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Projeto Gênesis vai plantar 3,5 mil de mudas de espécies nativas até abril

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Reflorestar a cidade. Este é um dos objetivos do projeto Gênesis, desenvolvido pela Fundação José Pedro de Oliveira, que é responsável pela gestão da Mata Santa Genebra. Até abril, a meta é plantar 3,5 mil mudas de espécies nativas em parques, praças e áreas de preservação permanente da cidade e na unidade de conservação ARIE Mata de Santa Genebra.



As 3,5 mil mudas já têm destino certo e estão previstas no Plano de 100 Dias da atual gestão. Elas serão plantadas no Parque Linear Capivari, na Lagoa do Taquaral, na Mata de Santa Genebra e na área de preservação permanente do Córrego do Guará, que integra o Núcleo de Conectividade da Mata de Santa Genebra, etapa 1 do corredor ecológico.


Mas como as espécies que serão plantadas são escolhidas? O trabalho, segundo Sabrina Martins diretora técnica da Fundação, é feito em etapas. Primeiro, a equipe faz o mapeamento das áreas, cada região recebe as mudas conforme as características do solo e também de acordo com as espécies nativas da região.


“A vegetação que ocorria na região da Lagoa do Taquaral era semelhante a da Mata de Santa Genebra, então esta área receberá espécies como as que temos aqui. Já no Parque Linear do Capivari temos um solo encharcado, que pede espécies que sobrevivam a solos com muita umidade, como por exemplo a espécie pinha-do-brejo”, explicou.

Outro trabalho realizado é a produção de mudas nativas no viveiro da própria Fundação. A equipe coleta as sementes em áreas verdes da cidade, em especial nos bosques e unidades de conservação e essas sementes viram mudas que são utilizadas nos projetos de restauração florestal. “O trabalho envolve mapear as matrizes e coletar as sementes. Depois elas são levadas para o nosso viveiro e cultivadas no local”, completou.


Está prevista, para a esta semana, o primeiro plantio de mudas dentro do projeto Gênesis. A região escolhida foi a da Lagoa do Taquaral.
 

Gênesis
 

E o Gênesis vai além o plantio de mudas. Também fazem parte do projeto a formação de Condutores de Visitantes e dos Construtores de Florestas nos Bairros e os Construtores de Florestas Mirim.


De acordo com o presidente da Fundação, Cidão Santos, o foco do Gênesis é a preservação da Mata e a conscientização da comunidade sobre a importância deste fragmento de floresta.

“Nosso objetivo é envolver a sociedade nos projetos de preservação, aumentar as áreas florestadas na cidade e promover ações socioambientais, buscando, assim, estabelecer uma aproximação e um vínculo ainda maior com a comunidade”, disse. “No caso dos Condutores de Visitantes há, ainda, geração de renda, porque essas pessoas serão remuneradas”, completou.


O presidente também destacou a implementação do Corredor Ecológico, que dará mais segurança para os animais. “Estamos em uma área urbana e os corredores ecológicos contribuem para que esses animais se desloquem em segurança. Será uma grande conquista para todos”, completou.
 

Construtores de Florestas

Os Construtores de Florestas serão divididos em dois grupos. O projeto dos Construtores de Floresta Mirim é voltado para alunos das escolas públicas e particulares da cidade. A proposta é promover oficinas educativas e produzir, a partir de materiais simples, mudas que depois serão plantadas pelas próprias crianças e locais previamente selecionados. A ideia é que eles acompanhem do plantio da semente até o da muda.



Já o Construtores de Florestas nos Bairros terá como objetivo promover o replantio de mudas em praças e outras áreas públicas da cidade. As mudas utilizadas nos plantios serão produzidas no Viveiro da Fundação e conta também com mudas doadas pela Secretaria de Serviços Públicos e Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

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Guarda Municipal flagra 50 galos em situação de maus tratos em residência

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A Guarda Municipal de Campinas encontrou cerca de 50 galos em situação de maus tratos em uma residência na Vila Brandina na manhã desta quarta-feira, dia 24 de fevereiro. Os animais eram mantidos em cativeiro dentro de caixotes, em local precário e muitos deles machucados, sem comida e sem água. A suspeita da GM é que as aves eram usados para rinha. 

A corporação chegou ao endereço em uma operação, em conjunto com o 13º Distrito Policial, que buscava por receptadores de fios e cabos de cobre e acabaram se deparando com o terreno com os animais.

 

Não havia ninguém no local quando a Guardar Municipal chegou. 

 

A guarnição acionou o Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal (DPBEA), da Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que foi até o local para fazer o laudo de comprovação de maus tratos e fornecer água e comida aos galos. O destino das aves ainda será avaliado pelo Departamento.

 

A ocorrência foi encaminhada para registro no 13º Distrito Policial.

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