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Falta de chuvas pressiona Sistema Cantareira em São Paulo

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Uma cartilha divulgada hoje (18) pelo Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) alerta para o fato de a redução da média histórica de chuvas nos últimos anos ter mantido os reservatórios do Sistema Cantareira em níveis abaixo do necessário. Segundo o consórcio, desde a crise hídrica de 2014, o armazenamento de água no sistema não voltou aos níveis seguros para evitar desabastecimento.

O Sistema Cantareira é o maior manancial da Região Metropolitana de São Paulo, com capacidade de 973,9 bilhões de litros de água, e abastece diretamente 10 milhões de pessoas.

“O recomendado é que, após o período das chuvas mais intensas, entre os meses de março e abril, os níveis de armazenamento do Sistema Cantareira estejam no mínimo na ordem de 75%” ressalta o texto da cartilha. Em 2020, o volume nos reservatórios nessa época do ano correspondia a 64,6% do total e nos anos anteriores havia sido ainda menor.

Isso acontece porque desde 2017 as chuvas nas cabeceiras dos rios que abastecem o sistema têm ficado abaixo dos 1,5 mil milímetros anuais, média histórica antes da crise hídrica. Em 2020, choveu 23,2% menos do que o esperado.

“Em 2021 o Sistema Cantareira adentrou o ano com apenas 36% de reservação de água e com baixa expectativa de recomposição de seu volume até março/abril, quando deverá atingir seu volume de reservação máxima”, alerta a cartilha.

O consórcio alerta ainda que a região metropolitana tem crescimento populacional constante e já sofre com eventos climáticos extremos, como a estiagem de 2014, ligados às alterações do clima no mundo. “Desde então [crise hídrica], o sistema não se recuperou completamente, fato que evidencia o reflexo da incidência dos eventos climáticos extremos e do comportamento das chuvas, que tem ocorrido em menor volume na região”.

Previsões

O consórcio traçou quatro possíveis cenários para este ano. Na previsão mais otimista, os reservatórios do Cantareira encerrariam o ano com 44,2% da capacidade útil. Na pior previsão, o sistema teria apenas 18,4% do volume útil total no fim do ano.

“Não teremos falta de água nas Bacias PCJ para o ano de 2021, porém, novamente não atingiremos os níveis recomendados de armazenamento de água, fato que nos apresenta um sinal de alerta principalmente pela baixa incidência de chuvas constatadas nos últimos anos”, avalia o consórcio.

Recomendações

Para manter a segurança hídrica na região, o consórcio recomenda uma série de políticas que permitam mais armazenamento de água e melhor uso do recurso. Entre as medidas sugeridas, estão os parques alagáveis e piscinões ecológicos que além de reduzir o impacto de inundações, permitem o armazenamento de água.

O consórcio também aponta como ação efetiva incentivos do Poder Público para que residências e empresas tenham cisternas para armazenar água da chuva, destinada a usos menos nobres, como limpeza de piso e rega de jardim.

fonte ebc

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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