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Campinas une-se a movimento global pela preservação de florestas

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Campinas assumiu, ao lado de 44 cidades de seis continentes, o compromisso de conservar e restaurar suas florestas, e de conscientizar seus moradores sobre os inúmeros benefícios das árvores. Com essa iniciativa, o município passa a integrar, como membro fundador, a organização internacional Cities4Forests, pela sustentabilidade nas cidades.

 

 

A cerimônia de lançamento do movimento ocorreu na última quarta-feira, 12 de setembro, ocasião em que a carta-compromisso assinada pelo prefeito de Campinas, Jonas Donizette, foi apresentada durante a Cúpula Mundial de Ação Climática, em São Francisco, na Califórnia (EUA). Além de Campinas, as outras cidades brasileiras que integram a iniciativa são Belo Horizonte, Salvador e São Paulo.

 

 

“O Município de Campinas reconhece a multiplicidade de benefícios que árvores e florestas nas cidades podem oferecer aos residentes de áreas urbanas assim como o papel que as cidades podem desempenhar para ajudar a preservar, restaurar e manejar de forma sustentável as florestas. Dessa forma, apoiamos a Declaração Cities4Forests e esperamos que a organização nos ajude a promover nossas metas, reforçando nossas ambições e destacando nossos êxitos”, afirmou o prefeito na missiva.

 

 

Motivação

 

 

Campinas foi convidada pelo Cities4Forests devido ao porte e importância que a cidade representa na região e, também, pelos trabalhos desenvolvidos para promover a sustentabilidade. Destaca-se, nesse contexto, o Plano Municipal do Verde (2016), com os programas de proteção e recuperação de áreas verdes. O Plano prevê, entre outras iniciativas, o plantio de mais de 2,65 milhões de árvores até o ano de 2026. Desse montante, mais de um milhão já foram plantados, desde 2013, em projetos de recuperação de áreas degradadas, recomposição de mata ciliar e na composição da paisagem urbana.

 

 

Benefícios e contrapartida

 

 

Além da troca de experiências, as localidades signatárias do Cities4Forests poderão ser beneficiadas gratuitamente com assistência técnica, consultoria sobre onde procurar financiamento para proteger bacias hidrográficas ou restaurar áreas degradadas, além de apoio para escrever diretrizes sustentáveis. Passam também a contar com a capacidade de solicitar financiamentos para projetos de preservação e recuperação ambiental.

 

 

Em contrapartida, as cidades se comprometem a reduzir o desmatamento, restaurar florestas e ajudar a gerenciar florestas dentro e fora dos limites da cidade, entre outros.

 

 

A iniciativa Cities4Forests funcionará em três níveis: florestas internas, próximas e distantes. As árvores dentro das cidades (florestas internas), que ficam em parques, avenidas e pátios ajudam a filtrar o ar, moderar a temperaturas e reduzir as contas de energia. As árvores nas bacias hidrográficas ao redor das cidades (florestas próximas) protegem contra inundações e deslizamentos de terra, reduzem os custos de tratamento de água, oferecem oportunidades de exercício e dão aos habitantes um escape da vida urbana agitada. Árvores em florestas distantes, particularmente nos trópicos, como no caso das que ficam no Brasil, sequestram carbono, ajudando a combater a mudança climática, além de gerar chuva para os cinturões agrícolas do mundo, fornecer uma variedade de produtos essenciais e ingredientes medicinais e ser lar para a maior parte da biodiversidade terrestre do mundo.

 

 

De acordo com o World Resources Institute, as cidades têm impactos invisíveis em florestas distantes de onde vivem e os benefícios que elas proporcionam às cidades também são subvalorizados. Ao interagir com a atmosfera, as florestas influenciam o clima em escala local e global, sendo uma importante fonte de resiliência climática e estabilidade para as pessoas.

 

 

 

Cidades que assinaram a declaração da Cities4Forests:

 

 

1. Accra, Gana

 

2. Addis Ababa, Etiópia

 

3. Aguascalientes, México

 

4. Amman, Jordânia

 

5. Antalya, Turquia

 

6. Antananarivo, Madagascar

 

7. Auckland, Nova Zelândia

 

8. Baltimore, EUA

 

9. Belo Horizonte, Brasil

 

10.Bogotá, Colômbia

 

11.Campinas, Brasil

 

12. Culiacán, México

 

13.Detroit, EUA

 

14. Eugene, EUA

 

15. Guadalajara, México

 

16. Haifa, Israel

 

17.Honolulu, EUA

 

18.Jakarta, Indonésia

 

19. Johannesburg, África do Sul

 

20. Kigali, Ruanda

 

21. King County (WA), EUA

 

22. Kochi, Índia

 

23. Lin’an, China

 

24.Little Rock, EUA

 

25.Los Angeles, EUA

 

26.Manchester, Reino Unido

 

27.Mérida, México

 

28.Cidade do México, México

 

29.New York, EUA

 

30.North Little Rock, EUA

 

31.Oakland, EUA

 

32.Oslo, Noruega

 

33.Filadélfia, EUA

 

34.34. Portland (OR), EUA

 

35.Quito, Equador

 

36.Raleigh, EUA

 

37.Sacramento, EUA

 

38.Salem (OR), EUA

 

39. Salt Lake City, EUA

 

40.Salvador, Brasil

 

41.São Paulo, Brasil

 

42.Seattle, EUA

 

43.Toronto, Canadá

 

44.Viena, Austria

 

45.Washington, DC, EUA

 

 

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Prefeito recebe ministro em cerimônia na EPAR Boa Vista nesta sexta, 23

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, e o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, participaram na manhã desta sexta-feira, 23 de julho, da cerimônia de apresentação da Estação Produtora de Água de Reúso – EPAR Boa Vista. O evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do secretário nacional de Saneamento, Pedro Maranhão.

 

 

 

 

A obra beneficia uma população de aproximadamente 55 mil moradores de 30 bairros de Campinas. A EPAR tem capacidade para tratar 180 litros de efluentes por segundo. O esgoto, tratado por meio de membranas ultrafiltrantes, resulta em água de excelente qualidade, que pode ser aproveitada como água de reúso com 99% de grau de pureza. Com a operação dessa unidade, a Estação de Tratamento de Esgoto Vó Pureza será desativada.

 

 

 

 

A EPAR Boa Vista faz de Campinas o primeiro município com mais de 500 mil habitantes a atingir 100% da capacidade instalada para o tratamento de esgoto. “Esta estação é inovadora, um exemplo de ação que gostaríamos que fosse multiplicada em outras cidades brasileiras. Além de tratar o esgoto de forma adequada, está produzindo uma água de qualidade que poderá desde retornar aos rios até ser usada na agricultura ou em aplicações mais nobres. Estou bem impressionado”, elogiou o ministro.

 

 

 

De acordo com o prefeito Dário Saadi, a obra impacta, principalmente, no desenvolvimento sustentável. “Podemos tratar o esgoto, que é fundamental para o meio ambiente, e produzir água de reúso que, além de ser destinada ao Ribeirão Boa Vista mais limpa, pode ser usada na indústria e em outros lugares”, comemorou.

 

 

 

 

De acordo com o presidente da Sanasa, Manuelito Magalhães, a EPAR representa um avanço no tratamento terciário de esgoto. “Devolvemos aos rios água de muito melhor qualidade do que aquela que nós captamos para abastecer a nossa cidade. Recentemente, assinamos outro contrato de financiamento com a Caixa para a modernização da ETE Anhumas, que será transformada em estação produtora de água de reúso. Quando esse empreendimento estiver pronto, Campinas tratará, em caráter terciário, cerca de 70 por cento do esgoto produzido na cidade”, anunciou.

 

 

 

 

O investimento total da obra na Boa Vista foi de R$ 68.458.591,90, sendo R$ 45.998.479,18 financiados pelo PAC FIN/FGTS, e R$ 22.460.112,72 como contrapartida da Sanasa. O trabalho foi executado pelo consórcio formado pelas empresas Enfil e Augusto Velloso, escolhido por meio de licitação internacional. A obra teve início em 1º de março de 2016 em uma área de 90 mil metros quadrados. A EPAR Boa Vista leva o nome do córrego que margeia a estação.

 

 

 

Liberação de recursos

 

Durante o evento, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, assinou a liberação de recursos nos valores de R$ 126 milhões para obra de melhorias e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Anhumas.

 

 

Também foram liberados R$ 129,5 milhões para a implantação do sistema de esgotamento sanitário que ligará a bacia do Samambaia, em Campinas, à Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR) Capuava, em Valinhos.

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Praças, teatros e museus voltam a receber público a partir de segunda, 26

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A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo informa os horários de funcionamento dos museus, teatros, bibliotecas, casas de cultura, a partir desta segunda-feira, 26 de julho. Os horários foram definidos após o decreto publicado no Diário Oficial nesta sexta-feira, dia 23 de julho, que convoca todos os servidores municipais de Campinas da Administração direta e indireta para o retorno ao trabalho presencial.

 

 

 

O decreto também estabelece a retomada de atendimento presencial ao público. Assim, os espaços culturais também voltam a atender o público, obedecendo aos protocolos para proteção contra a Covid-19, com distanciamento social, uso de máscaras e álcool em gel. 

 

 

 

Confira o horário de cada espaço:

 

 

Museu de Arte Contemporânea “Jose Pancetti” (MACC)

 

Terça a sexta, das 9h às 17h

 

Sábado, das 9h às 12h

 

Fechado aos domingos e feriados

 

 

 

Museu de História Natural, Aquário e Casa do Animais Interessantes (MHN)

 

Quarta a domingo, das 9h às 12h e das 13h às 17h

 

Fechado às segundas, terças e feriados

 

 

 

 

Museu da Imagem e do Som (MIS)

 

Segunda a sexta, das 9h às 17h

 

Fechado aos sábados, domingos e feriados

 

 

 

 

Museu do Café (MUCA)

 

Terça a sexta, das 10h às 17h

 

Sábado, das 9h às 15h

 

Fechado aos domingos, segundas e feriados

 

 

 

 

Museu Dinâmico de Ciências e Planetário (MDCC)

 

Visitas ao Museu:

 

Terça a sexta – 9h às 16h30 (mediante agendamento prévio)

 

 

 

Sessões do Planetário:

 

Segunda a sexta – 9h, 10h30, 14h e 15h30

 

Fechado aos sábados

 

Domingo – 15h (infantil) e 16h

 

 

 

 

Museu da Cidade (Casa de Vidro)

 

Terça a sexta, das 10h às 17h

 

Sábado, das 10h às 15h

 

Fechado aos domingos, segundas e feriados

 

 

 

 

Centro de Cultura Caipira – Museu da Cidade

 

Agendamento conforme programação de eventos no local (oficinas e palestras)

 

 

 

 

Observatório Municipal “Jean Nicolini”

 

Terça a sexta, das 15h às 21h

 

Domingo, das 17h às 21h

 

Fechado aos sábados e segundas-feiras

 

 

 

 

Casa de Cultura Andorinhas   

 

Segunda a sexta, das 9h às 17h

 

 

 

 

Casa de Cultura de Sousas

 

Segunda a sexta, das 9h às 17h

 

 

 

 

Casa de Cultura Itajaí

 

Segunda a sexta, das 9h às 17h

 

 

 

 

Centro Cultural Casarão

 

Segunda a sexta, das 9h às 17h

 

Agendamento conforme programação de eventos no local (oficinas, ensaios e apresentações com público limitado)

 

 

 

 

CEU Florence

 

Segunda a sexta, das 8h às 20h

 

Sábados e domingos, das 8h às 17h

 

 

 

 

CEU Esperança

 

Segunda a sexta, das 8h às 20h

 

Sábados e domingos, das 8h às 17h

 

 

 

Bibliotecas

 

Segunda a sexta, das 11h às 17h

 

 

 

 

Estação Cultura

 

Exposições – das 8h às 18h

 

Ensaios e oficinas – das 10h às 22h

 

 

 

 

Auditório “Beethoven” (Concha Acústica)

 

Conforme horário do Parque e programação do dia

 

 

 

 

Teatro Carlito Maia

 

Quarta a domingo 9h às 17h, conforme horário do Bosque e programação do dia

 

 

 

 

Espaço Cultural “Maria Monteiro”

 

Segunda a sábado, das 8h às 21h

 

Domingo, das 8h às 20h

 

 

 

 

Teatro Municipal “José de Castro Mendes”

 

Quarta a domingo, conforme horário agendado da programação

 

Bilheteria: das 16h às 21h

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Prefeitura faz audiência pública virtual da PPP do Lixo nesta sexta-feira

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A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Serviços Públicos, fez a audiência pública virtual, transmitida pelo YouTube, para a apresentação da PPP (Parceria público-privada) dos Resíduos Sólidos Urbanos, a PPP do Lixo, na manhã desta sexta-feira, 23 de julho, coordenada pelo secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella. O vice-prefeito, Wanderley de Almeida abriu a audiência. A apresentação foi feita pelos assessores técnicos da Secretaria de Serviços Públicos, Fernando Carbonari e Paulo Adani. A audiência foi aberta a perguntas. Algumas serão respondidas por e-mail nos próximos dias. 

 

 

 

 

“O fruto desta PPP é conseguir excelência na destinação dos resíduos. Este é um desafio não apenas para Campinas, é um desafio para o país e o mundo. O modelo atual está saturado. A audiência é uma oportunidade para que todos tomem conhecimento e possam opinar”, disse o vice-prefeito e secretário de Relações Institucionais, Wanderley de Almeida 

 

 

 

 

O projeto da PPP prevê a concessão administrativa dos serviços de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos (RSU) em Campinas, por um período de 30 anos, com o valor de investimento estimado, pelo parceiro, em mais de R$ 930 milhões, com o objetivo de implementar um novo modelo de gestão do lixo na cidade, mais sustentável, com ampliação dos serviços e maior reaproveitamento de todos os tipos de resíduos, de forma a reduzir significativamente a quantidade de material encaminhada ao aterro sanitário. A expectativa é que o edital seja publicado em 20 dias. 

 

 

 

 

“Hoje damos o pontapé neste processo de PPP, que tem como objetivo fazer as grandes transformações da destinação dos resíduos sólidos. É o cumprimento da lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que obriga os municípios a tratar os resíduos e conclama pelo reaproveitamento dos materiais, o que chamamos de sustentabilidade. O grande desafio do século 21 é o de transformar e é fundamental que o setor público esteja aliado ao privado e, por isso, uma parceria público-privada ”, considerou o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella.

 

 

 

“O processo está amadurecido e Campinas retoma a liderança quando o assunto é resíduos sólidos”, disse o secretário do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Rogério Menezes.

 

 

 

Para isso, os serviços já existentes serão ampliados e modernizados, gradativamente, e outros serão integrados: 

 

Coleta domiciliar – terá ampliação da coleta mecanizada (contêineres) e em áreas de difícil acesso (área rural e comunidades).

 

Coleta seletiva – ampliação da área de coleta seletiva no porta a porta; aumento do número de ecopontos; aporte financeiro e treinamento às cooperativas de reciclagem; ampliação de material reciclável coletado e de cooperativas. 

 

Limpeza urbana – ampliação do serviço de varrição e de lavagem; implementação de varrição mecanizada e contêineres subterrâneos; ampliação e modernização de limpeza de bocas de lobo.

 

Civar (Centro Integrado de Valorização dos Resíduos) – será instalado em área do complexo Delta, com maquinário para separar mecanicamente materiais recicláveis, orgânicos e rejeitos. Os materiais serão reaproveitados ao máximo e somente rejeitos irão para o aterro. Implantação de unidade de produção de combustível derivado de resíduos (CDR).

 

Aterro sanitário – encerramento técnico do aterro sanitário Delta A, que atingiu a capacidade em 2014.

 

Também participaram o vereador Juscelino da Barbarense, representando a Câmara dos Vereadores, diretores e funcionários. Dúvidas pelo e-mail [email protected]

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