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John Boyd Dunlop recebe mais uma frente de obras do BRT Campo Grande

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A Avenida John Boyd Dunlop (JBD) recebe mais uma frente de obras do Corredor BRT (Bus Rapid Transit – Ônibus de Trânsito Rápido) Campo Grande. Trecho de 3,1 km da via expressa, entre o viaduto da Rodovia dos Bandeirantes até a região do Satélite Íris, nas proximidades da Pirelli, recebe os trabalhos de implantação de novo pavimento, construção de um terminal de ônibus e de três estações de transferência.

 

 

 

Por conta da ação, a via expressa da Avenida JBD, no sentido bairro – Centro, será interditada ao tráfego de veículos. O trânsito será desviado para a via marginal. O bloqueio começa a partir das 10h da próxima terça-feira, dia 11 de setembro. A previsão inicial de duração de obras é de oito meses. Neste momento não haverá bloqueio, nesse trecho, no sentido Centro – bairro.

 

 

 

No dia 4 de setembro, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) já promoveu alteração na circulação em duas vias na região. Ficaram com sentido único de tráfego as vias Tom de Araújo (entre as ruas Alcídio Rodelli e Joséfa Júlia Doval de Oliveira, neste sentido) e 45 (entre as vias Joséfa Júlia Doval de Oliveira e Antônia Frutuosa Felisbino, neste sentido), onde não será permitido estacionar. As duas vias compõem a marginal da Avenida John Boyd Dunlop. Os pontos de ônibus serão deslocados para a marginal, no mesmo sentido das paradas tradicionais.

 

 

 

“As obras do BRT no município estão a pleno vapor. Essa é mais uma frente na Avenida John Boyd Dunlop. Tomamos todas as medidas operacionais para garantir a fluidez viária e o acesso da população ao transporte público. Acompanhamos, de perto, as consequências das alterações e faremos correções, caso necessário”, afirma o secretário de Transportes e presidente da Emdec, Carlos José Barreiro.

 

 

 

Desde 6 de agosto, trecho de cerca de 1 km (960 metros) da via expressa da Avenida JBD, entre a região do Satélite Íris, nas proximidades da Pirelli, até após o viaduto da linha férrea, no Jardim Florence, recebe obras do BRT. Com as vias expressas bloqueadas, em ambos os sentidos, a tráfego segue pelas vias marginais.

 

 

 

JBD

 

 

A Avenida John Boyd Dunlop tem aproximadamente 30 quilômetros de extensão. São 15 quilômetros por sentido: Centro – bairro e bairro – Centro. É a maior avenida do município e a principal ligação para a região do Distrito do Campo Grande. Circulam pela avenida, por dia, uma média de 60 mil veículos.

 

 

 

No sistema de transporte público coletivo municipal, 11 linhas circulam pelo local de obras. São elas: 123; 205; 210; 211; 212; 213; 214; 220; 221; 228; e 229. São mais de 100 ônibus vinculados à frota; e uma média de transporte de 63,5 mil passageiros por dia.

 

 

 

A JBD já recebeu importantes ações ligadas à implantação do corredor BRT Campo Grande. Em outubro do ano passado (2017), foram concluídas as obras de implantação das novas pistas de rolamento da avenida, sob o viaduto da linha férrea, no Jardim Florence. No local, um antigo ponto de gargalo no trânsito campineiro, foram construídas oito faixas de rolamento, sendo quatro por sentido (Centro – bairro; e bairro – Centro). Antes eram apenas duas faixas, uma por sentido.

 

 

 

Também no ano passado, em julho, a fábrica da Pirelli, na região do Satélite Íris, inaugurou nova portaria. O espaço foi estrategicamente posicionado para evitar possíveis conflitos viários em frente à fábrica, quando os corredores estiverem ativos. A portaria usada para o trânsito de caminhões foi deslocada para a Rua Heitor Lacerda Guedes.

 

 

 

E em julho de 2016 foi liberado o uso do viaduto construído sobre a JBD, para acesso ao Shopping Parque das Bandeiras.

 

 

 

Trabalhos já realizados

 

Os primeiros trabalhos de implantação dos três corredores BRT – Ouro Verde, Campo Grande e Perimetral – envolvem limpeza da área, terraplanagem, drenagem, contenções e pavimentação.

 

 

 

No Corredor BRT Ouro Verde ocorreu 1,2 km de limpeza, drenagem e terraplenagem, com a preparação de cerca de 400 metros de pavimento rígido de concreto no entorno da futura Estação Santa Lúcia; e os trabalhos de continuidade para as fundações da ponte sobre o rio Capivari. A próxima etapa já está em andamento desde o dia 21 de agosto, para a implantação de cerca de 460 metros de obras entre a Rua Professor José Roberto Lucas até a Avenida Aglaia.

 

 

 

No Corredor BRT Campo Grande já foram realizadas 3,3 km de limpeza, drenagem e terraplenagem; e 2,6 km de pavimento de concreto aplicado, além da execução da estrutura de concreto de cinco estações e a implantação da estrutura metálica da Estação Vila Teixeira / IAPI. Também foram executadas as fundações de dois viadutos.

 

 

 

Ainda no Corredor BRT Campo Grande foram iniciadas as obras entre o bairro Satélite Íris e as imediações do Jardim Florence, com limpeza, drenagem e preparação de um trecho de cerca de 1 km. Nos próximos dias serão iniciados os trabalhos necessários para a execução de um viaduto e uma ponte: alça de interligação entre os corredores Perimetral e Campo Grande e ponte sobre o Córrego do Asilo.

 

 

 

No Corredor BRT Perimetral já foram realizadas 2,8 km de limpeza, drenagem e terraplanagem; e 1,8 km de pavimento de concreto aplicado. No momento, ocorre a preparação das fundações das estações Cidade Jardim e Pompéia, com a realização de drenagem e limpeza necessária no entorno.

 

 

 

Dados Gerais

 

 

O BRT campineiro contempla estações de transferência e infraestrutura adequada; veículos articulados ou biarticulados; corredores exclusivos com espaços para ultrapassagens; embarque e desembarque pela esquerda (junto ao canteiro central das avenidas); embarque em nível; e pagamento desembarcado. O sistema será mais seguro, rápido, eficiente e confiável.

 

 

 

O BRT Campo Grande terá 17,9 km de extensão, saindo da região central, ao lado do Terminal Mercado, seguindo pelo leito desativado do antigo VLT, Avenida John Boyd Dunlop, passando pelo Terminal Campo Grande e chegando ao Terminal Itajaí. Serão construídas 12 obras de arte (pontes e viadutos).

 

 

 

O BRT Ouro Verde terá 14,6 km de extensão, saindo da região central, do Terminal Central, seguindo pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez, passando pelo Terminal Ouro Verde, Camucim até o Terminal Vida Nova. Nesse trajeto serão construídas quatro obras de arte (pontes e viadutos).

 

 

 

Entre os dois corredores haverá um corredor perimetral, chamado de BRT Perimetral, com 4,1 km de extensão, ligando a Vila Aurocan até o Campos Elíseos, seguindo pelo leito desativado do VLT.

 

 

 

Os três corredores BRT do município – Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral – têm custo total de R$ 451,5 milhões. Serão 36,6 km de corredores, com conclusão total das obras em meados de 2020.

 

 

 

Lotes

 

 

A elaboração dos projetos executivos e realização das obras dos três corredores BRT foram divididas em quatro lotes.

 

 

 

– Lote 1: compreende o trecho 1 do Corredor Campo Grande, que é a ligação entre a região central até a Vila Aurocan, com extensão de 4,3 km; além de todo corredor perimetral, com 4,1 km. O responsável pelo Lote 1 é o Consórcio Corredor BRT Campinas, formado pela D. P. Barros, Trail, Arvek, Enpavi e Pentágono. O valor total do lote é de R$ 88,9 milhões.

 

 

 

– Lote 2: trechos 2, 3 e 4 do Corredor Campo Grande. Esses trechos contemplam a ligação da Vila Aurocan até o Terminal Itajaí, totalizando 13,6 km. O trecho 2 é da Vila Aurocan até o viaduto sobre a Rodovia dos Bandeirantes, com 5 km. O trecho 3 compreende o viaduto da Rodovia dos Bandeirantes até o Terminal Campo Grande, totalizando 6,4 km. E o trecho 4, do Terminal Campo Grande até o Terminal Itajaí, totalizando 2,2 km. Responsável: Empresa Construcap – CCPS Engenharia e Comércio. Valor total do lote: R$ 191,1 milhões.

 

 

 

– Lote 3: trecho 1 do Corredor Ouro Verde, que liga a região central até a Estação Campos Elíseos, com 4,8 km de extensão. Responsável: Empresa Compec Galasso. Valor total do lote: R$ 66,5 milhões.

 

 

 

– Lote 4: trechos 2 e 3 do Corredor Ouro Verde, que compreende a ligação da Estação Campos Elíseos até o Terminal Vida Nova, totalizando 9,8 km de extensão. O trecho 2 vai da Estação Campos Elíseos até o Terminal Ouro Verde, com 5,7 km. E o trecho 3 liga o Terminal Ouro Verde até o Terminal Vida Nova, com 4,1 km. Responsável: Consórcio BRT Campinas (Artec; Metropolitana). Valor total do lote: R$ 104,9 milhões.

 

 

 

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Reunião marca início da implantação do Plano Municipal de Igualdade Racial

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A secretária municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas, Vandecleya Moro, abriu oficialmente na tarde desta terça-feira, 11 de maio, a reunião inicial do Comitê de Implantação do Plano Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

 

 

 

 

A solenidade aconteceu no Salão Vermelho do Paço Municipal. “Faço votos que os trabalhos que se iniciam agora sejam produtivos e consigam alcançar resultados que promovam os direitos e reparem injustiças”, afirmou Vandecleya Moro.

 

 

 

 

O ato antecipa também a celebração do Dia de Luta pela Reparação para o Povo Negro do Brasil, celebrado em 13 de maio em Campinas e estabelecido pela Lei 14.053, de 27/04/2011. A reunião deu início a uma série de discussões sobre normas e protocolos para assegurar a promoção da igualdade racial na Prefeitura de Campinas.

 

 

 

 

O Plano Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial pode ser consultado no site da Prefeitura (http://www.campinas.sp.gov.br/arquivos/direitos-deficiencia/plano%20igualdade%20racial_%20compl.pdf). 

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Novo alerta de dengue traz dez bairros com risco de transmissão

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A Secretaria de Saúde divulgou nesta terça-feira, 11 de maio, o Alerta 18 de Dengue na cidade. O documento traz novas áreas com risco de transmissão da doença. São dez bairros: Jardim Novo Campos Elíseos, Parque Vista Alegre, Jardim Telesp, Jardim San Diego, Jardim Proença, Jardim Itatiaia, Vila Padre Anchieta, Núcleo Residencial Boa Vista, Vila Régio e Cidade Universitária II (Barão Geraldo).

 

 

  

 

Conforme a coordenadora do Programa de Arboviroses de Campinas, Heloísa Malavasi, o objetivo dos boletins é alertar a população sobre novas áreas de transmissão da dengue e mobilizar as pessoas para que contribuam com o controle de criadouros do mosquito.

 

 

  

“É essencial que as pessoas verifiquem seus quintais, vasos de plantas e outros possíveis criadouros, e nos ajudem no controle da doença em nossa cidade. É muito importante que a população assuma sua responsabilidade no controle dos criadouros”, falou Heloísa.

 

  

 

O trabalho de controle da dengue continua sendo realizado pelas equipes da Secretaria de Saúde, mas os cidadãos precisam tomar os cuidados necessários para evitar o ciclo de vida e reprodução do mosquito Aedes aegypti. Isso porque 80% dos criadouros estão nos quintais e dentro de casa.

 

 

 

Entre os cuidados, os moradores devem manter caixa d’água fechada ou telada; limpar as calhas e, caso necessário, desentupi-las; trocar a água de vasos de plantas e lavar o recipiente com bucha e sabão para remover os ovos do mosquito.

 

 

 

As pessoas que têm bromélia devem regar a planta com mangueira de pressão uma vez por semana e limpar a face interna de todas as folhas (onde a água fica acumulada, o que favorece a proliferação de ovos e larvas do mosquito).

 

 

 

Outra recomendação é evitar o acúmulo de entulho e recicláveis. Quem precisa descartar este material, deve levar até um dos 16 ecopontos da cidade. Os endereços podem ser consultados na página http://www.campinas.sp.gov.br/governo/servicos-publicos/ecopontos/index.php.

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Prefeitura homologa licitação para conclusão de obras do CS Santa Odila

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As obras de ampliação do Centro de Saúde Santa Odila, paralisadas desde 2019, serão retomadas. O Diário Oficial do Município publicou nesta terça-feira, 11 de maio, a homologação da licitação para a conclusão das obras remanescentes, que terá custo de R$ 225,8 mil.
A previsão do secretário de Infraestrutura, Carlos José Barreiro, é de que as obras sejam concluídas em, no máximo, 120 dias. A retomada ocorre após a empresa que havia sido contratada para a realização da ampliação da unidade ter abandonado o serviço, deixando 15% das obras sem conclusão.
Outras duas empresas foram chamadas, mas tiveram limitações técnicas e jurídicas. Uma nova licitação precisou ser realizada e a vencedora foi a empresa a Spalla Engenharia Eirelli.
Os serviços remanescentes incluem colocação de esquadrias, instalação de peças sanitárias e acessórios, bancadas, implantação de itens relacionados à segurança e combate a incêndio, execução das instalações de gases medicinais, finalização de serviços nas instalações elétricas e hidráulicas e instalações de sistema de proteção contra descargas atmosféricas.

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