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EGDS: palestra do Pondé reúne 520 servidores no Teatro da Ima

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A Escola de Governo e Desenvolvimento do Servidor (EGDS) promoveu nesta quarta-feira, 13 de junho, a palestra Geração Milênio, com o jornalista e filósofo Luis Felipe Pondé. O encontro, que faz parte do ciclo “Ampliando Horizontes, reuniu 520 servidores no Teatro Ima Cultural e teve como objetivo ajudar os servidores a compreenderem os jovens na sociedade e no mercado de trabalho.

 

Pondé abordou temas como verdades e mentiras sobre a Geração Milênio (Y); quais são as mentiras sobre os Y que o marketing de comportamento se propaga?(tendência a tomar projeções idealizadas de comportamento como comportamento real e posterior venda dessas projeções idealizadas); consequências nefastas; qual o comportamento, perfil? Geração Nativo digital?

 

“A nova geração é do mundo digital, decidida a encontrar satisfação no trabalho e melhorar suas condições de vida. Mas é também a geração que se sente insegura em não ter uma mensagem visualizada em um aplicativo”, disse Pondé.

 

A servidora Lia Pereira disse ter ido à palestra por curiosidade sobre o tema e para entender melhor a nova geração. “O mundo não vai virar só máquina. Nós precisamos nos adaptar pra entender esse novo mundo, mas sem medo, se não isso vira uma barreira pra nós que já estamos entrando na terceira idade. Temos que acompanhar os jovens e saber usufruir desse mundo que vem vindo”, afirmou. “Acho que esse trabalho com a geração milênio vai contribuir muito pra gente entrar com menos medo e mais coração aberto nesse mundo inevitável da inteligência artificial, tentando tirar dai o melhor proveito possível”, concluiu.

 

Para a professora e servidora Marjory Keller a palestra vai possibilitar que ela leve os conhecimentos sobre a geração milênio de uma maneira mais positiva para os seus alunos. “O que eu vou levar para os meus alunos é mais sobre esses conhecimentos que a geração milênio traz e como podemos levá-los para a sala de aula de forma positiva. Como o próprio Pondé disse, existem coisas muito negativas, como jovens inseguros e com medo e coisas muito positivas, como o conhecimento que a gente tem de novas tecnologias”, explicou.

 

A coordenadora da Escola Marisa Córdoba explicou a importância da palestra de Pondé. “É um tema fundamental nesse momento da Prefeitura em que tivemos concursos públicos que trouxeram servidores mais jovens, fazendo com que tivéssemos o encontro de diferentes gerações: uma boa parte já em fase de aposentadoria e outra iniciando a carreira. E para que possamos aproveitar este encontro de gerações, aprendendo e ensinando, precisamos entender o que pensam esses jovens e o que eles trazem de inovação”, afirmou.

 

O ciclo Ampliando Horizontes tem como objetivo promover a reflexão sobre temas do cotidiano. Para o evento, a EGDS já trouxe nomes como Ivan Capelatto, Mário Sérgio Cortella, Clóvis de Barros e o próprio Luiz Felipe Pondé.

 

Mais informações sobre as atividades realizadas pela Escola de Governo podem ser obtidas pelos telefones (19) 3235-2218/ (19) 3235-2226 ou pelo e-mail egds.secretaria@campinas.sp.gov.br .

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Vereador cobra informações sobre trechos defeituosos nos corredores do BRT

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O vereador Rodrigo da Farmadic (DEM) protocolou requerimento à prefeitura pedindo explicações em relação a trechos do BRT (Bus Rapid Transit) que considera defeituosos. “Diante dos relatos que tenho recebido sobre buracos e problemas na pavimentação de alguns pontos da obra do BRT, requeiro informações sobre as providências que devem ser tomadas pela empresa responsável pelas obras. Sabemos que o BRT é uma obra que vai trazer um benefício inestimável à mobilidade urbana, mas não podemos deixar que efeitos colaterais prejudiquem a população”, diz.

Para o parlamentar, o Executivo deve providenciar imediatamente os consertos e ajustes necessários, antes mesmo da inauguração da totalidade da obra.  “Entendemos que os reparos devem ser feitos imediatamente após a constatação dos danos, priorizando a utilização das melhores práticas construtivas e minimizando o impacto aos motoristas que já vêm sofrendo com estes buracos e falhas”, afirma.

No requerimento, Farmadic solicita informações sobre o procedimento adotado no canteiro de obras em relação a anomalias (buracos, fissuras, depressões, desmanche) aferidas na pavimentação em decorrência das obras do BRT. Ele também questiona em que prazo a manutenção deve ocorrer.

“Também queremos saber qual é a disposição contratual específica aplicável em face da empresa responsável, quanto à manutenção das anomalias aferidas nas vias liberadas para trânsito. E, considerando a recorrência dos problemas reportados, se há controle efetivo de fiscalização sobre as práticas de engenharia e materiais utilizados pela empresa responsável”, afirma.

Por fim, conclui o vereador, caso a resposta a este último questionamento seja afirmativo, a prefeitura deve informar se o controle e as práticas estão de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Municipalidade.

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Primeira vacinada do país, enfermeira Mônica Calazans ajuda a salvar vidas em SP

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A enfermeira Mônica Calazans, 54, é a primeira brasileira imunizada com a vacina do Butantan contra a COVID-19 no país. Mulher, negra e com perfil de alto risco para complicações provocadas pelo coronavírus, não deixou de atuar nos hospitais da capital paulista para ajudar a salvar vidas. Para Mônica, a campanha de imunização é uma oportunidade de recomeço para toda a população do Brasil.

“Não é apenas uma vacina. É o recomeço de uma vida que pode ser justa, sem preconceitos e com garantia de que todos nós teremos as mesmas condições de viver dignamente, com saúde e bem-estar”, afirmou a enfermeira, que é obesa, hipertensa e diabética.

Em maio, quando a primeira onda da pandemia entrava na fase de pico em São Paulo, Mônica decidiu se inscrever para vagas de enfermagem com contrato por tempo determinado. Entre vários hospitais, escolheu trabalhar no Instituto de Infectologia Emílio Ribas mesmo sabendo que estaria no epicentro do combate ao coronavírus. “A vocação falou mais alto”, afirmou.

Residente em Itaquera, na zona leste da capital, Mônica trabalha em turnos de 12 horas, em dias alternados, na UTI do Emílio Ribas, hospital de referência para casos graves de COVID-19. O setor tem 60 leitos exclusivos para o atendimento a pacientes com coronavírus, com taxa de ocupação média de 90%.

Mulher de muitos recomeços, Mônica atuou como auxiliar de enfermagem durante 26 anos e decidiu fazer faculdade já numa fase mais madura, obtendo o diploma aos 47 anos. “Quem cuida do outro tem que ter determinação e não pode ter medo. É lógico que eu tenho me cuidado muito na pandemia toda. Preciso estar saudável para poder me dedicar. Quem tem um dom de cuidar do outro sabe sentir a dor do outro e jamais o abandona,” disse.

Viúva, ela mora com o filho, de 30 anos, e cuida da mãe, que aos 72 anos vive sozinha em outra casa. Por isso, Mônica é minuciosa nos cuidados de higiene e distanciamento tanto no trabalho quanto em casa – até agora, nenhum dos três foi contaminado pelo coronavírus. Apesar disso, Mônica viu a COVID-19 afetar sua família quando o irmão caçula, que é auxiliar de enfermagem e tem 44 anos, ficou internado por 20 dias devido à doença.

Apesar da rotina intensa, a enfermeira mantém o otimismo e o equilíbrio emocional. Torcedora do Corinthians, Mônica aproveita as folgas no hospital para assistir aos jogos do clube de coração. Ela também é fã de de séries de TV e das canções de Seu Jorge, artista favorito da enfermeira.

Mônica se apoia na fé para manter a confiança e faz orações diariamente por si própria, familiares, colegas do trabalho e, principalmente, pelos pacientes. “Eu tenho sempre em mente que não posso me abater porque os pacientes precisam de mim. Tenho sempre uma palavra de positividade e de que vamos sair dessa situação. O que também me ajuda é o prazer que sinto com o meu trabalho”, concluiu.

Primeira vacinadora

A primeira vacinadora do Brasil também é mulher e enfermeira. Jéssica Pires de Camargo, 30, atua na Coordenadoria de Controle de Doenças e mestre em Saúde Coletiva pela Santa Casa de São Paulo.

Com histórico de atuação em clínicas de vacinação e unidades de Vigilância em Saúde, Jéssica já aplicou milhares de doses em campanhas do SUS contra febre amarela, gripe, sarampo e outras doenças. Para Jéssica, o início da vacinação contra a COVID-19 é um marco histórico na própria carreira e, sobretudo, para o Brasil.

“Não esperava ser a pessoa a aplicar esta primeira dose. Isto me enche de orgulho e esperança de que mais pessoas sejam protegidas da COVID-19 e que outros colegas de profissão possam sentir a mesma satisfação que sinto ao fazer parte disso. São mais de 52 mil profissionais de saúde mobilizados nesta campanha e cada um deve receber o devido reconhecimento”, afirmou Jéssica.

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Profissionais de saúde na linha de frente terão prioridade na vacinação

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