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Mobilidade Limpa é tema de reunião do COMDEMA com Emdec, CPqD e CPFL

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Veículos não poluentes e Mobilidade Limpa”. Este foi o tema da 198ª Reunião do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Campinas (COMDEMA), realizada na tarde desta quarta-feira, 29 de agosto, no Salão Vermelho do Paço Municipal. O debate reuniu o secretário de Transportes e presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), Carlos José Barreiro; o gerente de Inovação da CPFL Energia, Renato Povia Silva; e o engenheiro do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Vitor Torquato Arioli. A reunião foi conduzida por Giovanni Galvão, presidente do COMDEMA.
O secretário de Transportes apresentou um panorama dos indicadores de Campinas, com informações sobre área, população, transporte público, passageiros transportados; andamento das obras do BRT (Bus Rapid Transit – Ônibus de Trânsito Rápido); Desenvolvimento Orientado para o Transporte (DOT); a nova licitação do Transporte Público; e, dentro da licitação, a criação da chamada “Área Branca”. “Campinas é uma cidade inovadora e estamos trabalhando para a construção de uma efetiva mobilidade elétrica no município”, destacou Barreiro.
A “Área Branca” é uma área de circulação do transporte coletivo, na região central, restrita a veículos de energia limpa, com ônibus elétricos ou de tecnologia não poluente. Área com 3 km² e perímetro de 7 km. A nova licitação do transporte prevê mais de 250 ônibus elétricos, que irão circular na “Área Branca” e principais corredores do transporte, incluindo os corredores BRT.
Esse é mais um passo na efetiva construção de uma Mobilidade Urbana Sustentável no município. Vamos melhorar a qualidade de vida da nossa cidade”, salientou o secretário de Transportes.
A questão da recarga dos veículos elétricos também teve destaque no encontro, bem como a parceria técnica entre a Emdec, CPFL Energia e empresa BYD.
Mobilidade Elétrica em Campinas
Campinas já possui 13 ônibus elétricos em operação no sistema de transporte público coletivo, e três táxis elétricos em circulação. A região de Campinas possui cerca de dez eletropostos, que são pontos de recarga para veículos elétricos.
Ônibus elétricos
Os ônibus elétricos são modelo urbano, com piso baixo. O veículo não emite poluente e não precisa de sistema de rede eletrificada. A autonomia é superior a 250 km, podendo chegar a 300 km. A recarga da bateria é feita durante a noite, na garagem, por um período de quatro horas, para 100% de recarga.
O ônibus possui motores elétricos no eixo de tração, o que torna o carro um modelo com baixo nível de ruído e melhora o conforto dos passageiros. O coletivo tem 12 metros de comprimento, 2,55 metros de largura e 3,36 metros de altura. A velocidade máxima atingida é de 90 km/h, mas pode ser limitada eletronicamente.
O ônibus é acessível, com área reservada para uma cadeira de rodas.

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Fiscalização coíbe aglomerações com 2.238 pessoas e fecha cinco comércios

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A Guarda Municipal de Campinas dispersou 2.238 pessoas entre o final da noite de sábado, dia 24/7, e a madrugada deste domingo, 25/7, durante a Operação Aglomeração Zero, coordenada pela Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública. 

 

A ação constatou que estas pessoas encontravam-se aglomeradas em grupos de mais dez em praças, vias públicas e nas proximidades de bares e restaurantes.

 

A Operação Aglomeração Zero visa coibir ou dispersar concentração de indivíduos nas ruas para conter a transmissão do coronavírus em Campinas. Viaturas e efetivo da GM são empregados durante a ação, realizada no período em que vigora o Toque de Recolher na cidade, entre 23h e 5h.

 

A corporação intensifica o patrulhamento em locais mapeados a partir de dados estatísticos de onde a Guarda Municipal registra maior número de denúncias recebidas pelo 156 e 153 e também nos bairros com mais casos de transmissão da Covid-19.

 

Fiscalizações

 

O balanço aponta também o resultado das fiscalizações. No sábado, as equipes de fiscalização da Prefeitura vistoriaram 134 estabelecimentos. Destes, 5 foram fechados.

 

As equipes de fiscalização contam com agentes municipais das secretarias de Saúde (por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária) e Planejamento e Urbanismo, Setec e Procon.

 

A Prefeitura ressalta que a colaboração da população é muito importante no controle da pandemia em Campinas. Mesmo com o avanço da vacinação, os cidadãos precisam manter o uso correto da máscara, fazer higienização das mãos e manter o distanciamento social.

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GM dispersa 1.680 pessoas na Operação Aglomeração Zero desta madrugada

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A Guarda Municipal de Campinas dispersou 1.680 pessoas entre o final da noite de sexta-feira, 23 de julho, e a madrugada deste sábado, 24, durante as ações da Operação Aglomeração Zero, coordenada pela Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública.

 

Com o objetivo de coibir ou dispersar grupos com mais de dez pessoas em vias públicas, viaturas e efetivo da GM realizam a ação no período em que vigora o Toque de Recolher na cidade, entre 23h e 5h.

 

A corporação intensifica o patrulhamento em locais mapeados a partir de dados estatísticos de onde a Guarda Municipal registra maior número de denúncias recebidas pelo 156 e 153 e também nos bairros com mais casos de transmissão de Covid-19.

 

Fiscalizações

 

O balanço aponta também o resultado das fiscalizações. Ontem, as equipes de fiscalização da Prefeitura vistoriaram 92 estabelecimentos. Destes, 7 foram fechados.

 

A fiscalização envolve servidores das secretarias de Saúde (por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária) e Planejamento e Urbanismo, Setec e Procon.

 

A Prefeitura ressalta que a colaboração da população é muito importante no controle da pandemia em Campinas. Mesmo com o avanço da vacinação, os cidadãos devem fazer o uso correto da máscara, a higienização das mãos e manter o distanciamento social.

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Prefeito recebe ministro em cerimônia na EPAR Boa Vista nesta sexta, 23

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, e o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, participaram na manhã desta sexta-feira, 23 de julho, da cerimônia de apresentação da Estação Produtora de Água de Reúso – EPAR Boa Vista. O evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do secretário nacional de Saneamento, Pedro Maranhão.

 

 

 

 

A obra beneficia uma população de aproximadamente 55 mil moradores de 30 bairros de Campinas. A EPAR tem capacidade para tratar 180 litros de efluentes por segundo. O esgoto, tratado por meio de membranas ultrafiltrantes, resulta em água de excelente qualidade, que pode ser aproveitada como água de reúso com 99% de grau de pureza. Com a operação dessa unidade, a Estação de Tratamento de Esgoto Vó Pureza será desativada.

 

 

 

 

A EPAR Boa Vista faz de Campinas o primeiro município com mais de 500 mil habitantes a atingir 100% da capacidade instalada para o tratamento de esgoto. “Esta estação é inovadora, um exemplo de ação que gostaríamos que fosse multiplicada em outras cidades brasileiras. Além de tratar o esgoto de forma adequada, está produzindo uma água de qualidade que poderá desde retornar aos rios até ser usada na agricultura ou em aplicações mais nobres. Estou bem impressionado”, elogiou o ministro.

 

 

 

De acordo com o prefeito Dário Saadi, a obra impacta, principalmente, no desenvolvimento sustentável. “Podemos tratar o esgoto, que é fundamental para o meio ambiente, e produzir água de reúso que, além de ser destinada ao Ribeirão Boa Vista mais limpa, pode ser usada na indústria e em outros lugares”, comemorou.

 

 

 

 

De acordo com o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, a EPAR representa um avanço no tratamento terciário de esgoto. “Devolvemos aos rios água de muito melhor qualidade do que aquela que nós captamos para abastecer a nossa cidade. Recentemente, assinamos outro contrato de financiamento com a Caixa para a modernização da ETE Anhumas, que será transformada em estação produtora de água de reúso. Quando esse empreendimento estiver pronto, Campinas tratará, em caráter terciário, cerca de 70 por cento do esgoto produzido na cidade”, anunciou.

 

 

 

 

O investimento total da obra na Boa Vista foi de R$ 68.458.591,90, sendo R$ 45.998.479,18 financiados pelo PAC FIN/FGTS, e R$ 22.460.112,72 como contrapartida da Sanasa. O trabalho foi executado pelo consórcio formado pelas empresas Enfil e Augusto Velloso, escolhido por meio de licitação internacional. A obra teve início em 1º de março de 2016 em uma área de 90 mil metros quadrados. A EPAR Boa Vista leva o nome do córrego que margeia a estação.

 

 

 

Liberação de recursos

 

Durante o evento, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, assinou a liberação de recursos nos valores de R$ 126 milhões para obra de melhorias e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Anhumas.

 

 

Também foram liberados R$ 129,5 milhões para a implantação do sistema de esgotamento sanitário que ligará a bacia do Samambaia, em Campinas, à Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR) Capuava, em Valinhos.

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