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Região de Campinas entrarão na fase vermelha nos finais de semana, confira o que funciona:

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O governo do Estado reclassificou a região de Campinas no Plano São Paulo. A partir da próxima segunda-feira, 25 de janeiro, a cidade volta para a Fase Laranja. Aos sábados e domingos e nos dias úteis após as 20h, os municípios entrarão na Fase Vermelha.

A Fase Laranja é mais restritiva que a Amarela, classificação atual da cidade. Os shoppings, galerias e comércio e serviços, por exemplo, podem funcionar 8 horas por dia, entre 6h e 20h, com capacidade de 40%.

Os restaurantes e similares poderão, na Fase Laranja, funcionar das 6h às 20h, com 40 % de ocupação. Já os bares não poderão funcionar nesta fase, assim como qualquer atividade que gere aglomeração.
O prefeito Dário Saadi explicou que a Administração Municipal vai aguardar a publicação do decreto estadual, que dará maior clareza sobre as medidas anunciadas pelo governo do Estado. “O decreto estadual deve ser publicado amanhã. Nós vamos analisar o texto e verificar se há margem para interpretação e negociação com o Estado”, disse.

Segundo o secretário de Justiça, Peter Panutto, o decreto municipal 20.901 atualmente contempla a Fase Amarela e será adequado à Fase Laranja. “Nós vamos analisar o conteúdo do decreto estadual e verificar o que precisa ser ajustado em nosso decreto municipal. As alterações serão publicadas na próxima terça-feira”, explicou.

Fase vermelha
A Fase Vermelha acontecerá concomitantemente com a laranja. De segunda a sexta-feira, de 25 de janeiro a 7 de fevereiro, os municípios estarão na fase laranja das 6h às 20h e, a partir desse horário, entrarão na fase vermelha.

Nos fins de semana (sexta-feira a partir das 20h, sábados e domingos) as cidades permanecerão na fase vermelha durante todo o dia. A medida valerá para dois fins de semana: 30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro.

Na Fase Vermelha, apenas serviços essenciais podem funcionar: farmácias; mercados; padarias; açougues; postos de combustíveis; lavanderias; meios de transporte coletivo (ônibus, trens e metrô); transportadoras; oficinas de veículos; atividades religiosas; hotéis, pousadas e outros serviços de hotelaria; bancos e pet shops.

Os bares e restaurantes não poderão receber clientes durante o período em que perdurar a Fase Vermelha. Os estabelecimentos poderão trabalhar apenas no sistema delivery e retirada, sem consumo no local. Empresas e escritórios podem manter as atividades internas. Só não é permitido atendimento ao público.

Shoppings só poderão funcionar até as 20h em dias úteis e terão que permanecer fechados no fim de semana. O mesmo vale para os salões de beleza e barbearias.
Confira como ficam os serviços na Fase Laranja do Plano São Paulo (exceto para fins de semana e dias úteis após as 20 horas).

SHOPPINGS E GALERIAS
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%
Praças de alimentação – funcionamento de acordo com a categoria do estabelecimento.

COMÉRCIO
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

COMÉRCIO VAREJISTA DE MERCADORIAS: LOJAS DE CONVENIÊNCIA
VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS
Entre 6h e 20h

SERVIÇOS
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

CONSUMO LOCAL: RESTAURANTES E SIMILARES
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

CONSUMO LOCAL: BARES
Atividade não permitida

CLUBES
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%, sem atividades coletivas
Piscinas: fechadas para recreação; abertas apenas para treinos em raias individuais.

PARQUES PÚBLICOS
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

SALÕES DE BELEZA E BARBEARIAS
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

ACADEMIAS DE ESPORTES DE TODAS AS MODALIDADES E CENTROS DE GINÁSTICA
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

EVENTOS, CONVENÇÕES E ATIVIDADES CULTURAIS
Horário reduzido (8h) – entre 6h e 20h
Capacidade: 40%

DEMAIS ATIVIDADES QUE GERAM AGLOMERAÇÃO
Não são permitidas

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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