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Instituto Wilson Mello e Change Academia se unem para expansão do wellness em Campinas

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O Instituto Wilson Mello e a Change Academia acabam de anunciar uma parceria para a gestão do setor de treinamento físico do Instituto, localizado no Condomínio Praça Capital, em Campinas.  O objetivo das duas empresas com o lançamento do projeto – IWM Together We Can Change – é ampliar o atendimento a clientes que buscam saúde e qualidade de vida por meio da prática bem orientada da atividade física. A ideia é olhar com carinho para o maior agente de transformação do mundo: o corpo humano.

O Instituto Wilson Mello é um centro multidisciplinar que reúne Clínica de Ortopedia e Medicina Esportiva, Centro Avançado de Fisioterapia Ortopédica e Esportiva e Núcleo de Estudos. Já a Change Academia se destaca no setor por propor novos métodos de planejamento e acompanhamento de treino aliado a ambientes aconchegantes e acolhedores, diferentes de qualquer outra do ramo. A união das duas empresas se baseia em um valor em comum entre os proprietários: o conceito de wellness, no qual o objetivo não é um corpo necessariamente esculpido, mas saudável, supervisionado por médicos, fisioterapeutas, nutrólogos e educadores físicos.

Cuidar é a essência do profissional da saúde. Dr. Wilson Mello, líder da equipe do Instituto, formado pela Unicamp há 40 anos e um dos mais renomados cirurgiões de joelho do País, sempre encarou seu trabalho dessa forma. “Muitas vezes, o paciente chega ao consultório com uma dor no joelho, mas ao examinar e conhecer sua história clínica e de vida, descobrimos que ele precisa muito mais do que um tratamento para seu joelho, ele precisa de atenção”, afirma o médico.

Cuidando do todo

Essa atenção a que Dr. Mello se refere envolve, em muitos casos, uma mudança de estilo de vida que, junto ao tratamento clínico indicado, pode devolver ao paciente o prazer em realizar atividades que o fazem feliz, mas que tinha abandonado.  “Esse é o conceito de wellness, de bem-estar. Quando unimos profissionais de diferentes áreas podemos oferecer essa abordagem aos nossos clientes”, explica o idealizador do Instituto Wilson Mello, inaugurado em 2010 com base nesses valores.

Foi por também pensar dessa forma, e não encontrar um espaço que atendesse ao seu ideal de atividade física, que o administrador de empresas Luís Antônio Calicchio trocou a roupa social de executivo do mercado financeiro por tênis e regatas e começou, em 2008, um projeto para transformar a vida de muitas pessoas. “O exercício deve focar além da estética. Precisa ser transformador, levar saúde, eliminar dores e ser formado por atividades motivadoras, que façam sentido para quem pratica”, defende o empresário. Hoje, a Change Academia conta com mais de 1,2 mil alunos em suas duas unidades de Campinas, no Gramado e no Alphaville.

A experiência de Calicchio se une agora à filosofia do Instituto Wilson Mello de forma bem alinhada no propósito de cuidar do corpo enquanto agente de transformação. “Existe uma sinergia entre os objetivos que nós buscamos para nosso setor de atividade física com o que a Change Academia vislumbra para a saúde e bem-estar de seus clientes e isso fez com que buscássemos essa parceria. Esperamos, assim, atender a um universo de pessoas muito maior, porque unimos a expertise das duas empresas num processo de divulgação e atendimento mais amplo”, comemora Dr. Mello.

Tendência de mercado entre todas as gerações

O projeto IWM Together We Can Change implantado na terceira unidade da Change Academia foi estruturado com base em pesquisas de entidades internacionais (Euromonitor International e Global Wellness Institute) que demonstram a crescente tendência do modelo proposto pela dupla que, diferentemente do fitness, em que o foco é o corpo, se preocupa com o bem-estar geral. “O mercado global de wellness, que tem diversos segmentos, movimentou US$ 3,7 trilhões em 2015, sendo que apenas o fitness e mind-body representam sozinhos US$ 542 bilhões”, esclarece o empresário.

As pesquisas foram encomendadas para que Calicchio e Dr. Mello entendessem melhor esse movimento e desenvolvessem o negócio ideal para o setor. O estudo analisou o impacto do conceito em diferentes gerações e percebeu que a tecnologia tem sido utilizada a favor do bem-estar, começando já pelas crianças, na chamada geração alpha. Já no caso dos millennials, os nascidos entre 1980 e 2000, os especialistas observaram uma busca por essa sensação em atividades ao ar livre.

O ponto em que todas as gerações se encontram é na busca pela conectividade, pelo conhecimento do corpo e por uma experiência real. A combinação desses três fatores resulta no que se chama de “wellness” hoje em dia. “A conclusão foi que, na verdade, não existem fronteiras entre as gerações. Todas elas estão em busca de uma consciência corporal e uma busca constante por experiências que promovam esse bem-estar”, contam os pioneiros de Campinas, que comprovaram pela pesquisa que esporte e atividade física nunca estiveram tão conectados com a medicina como nesse momento e é por isso que sabem que estão no caminho certo.

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Associações do Terceiro Setor de Campinas recebem R$ 1,450 milhão do Fiec

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Associações do Terceiro Setor do município foram contempladas nesta sexta feira, dia 11  de junho, pela Secretaria de Esportes e Lazer de Campinas,  com verba de aproximadamente R$ 1,450 milhão do Fundo de Investimentos Esportivo de Campinas (Fiec) .

 

 

 

O repasse do Fiec é destinado à todas as associações  que trabalham com  fomentos de projetos esportivos e paradesportivo. Esses recursos irão auxiliar o Terceiro Setor em várias ações destinadas a formação, massificação e alto rendimento nas mais variadas modalidades.

 

 

 

O Fundo Fiec é fruto da Lei Municipal 12.352/2005 criada para incrementar as agremiações e ao mesmo tempo aproximar a população de projetos esportivos que contribuem na formação e na qualidade de vida das pessoas. A cada ano amplia sua abrangência e proporciona um crescimento significativo no número de participantes.

 

 

 

Para o secretário de Esportes e Lazer, Fernando Vanin, o projeto ganha robustez a cada ano. “É motivo de enorme satisfação esta pareceria que temos com as associações esportivas. O  nosso grande objetivo é o trabalho sério realizado pelas partes, que beneficia a população”, afirmou o secretário.

 

 

 

A verba repassada é fundamental para a continuidade e criação de novos projetos. O presidente e professor da associação campineira de judô, Claúdio Tateama, ressalta o significativo apoio que recebe do Fiec: “É um recurso importante porque nos permite trabalhar com planejamento. A ideia é crescer, ter espaço e cuidar do desenvolvimento de todos. O esporte é um agente transformador”, concluiu Tateama.

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Prefeito doa sangue em hemocentro e incentiva população

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, doou sangue na manhã desta segunda-feira, dia 14 de junho, no posto Mário Gatti do Hemocentro da Unicamp e incentivou a população a contribuir também. No “Junho Vermelho”, mês que marca a importância da doação de sangue para salvar vidas, o Hemocentro tem sofrido com estoques próximos de situação crítica. A quantidade atual é suficiente para dois ou três dias.

 

De acordo com o Hemocentro, por conta da pandemia e da vacinação, o mês de maio foi um dos piores dos últimos anos, levando à suspensão de procedimentos importantes como transplantes. As doações também são extremamente importantes para os procedimentos de urgência ou emergência, como por exemplo, para pessoas que sofreram acidentes.

 

 

O prefeito ressaltou o quanto a doação é fundamental para salvar vidas: “Precisamos sempre da conscientização de todos para colaborar com o Hemocentro e melhorar o estoque de sangue, principalmente nesse momento difícil que estamos atravessando”, disse.

 

 

No posto do Mário Gatti, o prefeito foi recebido pelo coordenador do Hemocentro Unicamp, Erich de Paula e também foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti, Sérgio Bisogni, que também aproveitou para fazer sua doação de sangue.

 

 

O que é preciso para ser um doador de sangue?

 

– Ter entre 16 e 69 anos;

 

– Pesar no mínimo 50 quilos;

 

– Não estar em jejum, apenas evitar alimentos gordurosos e, após o almoço, aguardar 3 horas;

 

– Estar descansado;

 

– Não fumar até 2 horas antes e 2 horas depois da doação.

 

Confira os locais de doação e mais informações no portal do Hemocentro da Unicamp.

 

 

Intervalo vacina contra Covid-19 e doação de sangue

 

 

Dependendo da vacina recebida, há necessidade de ficar sem doar sangue por períodos distintos – a CoronaVac impede a doação por 48 horas (após cada dose) e as vacinas AstraZeneca, Pfizer e Jannsen impedem por 7 dias (também após cada dose). Dessa forma, o Hemocentro da Unicamp solicita a apresentação do comprovante para os candidatos que forem vacinados a fim de garantir segurança aos pacientes que recebem o sangue.

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Covid: Saúde abre agendamento da vacina para quem tem mais de 50 anos

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A Secretaria Municipal de Saúde inicia, às 14h, desta segunda-feira, 14 de junho, o agendamento da vacina contra a Covid para pessoas com mais de 50 anos, moradoras de Campinas e sem doenças preexistentes (comorbidades). O agendamento deve ser feito preferencialmente pelo site http://vacina.campinas.sp.gov.br ou pelo telefone 160. Pessoas que tiverem dificuldade em marcar o horário podem procurar seu Centro de Saúde de referência para ajuda.

 

 

As vacinas serão aplicadas em Centros de Saúde do município apenas com o horário marcado. São 63 unidades de saúde disponíveis para a vacinação. Cada unidade abre em um dia da semana exclusivamente para a vacinação, sendo terça-feira ou quinta-feira ou sexta-feira. Ficam de fora apenas os CSs Boa Esperança, Carlos Gomes, Campina Grande e Bassoli.

 

 

É necessário levar CPF e documento de identidade com foto, comprovante de endereço e comprovante emitido no final do agendamento (pode ser no celular). Para comprovar o endereço é possível levar, por exemplo: contas de água, energia elétrica, telefone, gás, serviços de internet, conta de banco, conta de cartão de crédito, carnê de IPTU, etc.

 

 

 

Intervalo entre a vacina da gripe e a da Covid

 

 

Quem tomou a vacina contra a gripe precisa esperar 14 dias para tomar a vacina contra a Covid. O mesmo vale se for o contrário: só depois de 14 dias de ter tomado a vacina contra Covid é que a pessoa pode tomar a da gripe.

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