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Plano de 100 Dias da Assistência tem ações para população mais vulnerável

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Os primeiros 100 dias de gestão da Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos (SMASDH) tem três ações que visam suprir demandas e necessidades de parte da população do município que vive em situação de vulnerabilidade e risco social. 

“Vivemos um momento inédito de pandemia que requer, de todos, a capacidade de adaptação e esperança de dias melhores. Essa situação afeta vários  setores da sociedade, mas a desigualdade social aponta os que mais necessitam do Poder Público”, comentou a secretária da Pasta Vandecleya Moro. 

Desta forma, o Plano de Ação da SMASDH busca garantir e efetivar os direitos socioassistenciais dos indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social. Diante disso, a administração Dário Saadi manteve o Cartão Nutrir emergencial, fará a entrega do bagageiro para que as pessoas em situação de rua possam guardar seus pertences e irá inaugurar o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) Bassoli nos primeiros meses do mandato. 

Cartão Nutrir Emergencial 

O Cartão Nutrir será prorrogado por mais três meses. Essa é uma das medidas mitigadoras das fragilidades sociais trazidas pela pandemia do novo coronavírus dentro do Programa de Segurança Alimentar Nutrir Campinas. 

A manutenção da concessão deste benefício está atrelada ao fato de que a retomada da economia em curto espaço de tempo ainda é incerta. “Por isso, mantivemos esta política como garantia mínima de segurança alimentar e nutricional para assegurar o direito humano à alimentação adequada para famílias em situação vulnerável”, reforçou a secretária.  

O Cartão Nutrir é como um vale alimentação para ser utilizado na rede credenciada de supermercados. O valor do cartão é de 26 UFIC’s (Unidade Fiscal de Campinas), que equivale a R$ 98,50. Esse valor é depositado mensalmente para os beneficiários que podem comprar produtos alimentícios e de higiene.

Cras Bassoli 

Os Cras são unidades de proteção básica para as famílias. Funcionam como porta de acesso à rede de serviços socioassistenciais do município para as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. 

O trabalho das equipes é fortalecer os vínculos das famílias e da comunidade com ações coletivas e intersetoriais. Essas pessoas também são orientadas a acessar os benefícios socioassistenciais e programas de transferência de renda. 

Atualmente, Campinas conta com 12 Cras, cuja função é fazer um trabalho social com as famílias e a gestão territorial para prevenção às situações de risco, por meio do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.  

Bagageiro 

O bagageiro será disponibilizado para pessoas em situação de rua para assegurar que elas tenham um local para guardar e  manter seus pertences,  parte importante para a construção de novos projetos de vida.

“A possibilidade de guardar os pertences contribui com a organização da vida diária e com a retomada de hábitos rotineiros. Isso impacta diretamente na melhoria da qualidade de vida e contribui indiretamente para a saída das ruas e para melhor organização do espaço público”, comentou a secretária. 

No local poderão ser guardados roupas, cobertores, documentos pessoais, material de higiene entre outros objetos. De acordo com o coordenador de serviços para essa população, William Souza, a expectativa é que as pessoas em situação de rua consigam manter seus pertences. “Acreditamos que haverá, além da redução do desperdício dos objetos, diminuição da perda de documentos e outros itens de uso cotidiano,  possibilitando mudanças no cuidado e responsabilidade pelos seus pertences”, detalhou.

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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