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Obras do BRT Campo Grande no J. Nova Esperança avançam mais uma etapa

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As obras de implantação do Corredor BRT (Bus Rapid Transit – Ônibus de Trânsito Rápido) Campo Grande, no Jardim Nova Esperança, serão estendidas para o sentido Centro – bairro da Avenida John Boyd Dunlop (JBD). A partir de terça-feira, 11 de junho, os trabalhos avançam para trecho de cerca de 490 metros da via.
Os trabalhos para implantação do Corredor BRT Campo Grande chegaram ao Jardim Nova Esperança em março, quando houve a interdição de um trecho de cerca de 1,3 km da Avenida JBD, na pista sentido Centro, entre o Córrego do Piçarrão e a Rua Benedito Franco. Atualmente, a circulação de veículos é desviada para a pista que dá acesso ao bairro, que provisoriamente ficou com duplo sentido de circulação na extensão em obras. Essa dinâmica segue em vigor.
A partir desta terça-feira, as obras serão estendidas para o sentido bairro da via, desde a altura da Rua Benedito Franco até a Rua Luiz Raphael Lot, marginal da Avenida JBD, onde futuramente será construído o novo Terminal Campo Grande. Neste trecho, a pista sentido Centro é que terá duplo sentido de circulação. Uma faixa será provisoriamente destinada ao fluxo no sentido bairro, que retorna à pista original próximo ao Jardim Sul América.
A Avenida John Boyd Dunlop está sendo totalmente reconfigurada pelas obras do Corredor BRT Campo Grande. A região do Jardim Nova Esperança receberá, futuramente, a construção de um novo terminal de ônibus. O atual Terminal Campo Grande será desativado e os mais de 200 mil moradores do Distrito poderão usufruir de um espaço totalmente revitalizado e adequado à demanda existente”, explica o secretário de Transportes e presidente da Emdec, Carlos José Barreiro.
A região recebe a construção de pavimento para os veículos do BRT, novas pistas de rolamento e execução da estação Nova Esperança. Ao final dos trabalhos, toda a extensão em obras, nesta região da Avenida John Boyd Dunlop, terá seis faixas de rolamento, sendo duas no sentido Centro, duas no sentido bairro e uma por sentido para os veículos do BRT, no centro da avenida.
Medidas operacionais
Para minimizar os impactos à população e garantir a segurança e fluidez viária, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) dá continuidade ao plano operacional de trânsito e transporte adotado na etapa anterior de obras.
A velocidade máxima permitida no trecho impactado será reduzida de 60 para 40 km/h. Os pontos de ônibus existentes na região em obras serão mantidos.
Agentes da Mobilidade Urbana circulam pelo trecho, monitorando o trânsito e auxiliando na segurança e fluidez da circulação viária. A população pode esclarecer dúvidas pelo telefone 118, o “Fale Conosco Emdec”; ou pelo WhatsApp BRT Agora, pelo número (19) 99830-2019.
BRT Campo Grande
O trecho complementar de obras está dentro do Lote 2, Trecho 3, da implantação do BRT, que compreende do Viaduto da Rodovia dos Bandeirantes até o Terminal Campo Grande, totalizando 6,4 quilômetros. A responsável pela execução das obras é a empresa Construcap – CCPS Engenharia e Comércio.
O BRT Campo Grande terá 17,9 km de extensão, saindo da região central, ao lado do Terminal Mercado, seguindo pelo leito desativado do antigo VLT, Avenida JBD, passando pelo Terminal Campo Grande e chegando ao Terminal Itajaí. Os três corredores BRT do município – Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral – têm custo total de R$ 451,5 milhões. São 36,6 km de corredores, com previsão de conclusão total em meados de 2020.

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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