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Governantes fazem viagem em futuro trecho do Trem Intercidades

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Uma viagem experimental em um trecho de ferrovia federal, entre Campinas e Jundiaí, reuniu autoridades do Governo do Estado de São Paulo, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, e prefeitos de municípios da Região Metropolitana de Campinas na manhã desta terça-feira, dia 4 de setembro. O objetivo foi conhecer a malha por onde passará a futura expansão da rede da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Trem Intercidades (TIC). 

 

 

 

A concessionária Rumo Logística, responsável pela ferrovia, disponibilizou um trem de passageiros com dois vagões para realizar o percurso da Estação Cultura, em Campinas, até a Estação Ferroviária de Louveira. O governador do Estado de São Paulo, Márcio França, realizou a viagem junto com o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, além de autoridades como o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, e o presidente da CPTM, Paulo Magalhães Bento Gonçalves.

 

 

 

Durante o evento, o governador Márcio França, anunciou a aprovação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para uma intervenção importante nas malhas ferroviárias do Estado de São Paulo. Ele frisou que já existe pela CPTM o transporte entre Jundiaí e São Paulo, com parada na Estação da Luz que leva milhares de passageiros. 

 

 

 

 

De acordo com França, já foi determinado que a CPTM possa eletrificar a área entre Campinas e Jundiaí para ter algumas opções de horário durante o dia, para levar passageiros do centro de Campinas ao centro de São Paulo em 1 hora e 30 minutos. “Cada um dos trens terá capacidade de levar até mil pessoas por viagem. Esse percurso pode ser feito várias vezes por dia. Serão 4 mil veículos a menos na estrada”. 

 

 

 

 

Para a operação, será necessário recuperar trechos das áreas e colocar eletrificação nos postes que já existem, além de nivelar os trilhos. O prefeito Jonas Donizette destacou que é uma opção que poderá beneficiar muito a população e ser implementada de maneira ágil. “Hoje temos 60 mil pessoas que fazem o trecho de Campinas até São Paulo e poderão usar o trem da CPTM. O plano futuro, a médio prazo, é incluir o Aeroporto de Viracopos, o que aumentará o número de passageiros e tornará o projeto ainda mais viável. Posteriormente, traremos o Trem Intercidades”, afirmou. 

 

 

 

 

Jonas Donizette ressaltou que esses projetos, de investimento na ferrovia para o transporte de passageiros e de carga, representam uma mudança de mentalidade para que a população não fique refém de apenas um modo de transporte. 

 

 

 

 

O governador lembrou que o Trem Intercidades está sendo estudado por outro formato, mas exigirá obras demoradas. “Estamos tentando fazer soluções simples que podem ser feitas de maneira mais rápida. Os trens já vêm até Jundiaí pela CPTM e podemos estender até Campinas”. 

 

 

 

 

Trem Intercidades

 

O primeiro trecho do TIC vai atender às cidades de São Paulo, Jundiaí, Campinas e Americana. A previsão é que o ramal transporte inicialmente 68 mil passageiros diariamente. O TIC deverá operar com a linha 7-Rubi da CPTM. O custo total será de R$ 5,4 bilhões, sendo R$ 1,8 bilhão do Governo do Estado. 

 

 

O projeto do TIC faz parte do Plano Diretor de Mobilidade de Cargas e Passageiros para a Macrometrópole Paulista (MMP) para o qual o Governo do Estado de São Paulo contratou em fevereiro de 2018 o Consórcio Pró-TL, formado por cinco companhias lideradas pela DB Internacional Brasil Ltda., subsidiária do grupo Deutsche Bahn, maior operadora de ferrovias da Europa. O projeto terá investimento total de R$ 20,8 milhões, custeado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os estudos devem ser concluídos em até 20 meses. 

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Fiscalização coíbe aglomerações com 2.238 pessoas e fecha cinco comércios

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A Guarda Municipal de Campinas dispersou 2.238 pessoas entre o final da noite de sábado, dia 24/7, e a madrugada deste domingo, 25/7, durante a Operação Aglomeração Zero, coordenada pela Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública. 

 

A ação constatou que estas pessoas encontravam-se aglomeradas em grupos de mais dez em praças, vias públicas e nas proximidades de bares e restaurantes.

 

A Operação Aglomeração Zero visa coibir ou dispersar concentração de indivíduos nas ruas para conter a transmissão do coronavírus em Campinas. Viaturas e efetivo da GM são empregados durante a ação, realizada no período em que vigora o Toque de Recolher na cidade, entre 23h e 5h.

 

A corporação intensifica o patrulhamento em locais mapeados a partir de dados estatísticos de onde a Guarda Municipal registra maior número de denúncias recebidas pelo 156 e 153 e também nos bairros com mais casos de transmissão da Covid-19.

 

Fiscalizações

 

O balanço aponta também o resultado das fiscalizações. No sábado, as equipes de fiscalização da Prefeitura vistoriaram 134 estabelecimentos. Destes, 5 foram fechados.

 

As equipes de fiscalização contam com agentes municipais das secretarias de Saúde (por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária) e Planejamento e Urbanismo, Setec e Procon.

 

A Prefeitura ressalta que a colaboração da população é muito importante no controle da pandemia em Campinas. Mesmo com o avanço da vacinação, os cidadãos precisam manter o uso correto da máscara, fazer higienização das mãos e manter o distanciamento social.

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GM dispersa 1.680 pessoas na Operação Aglomeração Zero desta madrugada

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A Guarda Municipal de Campinas dispersou 1.680 pessoas entre o final da noite de sexta-feira, 23 de julho, e a madrugada deste sábado, 24, durante as ações da Operação Aglomeração Zero, coordenada pela Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública.

 

Com o objetivo de coibir ou dispersar grupos com mais de dez pessoas em vias públicas, viaturas e efetivo da GM realizam a ação no período em que vigora o Toque de Recolher na cidade, entre 23h e 5h.

 

A corporação intensifica o patrulhamento em locais mapeados a partir de dados estatísticos de onde a Guarda Municipal registra maior número de denúncias recebidas pelo 156 e 153 e também nos bairros com mais casos de transmissão de Covid-19.

 

Fiscalizações

 

O balanço aponta também o resultado das fiscalizações. Ontem, as equipes de fiscalização da Prefeitura vistoriaram 92 estabelecimentos. Destes, 7 foram fechados.

 

A fiscalização envolve servidores das secretarias de Saúde (por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária) e Planejamento e Urbanismo, Setec e Procon.

 

A Prefeitura ressalta que a colaboração da população é muito importante no controle da pandemia em Campinas. Mesmo com o avanço da vacinação, os cidadãos devem fazer o uso correto da máscara, a higienização das mãos e manter o distanciamento social.

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Prefeito recebe ministro em cerimônia na EPAR Boa Vista nesta sexta, 23

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, e o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, participaram na manhã desta sexta-feira, 23 de julho, da cerimônia de apresentação da Estação Produtora de Água de Reúso – EPAR Boa Vista. O evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do secretário nacional de Saneamento, Pedro Maranhão.

 

 

 

 

A obra beneficia uma população de aproximadamente 55 mil moradores de 30 bairros de Campinas. A EPAR tem capacidade para tratar 180 litros de efluentes por segundo. O esgoto, tratado por meio de membranas ultrafiltrantes, resulta em água de excelente qualidade, que pode ser aproveitada como água de reúso com 99% de grau de pureza. Com a operação dessa unidade, a Estação de Tratamento de Esgoto Vó Pureza será desativada.

 

 

 

 

A EPAR Boa Vista faz de Campinas o primeiro município com mais de 500 mil habitantes a atingir 100% da capacidade instalada para o tratamento de esgoto. “Esta estação é inovadora, um exemplo de ação que gostaríamos que fosse multiplicada em outras cidades brasileiras. Além de tratar o esgoto de forma adequada, está produzindo uma água de qualidade que poderá desde retornar aos rios até ser usada na agricultura ou em aplicações mais nobres. Estou bem impressionado”, elogiou o ministro.

 

 

 

De acordo com o prefeito Dário Saadi, a obra impacta, principalmente, no desenvolvimento sustentável. “Podemos tratar o esgoto, que é fundamental para o meio ambiente, e produzir água de reúso que, além de ser destinada ao Ribeirão Boa Vista mais limpa, pode ser usada na indústria e em outros lugares”, comemorou.

 

 

 

 

De acordo com o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, a EPAR representa um avanço no tratamento terciário de esgoto. “Devolvemos aos rios água de muito melhor qualidade do que aquela que nós captamos para abastecer a nossa cidade. Recentemente, assinamos outro contrato de financiamento com a Caixa para a modernização da ETE Anhumas, que será transformada em estação produtora de água de reúso. Quando esse empreendimento estiver pronto, Campinas tratará, em caráter terciário, cerca de 70 por cento do esgoto produzido na cidade”, anunciou.

 

 

 

 

O investimento total da obra na Boa Vista foi de R$ 68.458.591,90, sendo R$ 45.998.479,18 financiados pelo PAC FIN/FGTS, e R$ 22.460.112,72 como contrapartida da Sanasa. O trabalho foi executado pelo consórcio formado pelas empresas Enfil e Augusto Velloso, escolhido por meio de licitação internacional. A obra teve início em 1º de março de 2016 em uma área de 90 mil metros quadrados. A EPAR Boa Vista leva o nome do córrego que margeia a estação.

 

 

 

Liberação de recursos

 

Durante o evento, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, assinou a liberação de recursos nos valores de R$ 126 milhões para obra de melhorias e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Anhumas.

 

 

Também foram liberados R$ 129,5 milhões para a implantação do sistema de esgotamento sanitário que ligará a bacia do Samambaia, em Campinas, à Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR) Capuava, em Valinhos.

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