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Castro Mendes recebe abertura do Festival de Inverno do Primeira Nota

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O Festival de Inverno Primeira Nota abriu sua quarta edição na noite desta terça-feira, 26 de junho, com a apresentação do coral formado por cem alunos. Desta vez, eles subiram ao palco acompanhados de músicos profissionais convidados.
O espetáculo aconteceu no Teatro Castro Mendes, na Vila Industrial. Ao todo, cerca de 370 estudantes de música vão tocar e cantar durante o Festival, e são esperados mais de 1.500 espectadores.
O Festival terá mais três apresentações, que serão realizadas no Teatro Sesi, no Parque Itália. A entrada é gratuita e será por ordem de chegada até a lotação do espaço. No dia 2 de julho, as classes de musicalização infantil e coral infantil sobem ao palco às 15h e às 20h será a vez das turmas de sopros, percussão e coral juvenil. No dia 3, quem toca são os alunos de cordas e coral juvenil, também às 20h.
Nos anos anteriores, o Festival não tinha a presença de músicos convidados. Nesta edição, a abertura contou com o Grupo de Clarinetas da Unicamp, o Coro Contemporâneo de Campinas e o cabareto Early Jazz Band. Todos os grupos convidados têm em sua composição professores de música que já deram aulas na escola.
Luca Alves é regente do grupo de sopros do Projeto Primeira Nota, compositor e membro do Early Jazz Band, que tocou na abertura. Alves começou a lecionar música porque acha importante que a criança conheça os benefícios que a música proporciona. “Hoje o ensino é muito individualista”, disse o professor.
A audiência foi uma forma de mostrar para o público como esse contato com a arte funciona. Enquanto o cabareto tocava, o público podia levantar e dançar na frente do palco. A participação da plateia comprova uma tese dos professores: a de que as apresentações, além de servirem de incentivo para os estudantes, também aproximam as famílias do trabalho feito na escola.
A diretora do Primeira Nota, Leila Sarubbi, relembrou a trajetória do Festival de Inverno, que começou como uma pequena apresentação dentro da escola e cresceu a cada ano, e agradeceu pela confiança dos pais no projeto e o esforço para levar os filhos às aulas. “Quero agradecer essa credibilidade que os pais dão e parabenizar pelo apoio”, disse.
Desde 2016, a Primeira Nota finaliza o primeiro semestre letivo realizando uma série de concertos, com a intenção de apresentar o desenvolvimento musical dos alunos. Além disso, o projeto busca formar plateias para a música instrumental e vocal.
O projeto existe desde 2014 e é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e o Instituto de Artes da Unicamp. Ele funciona no Cemmaneco (Centro Escolar Municipal de Musical de Música Manoel José Gomes), na Vila Marieta. Crianças e adolescentes de 7 a 14 anos têm aulas gratuitas de musicalização, coral infantil, coral jovem, instrumentos de cordas, sopros, percussão, teoria musical e prática de conjunto. Ao todo, são 360 vagas destinadas a alunos das redes públicas e particulares de ensino.
Serviço:
Próximas apresentações
Local: Teatro Sesi – Av. das Amoreiras, 450 – Pq. Itália
Datas e horários: musicalização e coral infantil no dia 2, às 15h; sopros, percussão e coral juvenil no dia 2 às 20h; cordas e coral juvenil no dia 3

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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