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Programa de Controle da Dengue coleta mais de 16 mil ovos do Aedes aegypti

Foto: Eliandro Figueira RIC/PMI

Desde a segunda quinzena de fevereiro deste ano, quando a Prefeitura de Indaiatuba, por meio do Programa Municipal de Controle da Dengue, iniciou a colocação de 100 armadilhas de mosquitos em vários bairros da cidade, foram coletados, até dia 25 de abril, 16.166 ovos. A ação tem o intuito de verificar o nível de infestação Aedes aegypti, inseto transmissor de arboviroses, como dengue, Chikungunya e Zika em todo o município.

Se, por um lado temos o fator positivo de saber que todos estes ovos foram coletados e não eclodiram, transformando-se em mosquitos adultos, por outro fica o alerta por saber que temos muitos mosquitos circulando na nossa cidade. “Com base nos resultados nossa equipe já passou em algumas localidades realizando as prevenções, em outros pontos estamos planejando uma intensificação nas regiões das armadilhas, cobrindo uma área com nove quarteirões no entorno para realização das atividades de controle mecânico (retirada de materiais), tratamento com larvicida biológico e orientação a população”, afirmou o coordenador do programa, Ulisses Bernardinetti.

Alguns dos bairros onde foram encontrados ovos do Aedes aegypti são: Cidade Nova I e II, Vila Suíça, Jardim Dom Bosco, Jardim Guanabara, Centro, Jardim Regina, Alto da Colina, Portal do Sol, Jardim Rossignatti, Jardim Paraíso, Jardim Umuarama, Itaici, Jardim do Sol, Jardim Maria Luiza, Vila Pires Cunha, Vila Costa e Silva, Jardim Califórnia, Jardim Hubert, Jardim Morada do Sol e Jardim João Pioli.

O coordenador do Programa Municipal de Controle da Dengue destaca que as informações coletadas são utilizadas para a elaboração de mapas temáticos, onde são identificadas as áreas críticas. “Estes apontamentos são das localidades onde estão instaladas as armadilhas, isso não quer dizer que todo o bairro esteja infestado. Os números de ovos coletados servem como alerta para toda a população continuar vigilante. Este ano não estamos tendo circulação viral e até o momento tivemos poucos casos de dengue, mas não podemos descuidar”, alertou. Indaiatuba registrou este ano dois casos autóctones de dengue, um importado, oito casos suspeitos aguardam os resultados dos exames e outros 11 foram descartados.

MAIS ARMADILHAS

As ovitrampas, como são denominadas, são basicamente utensílios com água parada que simulam um criadouro natural. Ulisses explica que elas não atraem mais mosquitos para o imóvel e nem interferem na rotina do local de instalação. “Vamos instalar mais 50 armadilhas na cidade, diminuindo o raio de atuação e melhorando os indicadores de coleta de ovos e presença de mosquitos. Elas são de grande importância para desencadear ações de respostas rápidas na vigilância da prevenção da dengue, Chikungunya e Zika”, concluiu Ulisses.

Até a primeira quinzena de maio a equipe estará trabalhando nas atividades de casa a casa nos seguintes bairros: Parque das Nações, Juscelino Kubistchek, Vila Pires da Cunha, Jardim Tancredo Neves, Jardim Alice, Jardim Morada do Sol (parcialmente), Jardim Paulista I e II, Jardim Colibris e Maritacas.