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Começam esta semana obras do PS Metropolitano; investimento é de R$ 7,5 mi

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O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, assinou na manhã deste domingo, 20 de maio, a Ordem de Serviço para o início das obras do Pronto-Socorro (PS) Metropolitano, no bairro Vila Padre Anchieta, no distrito de Nova Aparecida. O prazo contratual é de 30 meses para a execução da obra, que terá início nesta semana. Serão investidos R$ 7,5 milhões no PS Metropolitano, que substituirá a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Padre Anchieta. Esta é mais uma ação do programa Campinas em Movimento – 50 Dias de Entregas.

 

A nova unidade contará com cerca de 60 leitos e capacidade para atender mil pessoas por dia. O PS Metropolitano vai funcionar em uma área de cerca de três mil metros quadrados, quatro vezes maior do que a UPA do Padre Anchieta, que atualmente está instalada em um espaço de 700 metros quadrados e realiza cerca de 250 atendimentos por dia. “É uma obra esperada há mais de dez anos pela população. A verba de R$ 7,5 milhões já está garantida e a nossa expectativa é de entregar antes dos 30 meses de prazo contratual. Como sabem, nenhuma obra que iniciamos em nosso mandato ficou pela metade”, afirmou o prefeito Jonas Donizette.

 

Quando o atual governo assumiu a Administração, em 2013, havia um projeto de construção do PS Metropolitano com problemas técnicos. Por isso, não foi possível iniciar a obra na época. O projeto foi então refeito e a licitação concluída para que a obra pudesse ser iniciada agora. A obra ficará por conta da construtora Terra Paulista Eireli EPP, vencedora da licitação. Os custos da construção serão divididos entre Governo Federal, via Ministério da Saúde, e a Prefeitura de Campinas.

 

O PS Metropolitano será construído numa área próxima onde funciona a UPA do Padre Anchieta, que será desativada com o início do funcionamento da nova unidade. “É praticamente um hospital. O motivo do nome PS Metropolitano é que, além dos pacientes de Campinas, acontecerá algo que já é recorrente na saúde de atender pacientes de outras cidades vizinhas. Isto já acontece com a unidade de PA do Padre Anchieta, que recebe pacientes de Hortolândia e Sumaré”, esclareceu o prefeito. Em razão deste perfil metropolitano, a Prefeitura de Campinas buscará financiamento compartilhado com o Governo do Estado de São Paulo para o custeio da unidade.

 

A Secretaria de Saúde de Campinas avalia que a nova unidade será fundamental para compor a política de saúde na área de urgência e emergência de Campinas. Como ficará perto de duas rodovias muito movimentadas, a Anhanguera e a Bandeirantes, que registram grande número de acidentes e de traumas, o novo PS vai ser de grande auxílio no atendimento.

 

A cerimônia de assinatura da Ordem de Serviço, realizada no local onde será construído o PS Metropolitano, contou com as presenças do vice-prefeito de Campinas, Henrique Magalhães Teixeira, secretários municipais, vereadores, outras autoridades de Campinas e de cidades vizinhas e moradores da região da Vila Padre Anchieta.

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Campinas está preparada para campanha de imunização e aguarda vacinas

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, e a equipe da Secretaria de Saúde divulgaram nesta quinta-feira, 14 de janeiro, o esquema para a vacinação em Campinas. O anúncio foi feito durante transmissão ao vivo por meio digital.

É importante ressaltar que Campinas está preparada para a vacinação. A cidade vem se preparando há muito tempo e a equipe da Secretaria de Saúde tem feito um enorme esforço para que a vacinação possa ocorrer com tranquilidade. Não temos as datas exatas do início, pois estamos esperando a chegada das vacinas. No entanto, a parte que cabe ao município está sendo feita”, disse o prefeito.

Na primeira fase da campanha, a previsão é imunizar cerca de 210 mil pessoas. As vacinas serão aplicadas em pelo menos cinco centros de vacinação, um por região da cidade, havendo possibilidade de ampliação. Dos locais, quatro já foram definidos:

– Naed Noroeste – Avenida Ibirapuera, s/nº, Jardim Londres (região noroeste);
– Centro de Vivência do Idoso – Lagoa do Taquaral – portão 5 (região leste);
– Círculo Militar- Avenida Getúlio Vargas, 200. Jardim Chapadão (região norte);
– CAIC Sudoeste – Rua José Augusto de Mattos, s/nº, Vila União (região sudoeste).
O ponto de vacinação da região sul está sendo definido, mas a expectativa é que seja na região do Hospital Mário Gatti.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), Andrea von Zuben, explicou que “nós temos três objetivos com esses centros de imunização: a segurança da população, dos servidores e das vacinas. Lembrando que a gente está tirando as pessoas que serão vacinadas dos locais onde há atendimento, muitas vezes de sintomáticos respiratórios e suspeitos de Covid”.

De acordo com ela, a capacidade da estrutura é de aplicar cinco mil doses por dia. No entanto, a diretora ressaltou que ainda não há a informação de qual é o volume de vacinas que a Prefeitura de Campinas irá receber. “Nosso primeiro público-alvo será formado pelos profissionais dos hospitais que estão na linha de frente. Se chegar uma quantidade menor, eles serão contemplados, pois são os que estão mais expostos a riscos”, destacou.

Espaços
Para evitar aglomeração, todos os espaços serão amplos e arejados, além de contar com fácil acesso, estacionamento e segurança. Serão cerca de 300 funcionários trabalhando na imunização.
O horário de vacinação será de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h. Aos sábados, domingos e feriados, as vacinas serão aplicadas das 8h às 18h.

O público-alvo da primeira etapa inclui profissionais de saúde, pessoas a partir de 60 anos de idade, indígenas e quilombolas.
A equipe da Saúde prevê imunizar cerca de 210 mil pessoas na primeira etapa da campanha. Essa primeira fase será dividida da seguinte maneira:
1º – profissionais de saúde, indígenas e quilombolas – cerca de 63 mil pessoas em Campinas
2º – pessoas com 75 anos ou mais – 40.383 pessoas
3º – 70 a 74 anos – 26.309 pessoas
4º – 65 a 69 anos – 33.507 pessoas
5° – 60 a 64 anos – 46.169 pessoas

Das mortes por Covid em Campinas, 87% correspondem a esse público da primeira etapa.
Agendamento

Para evitar aglomeração, as pessoas que forem receber a vacina precisarão agendar o dia e o horário, e o agendamento será aberto depois que as doses chegarem. O número de horários que será aberto para a primeira fase estará de acordo com a quantidade de vacinas enviada à cidade.
O agendamento será feito por meio do portal da Prefeitura de Campinas, pelo telefone 160 ou pelo centro de saúde de referência.

Quem optar pela internet, deverá acessar o endereço www.campinas.sp.gov.br
e clicar no banner sobre a campanha de vacinação. O espaço está em destaque no alto da página.
Será necessário preencher um cadastro e as opções de horário serão disponibilizadas. A pessoa poderá escolher dia e horário. No fim do processo de agendamento, será emitido um comprovante com todos os dados, que pode ser impresso ou armazenado no celular.

A ida ao centro de saúde só é recomendada em último caso, pois há um grande volume de atendimentos médicos nas unidades.
No dia da vacinação, as pessoas devem levar documento com foto. Não é necessário possuir o Cartão SUS.

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Escolas municipais retomam aulas presenciais no dia 8 de fevereiro

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As 207 escolas municipais de Campinas estão preparadas para receber, a partir de 8 de fevereiro, os 47,6 mil alunos que retornam às aulas presenciais. São estudantes que estão matriculados na pré-escola, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Profissionalizante e de Qualificação Profissional.

As aulas presenciais estão suspensas desde março de 2020 por causa da pandemia de coronavírus e agora serão retomadas com regras de proteção contra a Covid-19. Haverá redução de horário e revezamento de turmas, para garantir o distanciamento social, e rigorosos protocolos sanitários, seguindo orientação das autoridades de saúde.

Todas as pesquisas apontam que as escolas são seguras, desde que todos os protocolos sanitários sejam obedecidos. Estamos fazendo a checagem de todas as nossas unidades para voltarmos com segurança”, afirmou o secretário de Educação, José Tadeu Jorge.

O cronograma prevê, neste primeiro momento, um retorno híbrido, com aulas presenciais e por meio da plataforma digital. O retorno presencial é facultativo ao aluno.

As turmas serão divididas: metade da sala vai para a escola uma vez por semana enquanto a outra metade fica em casa. Depois, os alunos se revezam, quem estava em casa, tendo aula on-line, vai para a escola.

Já os alunos da Educação Integral, do Ensino Fundamental, terão aulas presenciais todos os dias. No entanto, as turmas serão divididas em dois períodos: metade frequenta a escola no período da manhã e o restante à tarde.

Em virtude da constante necessidade de higienização de todos os espaços das escolas, o que inclui maçanetas das portas e carteiras, por exemplo, o período de aula será de três horas diárias. Antes da pandemia eram cinco horas.

Nos dois turnos serão oferecidas duas refeições: café da manhã e almoço ou almoço e café da tarde.
As primeiras semanas servirão para a conscientização da comunidade escolar. Estamos vivenciando uma situação inédita e a pandemia ainda está em curso. É uma oportunidade de as crianças também aprenderem conceitos. As primeiras semanas terão esse foco: o novo contexto”, explicou o secretário.
Cada aluno receberá um kit com quatro máscaras não descartáveis e um vidro individual de álcool em gel. Os professores, além das máscaras, também contarão com protetor facial (face shield). As carteiras serão disponibilizadas com um distanciamento de um metro e meio. Totens com álcool em gel serão distribuídos em pontos estratégicos das escolas.

As aulas de educação física serão mantidas, mas sem esportes de contato.
O retorno presencial é facultativo. Caso a família não queira levá-lo à escola, o estudante pode acompanhar as aulas pelo sistema remoto. O conteúdo será o mesmo.

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Prefeito anuncia novo presidente da Setec nesta quinta-feira, 14

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, anunciou hoje (quinta-feira, 14/01) o administrador de empresas Andre Assad Mello como novo presidente da Setec (Serviços Técnicos Gerais).

Além da formação em Administração, Mello também é graduado em Comunicação Social e pós-graduado em Gestão. Foi diretor-superintendente do Hospital Municipal de Paulínia e atuou em várias empresas privadas, como White Martins, Nova Química, Intermedic, Sanofi-Aventis e Biosigma Farmacêutica.

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