visitas às residências serão necessárias a fim de que a gente conheça a realidade de cada família”, reforçou.

 

 

 

 

Segundo o presidente da Associação Projeto Djavan e morador do Jardim Marisa, Sebastião dos Santos Silva, é hora dos moradores se unirem.

 

 

 

 

“Até hoje o que faltou foi a união entre nós, moradores. Além disso precisamos apoiar os funcionários da Cohab e da Sehab neste desafio de enfrentar as batalhas que estão por vir nessa nossa luta incessante pelo direito à moradia”, completou.

 

 

 

 

O presidente da Associação de Moradores do Jardim Columbia e Cidade Universitária, José Francisco da Silva, o Mineiro, agradeceu o empenho desta administração e aproveitou a oportunidade para entregar um abaixo-assinado solicitando a construção de uma escola para a região. Em resposta, ouviu do secretário Rossilho que a possibilidade de atender este pedido é real.

 

 

 

 

“Nós já conhecíamos esta necessidade de vocês e adianto que já conversamos com a secretária de Educação, Solange Villon Kohn. E se tudo caminhar como estamos prevendo, serão destinadas pra região, não uma, mas duas escolas com projetos atuais, arquitetura moderna e com inovação tecnológica”, disse.

 

 

 

 

Participaram ainda do encontro o diretor comercial, administrativo e financeiro da Cohab-Campinas, Valter Greve e o assessor especial da Cohab-Campinas Edgar Diniz.

 

 

 

 

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Vereador cobra informações sobre trechos defeituosos nos corredores do BRT

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O vereador Rodrigo da Farmadic (DEM) protocolou requerimento à prefeitura pedindo explicações em relação a trechos do BRT (Bus Rapid Transit) que considera defeituosos. “Diante dos relatos que tenho recebido sobre buracos e problemas na pavimentação de alguns pontos da obra do BRT, requeiro informações sobre as providências que devem ser tomadas pela empresa responsável pelas obras. Sabemos que o BRT é uma obra que vai trazer um benefício inestimável à mobilidade urbana, mas não podemos deixar que efeitos colaterais prejudiquem a população”, diz.

Para o parlamentar, o Executivo deve providenciar imediatamente os consertos e ajustes necessários, antes mesmo da inauguração da totalidade da obra.  “Entendemos que os reparos devem ser feitos imediatamente após a constatação dos danos, priorizando a utilização das melhores práticas construtivas e minimizando o impacto aos motoristas que já vêm sofrendo com estes buracos e falhas”, afirma.

No requerimento, Farmadic solicita informações sobre o procedimento adotado no canteiro de obras em relação a anomalias (buracos, fissuras, depressões, desmanche) aferidas na pavimentação em decorrência das obras do BRT. Ele também questiona em que prazo a manutenção deve ocorrer.

“Também queremos saber qual é a disposição contratual específica aplicável em face da empresa responsável, quanto à manutenção das anomalias aferidas nas vias liberadas para trânsito. E, considerando a recorrência dos problemas reportados, se há controle efetivo de fiscalização sobre as práticas de engenharia e materiais utilizados pela empresa responsável”, afirma.

Por fim, conclui o vereador, caso a resposta a este último questionamento seja afirmativo, a prefeitura deve informar se o controle e as práticas estão de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Municipalidade.

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Primeira vacinada do país, enfermeira Mônica Calazans ajuda a salvar vidas em SP

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A enfermeira Mônica Calazans, 54, é a primeira brasileira imunizada com a vacina do Butantan contra a COVID-19 no país. Mulher, negra e com perfil de alto risco para complicações provocadas pelo coronavírus, não deixou de atuar nos hospitais da capital paulista para ajudar a salvar vidas. Para Mônica, a campanha de imunização é uma oportunidade de recomeço para toda a população do Brasil.

“Não é apenas uma vacina. É o recomeço de uma vida que pode ser justa, sem preconceitos e com garantia de que todos nós teremos as mesmas condições de viver dignamente, com saúde e bem-estar”, afirmou a enfermeira, que é obesa, hipertensa e diabética.

Em maio, quando a primeira onda da pandemia entrava na fase de pico em São Paulo, Mônica decidiu se inscrever para vagas de enfermagem com contrato por tempo determinado. Entre vários hospitais, escolheu trabalhar no Instituto de Infectologia Emílio Ribas mesmo sabendo que estaria no epicentro do combate ao coronavírus. “A vocação falou mais alto”, afirmou.

Residente em Itaquera, na zona leste da capital, Mônica trabalha em turnos de 12 horas, em dias alternados, na UTI do Emílio Ribas, hospital de referência para casos graves de COVID-19. O setor tem 60 leitos exclusivos para o atendimento a pacientes com coronavírus, com taxa de ocupação média de 90%.

Mulher de muitos recomeços, Mônica atuou como auxiliar de enfermagem durante 26 anos e decidiu fazer faculdade já numa fase mais madura, obtendo o diploma aos 47 anos. “Quem cuida do outro tem que ter determinação e não pode ter medo. É lógico que eu tenho me cuidado muito na pandemia toda. Preciso estar saudável para poder me dedicar. Quem tem um dom de cuidar do outro sabe sentir a dor do outro e jamais o abandona,” disse.

Viúva, ela mora com o filho, de 30 anos, e cuida da mãe, que aos 72 anos vive sozinha em outra casa. Por isso, Mônica é minuciosa nos cuidados de higiene e distanciamento tanto no trabalho quanto em casa – até agora, nenhum dos três foi contaminado pelo coronavírus. Apesar disso, Mônica viu a COVID-19 afetar sua família quando o irmão caçula, que é auxiliar de enfermagem e tem 44 anos, ficou internado por 20 dias devido à doença.

Apesar da rotina intensa, a enfermeira mantém o otimismo e o equilíbrio emocional. Torcedora do Corinthians, Mônica aproveita as folgas no hospital para assistir aos jogos do clube de coração. Ela também é fã de de séries de TV e das canções de Seu Jorge, artista favorito da enfermeira.

Mônica se apoia na fé para manter a confiança e faz orações diariamente por si própria, familiares, colegas do trabalho e, principalmente, pelos pacientes. “Eu tenho sempre em mente que não posso me abater porque os pacientes precisam de mim. Tenho sempre uma palavra de positividade e de que vamos sair dessa situação. O que também me ajuda é o prazer que sinto com o meu trabalho”, concluiu.

Primeira vacinadora

A primeira vacinadora do Brasil também é mulher e enfermeira. Jéssica Pires de Camargo, 30, atua na Coordenadoria de Controle de Doenças e mestre em Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo.

Com histórico de atuação em clínicas de vacinação e unidades de Vigilância em Saúde, Jéssica já aplicou milhares de doses em campanhas do SUS contra febre amarela, gripe, sarampo e outras doenças. Para Jéssica, o início da vacinação contra a COVID-19 é um marco histórico na própria carreira e, sobretudo, para o Brasil.

“Não esperava ser a pessoa a aplicar esta primeira dose. Isto me enche de orgulho e esperança de que mais pessoas sejam protegidas da COVID-19 e que outros colegas de profissão possam sentir a mesma satisfação que sinto ao fazer parte disso. São mais de 52 mil profissionais de saúde mobilizados nesta campanha e cada um deve receber o devido reconhecimento”, afirmou Jéssica.

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Profissionais de saúde na linha de frente terão prioridade na vacinação

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