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Márcia Mah apresenta ‘Prismah’ neste sábado, 26, no Casarão

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O  show “Prismah – um olhar sobre o corpo da voz”, da cantora Marcia Mah, será apresentado neste sábado, 26 de maio, às 20h, no Centro Cultural Casarão, com entrada gratuita.  A passagem da artista pela cidade também prevê a realização da oficina “A Poética da Voz”, na sexta-feira, 25, no espaço Tugudum. 

 

 

Inspirado no DVD homônimo, o espetáculo, além da intérprete, reúne no palco os músicos Bruno Cavalcante (guitarra), Luiz Antony (violoncelo) e Marcos Correa (bateria). O quarteto mistura elementos eletrônicos à instrumentação acústica, potencializando o conceito experimental da proposta do espetáculo, que ainda conta com imagens de Teo Ponciano (VJ). 

 

A performance de Marcia Mah traz um amplo reflexo sobre sua carreira de sucesso marcada pelo encontro e pela diversidade de gêneros musicais.

 

O show também contemplará canções do álbum Apanhado (2000), que tem fronteiras com o flamenco e com o afoxé. A meta é transformar sonoridades, remexer o espectador. “Quero chegar num ponto em que o ouvinte reflita sobre a sua própria voz, enxergue seu corpo sonoro e o quanto ele lhe representa”, diz Marcia. 

 

 

 

A cantora 

Cantora, compositora, atriz e pesquisadora, a multiartista Marcia Mah tem graduação em Filosofia, Canto Lírico e MPB/Jazz. Atuou como solista em concertos sinfônicos, festivais de música e teatro. Como intérprete, lançou os álbuns Apanhado (2000), com compositores paulistas; Choro Canção (2006), com o grupo Casa de Marimbondo, gravando clássicos do choro letrado; Lalaiá – um canto plural brasileiro (2011), com canções autorais, sendo convidada pelo Selo europeu Music In My Soul para turnê em Portugal (2015).  

 

 

A Oficina 

A passagem da artista pela cidade também prevê a realização da oficina “A Poética da Voz”. Com capacidade para até 40 pessoas e idade acima de 14 anos, a atividade será realizada na sexta (25), das 15h às 17h, no Tugudum (Rua Maestro Francisco Manuel da Silva, 690, Jardim Santa Genebra). 

A vivência busca desenvolver dinâmicas ligadas a técnicas de canto para a sensibilização do corpo/instrumento e a reflexão do corpo/história. “Há ainda a exibição dos clipes e roda de conversa sobre a função do intérprete e a poética do canto. Da mesma forma, proponho um mergulho na oralidade e nos signos da canção, observando a complexidade do ‘Eu lírico’ e das ambiências que levam a sua expressão”, adianta Marcia.  

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo e-mail: marciamah@gmail.com.

O projeto “Prismah – um olhar sobre o corpo da voz” foi contemplado pelo ProAC de Circulação de Espetáculos de Música Popular no Estado de São Paulo, e prevê turnê por Santos, Cananéia, São Paulo, Itu e Botucatu.  

 

 

 

Serviço 

Show “Prismah – um olhar sobre o corpo da voz” 

 

Quando: sábado, 26 de maio, às 20h. 

Onde: Centro Cultural Casarão (Rua Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/n, Terras do Barão, em Barão Geraldo, Campinas).

Entrada gratuita.

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Vereador cobra informações sobre trechos defeituosos nos corredores do BRT

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O vereador Rodrigo da Farmadic (DEM) protocolou requerimento à prefeitura pedindo explicações em relação a trechos do BRT (Bus Rapid Transit) que considera defeituosos. “Diante dos relatos que tenho recebido sobre buracos e problemas na pavimentação de alguns pontos da obra do BRT, requeiro informações sobre as providências que devem ser tomadas pela empresa responsável pelas obras. Sabemos que o BRT é uma obra que vai trazer um benefício inestimável à mobilidade urbana, mas não podemos deixar que efeitos colaterais prejudiquem a população”, diz.

Para o parlamentar, o Executivo deve providenciar imediatamente os consertos e ajustes necessários, antes mesmo da inauguração da totalidade da obra.  “Entendemos que os reparos devem ser feitos imediatamente após a constatação dos danos, priorizando a utilização das melhores práticas construtivas e minimizando o impacto aos motoristas que já vêm sofrendo com estes buracos e falhas”, afirma.

No requerimento, Farmadic solicita informações sobre o procedimento adotado no canteiro de obras em relação a anomalias (buracos, fissuras, depressões, desmanche) aferidas na pavimentação em decorrência das obras do BRT. Ele também questiona em que prazo a manutenção deve ocorrer.

“Também queremos saber qual é a disposição contratual específica aplicável em face da empresa responsável, quanto à manutenção das anomalias aferidas nas vias liberadas para trânsito. E, considerando a recorrência dos problemas reportados, se há controle efetivo de fiscalização sobre as práticas de engenharia e materiais utilizados pela empresa responsável”, afirma.

Por fim, conclui o vereador, caso a resposta a este último questionamento seja afirmativo, a prefeitura deve informar se o controle e as práticas estão de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Municipalidade.

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Primeira vacinada do país, enfermeira Mônica Calazans ajuda a salvar vidas em SP

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A enfermeira Mônica Calazans, 54, é a primeira brasileira imunizada com a vacina do Butantan contra a COVID-19 no país. Mulher, negra e com perfil de alto risco para complicações provocadas pelo coronavírus, não deixou de atuar nos hospitais da capital paulista para ajudar a salvar vidas. Para Mônica, a campanha de imunização é uma oportunidade de recomeço para toda a população do Brasil.

“Não é apenas uma vacina. É o recomeço de uma vida que pode ser justa, sem preconceitos e com garantia de que todos nós teremos as mesmas condições de viver dignamente, com saúde e bem-estar”, afirmou a enfermeira, que é obesa, hipertensa e diabética.

Em maio, quando a primeira onda da pandemia entrava na fase de pico em São Paulo, Mônica decidiu se inscrever para vagas de enfermagem com contrato por tempo determinado. Entre vários hospitais, escolheu trabalhar no Instituto de Infectologia Emílio Ribas mesmo sabendo que estaria no epicentro do combate ao coronavírus. “A vocação falou mais alto”, afirmou.

Residente em Itaquera, na zona leste da capital, Mônica trabalha em turnos de 12 horas, em dias alternados, na UTI do Emílio Ribas, hospital de referência para casos graves de COVID-19. O setor tem 60 leitos exclusivos para o atendimento a pacientes com coronavírus, com taxa de ocupação média de 90%.

Mulher de muitos recomeços, Mônica atuou como auxiliar de enfermagem durante 26 anos e decidiu fazer faculdade já numa fase mais madura, obtendo o diploma aos 47 anos. “Quem cuida do outro tem que ter determinação e não pode ter medo. É lógico que eu tenho me cuidado muito na pandemia toda. Preciso estar saudável para poder me dedicar. Quem tem um dom de cuidar do outro sabe sentir a dor do outro e jamais o abandona,” disse.

Viúva, ela mora com o filho, de 30 anos, e cuida da mãe, que aos 72 anos vive sozinha em outra casa. Por isso, Mônica é minuciosa nos cuidados de higiene e distanciamento tanto no trabalho quanto em casa – até agora, nenhum dos três foi contaminado pelo coronavírus. Apesar disso, Mônica viu a COVID-19 afetar sua família quando o irmão caçula, que é auxiliar de enfermagem e tem 44 anos, ficou internado por 20 dias devido à doença.

Apesar da rotina intensa, a enfermeira mantém o otimismo e o equilíbrio emocional. Torcedora do Corinthians, Mônica aproveita as folgas no hospital para assistir aos jogos do clube de coração. Ela também é fã de de séries de TV e das canções de Seu Jorge, artista favorito da enfermeira.

Mônica se apoia na fé para manter a confiança e faz orações diariamente por si própria, familiares, colegas do trabalho e, principalmente, pelos pacientes. “Eu tenho sempre em mente que não posso me abater porque os pacientes precisam de mim. Tenho sempre uma palavra de positividade e de que vamos sair dessa situação. O que também me ajuda é o prazer que sinto com o meu trabalho”, concluiu.

Primeira vacinadora

A primeira vacinadora do Brasil também é mulher e enfermeira. Jéssica Pires de Camargo, 30, atua na Coordenadoria de Controle de Doenças e mestre em Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo.

Com histórico de atuação em clínicas de vacinação e unidades de Vigilância em Saúde, Jéssica já aplicou milhares de doses em campanhas do SUS contra febre amarela, gripe, sarampo e outras doenças. Para Jéssica, o início da vacinação contra a COVID-19 é um marco histórico na própria carreira e, sobretudo, para o Brasil.

“Não esperava ser a pessoa a aplicar esta primeira dose. Isto me enche de orgulho e esperança de que mais pessoas sejam protegidas da COVID-19 e que outros colegas de profissão possam sentir a mesma satisfação que sinto ao fazer parte disso. São mais de 52 mil profissionais de saúde mobilizados nesta campanha e cada um deve receber o devido reconhecimento”, afirmou Jéssica.

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Profissionais de saúde na linha de frente terão prioridade na vacinação

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