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GM faz ações contra pancadão na região da Avenida Carlos Stella Neto

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A Guarda Municipal de Campinas (GMC) tem atendido vários chamados da população reclamando de som alto de carros estacionados na Avenida Carlos Stella Neto, principalmente nas regiões dos bairros Jardim Monte Cristo, Parque Oziel e prolongamento do Jardim do Lago. A concentração de pessoas e carros parados no local com som alto nos finais de semana tem sido alvo de ações da GM para cumprir a Lei do Pancadão. Só nesta avenida, durante o mês de outubro, foram aprendidos três veículos. Do começo do ano até 31 de outubro, foram nove apreensões por som alto incomodando a vizinhança na região ao longo da avenida.

 

De acordo com o comando da Guarda Municipal, a concentração de muitas pessoas no local demanda a organização de ações especiais, com maior número de guardas e armamento menos letal para contenção e dispersão. Como foi, por exemplo, a operação desencadeada no último dia 20 de outubro, um sábado à noite. Na ocasião, um carro foi apreendido pela Lei do Pancadão e outros 18 veículos que estavam pelo local foram recolhidos por diversas infrações de trânsito.

 

Nos dias 5 e 6 de outubro, dois outros carros já haviam sido apreendidos pela Lei do Pancadão na mesma região. Durante o mês de outubro, foram registrados 17 chamados sobre som alto em veículos na área desses bairros, dos quais 12 foram ao longo da avenida Carlos Stella Neto.

 

Entre janeiro e setembro de 2018, a Guarda Municipal de Campinas já registrou 107 veículos apreendidos pela Lei do Pancadão, com uma média de cerca de 12 veículos ao mês. No mesmo período de 2017 haviam sido 138 apreensões. Em todo o ano passado todo foram 163 veículos apreendidos. Em 2016, haviam sido 205 recolhas. Já em 2015, ano em que a lei entrou em vigor, 294 veículos foram apreendidos.

 

 

 

Ação educativa

 

 

 

A chamada Lei do Pancadão foi regulamentada pelo prefeito Jonas Donizette em janeiro de 2015. Além da multa de 500 UFICs (Unidades Fiscais de Campinas), atualmente R$ 1.695,30, os veículos que estiverem parados com o som alto são apreendidos. Em caso de reincidência, o valor é dobrado; e quadruplicado, a partir da segunda reincidência.

 

Segundo a Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança de Campinas, a lei tem cumprido seu papel de coibir a prática do pancadão e reduzir as ocorrências de som alto incomodando a população. Há uma proposta educativa envolvida na questão, que vai além da repressão ao ato e de multas e apreensões, alertando para o respeito ao outro. As recolhas no primeiro semestre sempre costumam ser maiores por causa das férias de início do ano e do carnaval.

 

A população pode solicitar a fiscalização do excesso do volume de som fazendo a denúncia diretamente à GMC pelo 153 e ao 156 e também pela página da Prefeitura na Internet, no www.campinas.sp.gov.br.

 

 

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Ação autua estabelecimentos por descumprirem medidas sanitárias

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Dois estabelecimentos foram autuados pela Vigilância Sanitária na noite de ontem (sábado, 10 de abril) por descumprimento das medidas sanitárias, como falta de máscaras por funcionários e por não haver controle de fluxo de pessoas no interior.

A ação vistoriou 22 estabelecimentos comerciais nos bairros Vila Pompéia, Jardim Novo Campos Elíseos e Jardim Santa Lúcia, entre eles padarias, bares, restaurantes, lanchonetes, comércios de bebidas, lojas de variedades, lojas de conveniência, drogarias, lojas de departamento, supermercados, pizzarias e sorveterias.


A fiscalização é realizada com base em denúncias recebidas pela população por meio do 156 e baseada nas regiões da cidade com mais casos de Covid-19. Segundo mapeamento da Prefeitura, a região do Novo Campos Elíseos é a que apresenta maior taxa de letalidade por Covid-19 desde o início da pandemia. Em seguida, aparece a região do Jardim Eulina.
A multa prevista no decreto é de R$ 3.030,88 para o descumprimento dos protocolos sanitários.


A Vigilância pede a colaboração da população para denunciar irregularidades pelo 156 (telefone ou Portal do Cidadão no endereço https://cidadao.campinas.sp.gov.br) e também pelo número 0800-771-3541, do sistema Estadual.

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Campinas Sem Fome: 12,8 mil quilos de alimentos apenas no 1º dia

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O primeiro dia de mobilização no “Dia D” da Campanha Campinas sem Fome, ontem, sábado, 10 de abril, arrecadou 12,8 mil quilos de alimentos não perecíveis, o que corresponde a 656 cestas básicas e quase 1,2 mil quilos de alimentos avulsos. Além disso, foram doados pela população 700 quilos de produtos de higiene e limpeza. A ação continua hoje (domingo, 11 de abril) até às 17h. Entre 8h e 14h30 deste domingo foram 4.051 quilos de alimentos e 109,5 quilos de produtos de higiene e limpeza entregues pela população.

O Banco de Alimentos estima que desde o começo da campanha, em 22 de março, até a manhã deste domingo, mais de 250 toneladas de alimentos perecíveis já foram doados pelos campineiros.

A doação é no sistema de drive-thru no Paço Municipal, com acesso pela Rua Barreto Leme. Para evitar aglomeração, não é necessário descer do veículo para entregar os produtos. Basta parar num dos pontos de coleta, sendo o primeiro próximo à entrada do arruamento do Paço Municipal e o outro na entrada do estacionamento externo. Os voluntários retiram os produtos e direcionam para serem transportados em vans até o Banco de Alimentos.


Os donativos vão para o Banco de Alimentos, que repassa para 145 entidades cadastradas na rede assistencial da Prefeitura. As instituições distribuem para as famílias em situação de vulnerabilidade social e nutricional e que estão cadastradas no aplicativo Viva Vida.

A ação tem apoio das secretarias e autarquias municipais, da Guarda Municipal, Ceasa, Sanasa, Emdec e da Transurc. O Exército também apoia com duas equipes, uma no Paço e a outra na sede do Banco de Alimentos, onde será feita a triagem, pesagem e armazenamento adequado.

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Ação da Vigilância Sanitária interdita um estabelecimento e autua quatro

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A Coordenadoria da Vigilância Sanitária autuou quatro estabelecimentos e interditou um em ações de fiscalização ontem, sexta-feira, dia 9 de abril. A interdição se deu em um estabelecimento não essencial que estava funcionando e as autuações por serviços essenciais, que descumpriam os protocolos sanitários.


Com o objetivo de atender denúncias recebidas via 156, as equipes da Vigilância vistoriaram academias, salões de beleza, clínicas médicas, consultórios, supermercados, hortifrutis, padarias, açougues, sorveterias, lojas de suplementos, drogarias, comércios de vestuário, lanchonetes, bares, restaurantes e adegas. Os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos foram orientados sobre as medidas sanitárias obrigatórias previstas nos decretos municipais vigentes.


Durante a operação, houve colaboração da população, que abordou os fiscais para tirar dúvidas e fazer denúncias de estabelecimentos funcionando irregularmente.
Uma equipe de técnicos inspecionou uma instituição de longa permanência para idosos (ILPI), na Vila Industrial, para avaliação das medidas adotadas para a prevenção da Covid-19. Os fiscais constataram irregularidades sanitárias e abriram processo administrativo para apurar os fatos.


A Coordenadoria da Vigilância Sanitária reforça que a população pode denunciar situações em desacordo com os decretos municipais e demais medidas de controle para prevenção da Covid-19 pelo Portal do Cidadão – 156 (por telefone ou site) ou pelo Canal de Denúncias Estadual, tel: 0800-771 3541. O órgão também pede a colaboração dos cidadãos, com relação ao uso de máscara em locais públicos, higienização das mãos e para evitar aglomerações, principalmente festas clandestinas.

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