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Profissionais da rede socioassistencial fazem capacitação em gerontologia

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Mais de 40 profissionais que atuam na direção e operacionalização das organizações da sociedade civil voltadas para trabalhos com idosos e aqueles que desenvolvem atividades intergeracionais que compõem a rede socioassistencial de Campinas receberam, na última quarta-feira, dia 13 de junho, certificação do curso de capacitação na área de gerontologia e suas interfaces com a oferta de políticas públicas para pessoas idosas.

 

O objetivo do curso foi compartilhar conhecimentos e experiências para promover ações sociogerontológicas, articuladas pela rede municipal intersetorial, no contexto dos direitos humanos e das políticas sociais. Foram cinco encontros presenciais, que tiveram início em abril.

 

A capacitação é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos (SMASDH) e a PUC Campinas, articulada pela Coordenadoria de Políticas para a Pessoa Idosa (CPPI). O trabalho contou com a participação de estudantes do curso de Serviço Social da PUC Campinas, que estavam sob a orientação da professora Jeanete Martins de Sá.

 

A secretária municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas, Eliane Jocelaine Pereira, esteve no encerramento das atividades com o intuito de conhecer a apresentação dos projetos integrativos. Na ocasião, parabenizou os participantes e parceiros que viabilizaram a realização das oficinas sociogerontológicas e falou da importância da troca de experiências entre a academia e o poder público.

 

“O compartilhamento de conhecimentos e experiências propicia a identificação de ideias inovadoras convergentes para o aprimoramento da legislação e da efetiva oferta de políticas públicas, neste caso, aos idosos”, observou.

 

“Acreditamos que a construção e disseminação desses conhecimentos podem contribuir para o fortalecimento do sistema de garantia de direitos da pessoa idosa em Campinas. Por isso, a participação de profissionais das entidades que compõem a rede de assistência social é fundamental”, ressaltou o coordenador da CPPI, Anderson Gonçalves.

 

Gerontologia

 

Gerontologia é a ciência que estuda o processo de envelhecimento humano em suas dimensões biológica, psicológica e social com o objetivo de atender às necessidades físicas, emocionais e sociais do idoso.

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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