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Geral

Mercados da Ceasa Campinas vão abrir no feriado prolongado de 1º de maio

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Os consumidores que pretendem utilizar o feriado prolongado para realizar compras nos mercados da Ceasa Campinas terão todos os dias disponíveis, com exceção do domingo. Os mercados de Flores e de Hortifrútis funcionarão normalmente no sábado (28), na segunda (30) e na terça-feira (01), feriado do Dia do Trabalhador.

 

O Departamento de Alimentação Escolar e o Banco de Alimentos de Campinas seguirão o horário da administração da Ceasa. O Varejão da Ceasa segue no horário normal no sábado (28), das 8h às 13h.

 

Já o Instituto de Solidariedade para Programas de Alimentação (ISA) funcionará na sexta-feira (27), até as 16h, e permanecerá fechado no sábado (28), retomando o trabalho na segunda (30), no horário normal, e na quarta (02) às 8h. Na terça (01) o ISA estará fechado.

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Confira os horários para o feriado prolongado:

 

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Ceasa: a área administrativa encerra as atividades na sexta-feira (27), às 16h25, e retoma na quarta (02), às 8h. O Mercado de Hortifrútis e o Mercado de Flores funcionarão normalmente na sexta (27), sábado (28), segunda (30) e terça (01). O Banco de Alimentos e o Departamento de Alimentação Escolar seguirão o horário da área administrativa. Já o atendimento do Instituto de Solidariedade para Programas de Alimentação (ISA) encerra as atividades na sexta (27), às 16h, tem funcionamento normal na segunda (30), não atendo na terça (01) e retorna as atividades na quarta (02), às 8h.

 

Mercado de Hortifrutigranjeiros: segundas, quartas e sextas-feiras, das 6h às 15h; terças e quintas-feiras, das 7h às 16; sábados, das 7h às 11h.

 

Mercado de Flores e Plantas: segundas e quintas-feiras, das 6h30h às 12h, para cadastrados, e segundas e quintas-feiras, às 12h às 16h30; terças, quartas e sextas-feiras, das 8h às 16h30 e sábados, das 8h às 13h, para público geral.

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Varejão da Ceasa: sábados, das 8h às 13h

 

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Artistas de rua expõem seus murais e grafites no Instituto Pavão Cultural

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O Instituto Pavão Cultural, em parceria com o Estúdio Casa Impar, abre neste sábado, 13 de agosto, a ocupação “Rua no Pavão”, que reúne trabalhos de diferentes artistas de rua de Campinas, que possuem o grafite e a pintura de murais como suas principais linguagens. Entrada gratuita.

 

 

Participarão da exposição os artistas Mirs Monstrengo, Totenpix, Carriero, Nus Rabiscos, Osmir Mirs, Edison Xis, Serigo Campelo, Beatriz Lumo, Sabrina Savani, Marta Henriksen (Miss), Chatt, Kranium e Saba. 

 

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Além das obras, acontecerão atividades durante a abertura e o encerramento da exposição, dia 3 de setembro, como troca de stickers e pintura ao vivo. A programação está no @pavaocultural e @estudiocasaimpar  .

 

Serviço

 

“Rua no Pavão”

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Datas: de 13/08 a 03/09

 

Horário: de quarta a sábado, das 15 às 20h

 

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Local: Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708 – Cidade Universitária, Campinas.

 

 

 

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IMA bate novo recorde de faturamento mensal no mês de julho

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Dois meses depois de anunciar o maior faturamento em 46 anos (R$ 9,2 milhões em maio), a IMA – Informática de Municípios Associados – volta a surpreender e registra R$ 9,7 milhões durante o mês de julho – R$ 2,5 milhões superior ao registrado em 2019, primeiro ano antes da pandemia.

 

De janeiro a julho desse ano, a empresa já faturou mais de R$ 55 milhões. “Parte desse sucesso vem do novo método administrativo implantado desde janeiro e parte se deve às parcerias estratégicas que criamos e que possibilitaram ampliar a gama de produtos a serem ofertados aos municípios”, explica o presidente da empresa, Elias Tavares.

 

A IMA é a empresa de tecnologia da Prefeitura de Campinas, especializada em gestão pública e recentemente fechou parceria com a gigante Google, além de outras empresas de menor porte, para desenvolvimento de novos produtos.

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“Com o incremento de caixa, podemos ampliar os investimentos em novas tecnologias e manter a IMA entre as principais fornecedoras de soluções para gestão pública do país”, afirma Elias. 

 

Além do recorde de faturamento, a IMA comemora também o aporte de R$ 9,5 milhões que a Finep deverá fazer nos próximos dias. A verba será destina à implantação do Parque Tecnológico de Campinas, às margens da Rodovia Dom Pedro I.

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Regularização fundiária do Jardim Campineiro beneficia 28 famílias

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A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), concluiu a regularização fundiária do Núcleo Residencial Jardim Campineiro, beneficiando 28 famílias. A aprovação do plano de regularização foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira, dia 12 de agosto e encerrará uma espera de 60 anos. 

 

O projeto é o mais completo já executado pela Sehab e foi feito com recursos municipais e federais, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Quilombo. O núcleo recebeu pavimentação, drenagem pluvial, instalação das redes de abastecimento de água e de esgotamento sanitário e recuperação urbanística e ambiental. Um dos diferenciais da regularização foi a instalação de energia elétrica dentro dos domicílios, além da iluminação pública. O processo incluiu a reconstrução da casa de uma família, que por estar sobre sistema viário não pode ser regularizada no local de origem.

 

De acordo com o secretário de Habitação e presidente da Companhia de Habitação Popular (Cohab) de Campinas, Arly de Lara Romêo, a pasta não mede esforços para avançar com os processos de regularização fundiária urbana no município, em especial, dos núcleos da modalidade de interesse social, caso do Núcleo Jardim Campineiro, que correspondem à população carente e que mais necessita de atenção e investimentos. “Muito já foi feito, porém, temos um universo de muito trabalho ainda pela frente, e não vamos parar até levar dignidade e infraestrutura essencial para toda a nossa população.”

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Como parte das intervenções, a região também passou por obras como a macrodrenagem do córrego, incluindo a construção da barragem do Quilombo, na Bacia do Ribeirão Quilombo. Com capacidade de reservação de 363 milhões de litros, ela foi construída para conter inundações no entorno. 

 

Segundo o diretor da Sehab, Lucas Bonora da Silva, a finalização do processo de regularização dará aos moradores do Jardim Campineiro o direito real de propriedade dos seus imóveis. “Eles deixam de ser ocupantes e tornam-se proprietários.” 

 

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Com a aprovação, inicia-se a próxima fase: a confecção das matrículas dos lotes no Cartório de Registro de Imóveis. Essa etapa levará um tempo mínimo de dois meses. 

 

Histórico

 

A ocupação que deu início ao núcleo data de meados de 1960, quando aproximadamente 12 famílias passaram a viver nas áreas públicas municipais compostas por parte de uma praça e de uma avenida, além de uma passagem de pedestres. Mais famílias se mudaram para a área que se adensou, formando uma comunidade. 

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Porém, os moradores sofriam com problemas causados por enchentes e inundações do Córrego da Lagoa. Perda de bens, risco à integridade física e isolamento temporário eram alguns dos problemas com os quais a população convivia. 

 

Para atender as famílias, o município buscou recursos junto ao Governo Federal para implantar melhorias urbanísticas e ambientais na área. O PAC Quilombo abrangeu mais outros dois núcleos: os Jardins Santa Mônica e São Marcos. Adicionalmente, famílias que viviam em áreas de risco foram reassentadas na mesma região do Jardim Campineiro.

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