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Campinas registra mais sete mortes por Covid-19 e 254 casos da doença

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coronavírus

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, atualizou, nesta sexta-feira, 22 de janeiro, os novos dados da Covid-19 em Campinas. Foram registrados mais 254 casos da doença, totalizando 57.870 confirmações. Mais sete pessoas morreram e, com isso, a cidade passa a contar com 1.595 mortes em decorrência do novo coronavírus. Os dados foram divulgados durante transmissão ao vivo na internet.

Entre os óbitos, estão quatro homens e três mulheres. Quatro eram maiores de 60 anos (um era maior de 90 anos, dois tinham entre 80 e 89 anos e um entre 60 e 69). Três tinham menos de 60 anos (um entre 50 e 59 e dois entre 40 e 49 anos). Todos tinham comorbidades.

Perfil das mortes
– Homem de 83 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 21 de janeiro.

– Homem de 47 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 20 de janeiro.

– Mulher de 82 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 20 de janeiro.

– Homem de 44 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 19 de janeiro.

– Mulher de 63 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 18 de janeiro.

– Mulher de 93 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 14 de janeiro.

– Homem de 50 anos. Tinha comorbidades. Morreu em 9 de janeiro.

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Secretaria de Saúde divulga atualização dos dados da Covid-19 em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou, nesta sexta-feira, 5 de março, os dados de Covid-19. A cidade conta com 71.393 casos, são 598 a mais que o número divulgado no último boletim. A cidade também contabilizou mais 13 óbitos pela doença.
Um dado que chama a atenção e que o prefeito Dário Saadi já tinha feito um alerta é com relação ao número de óbitos de pessoas com menos de 60 anos. Dos 13 óbitos, seis são de pessoas com idade entre 46 e 59 anos, incluindo uma mulher sem comorbidades.
Nos três primeiros meses de pandemia, em 2020, Campinas registrou 34 óbitos de pessoas com mesmo de 60 anos; este ano, até o momento, já foram 54 mortes. O número de internações entre menores de 60 anos também aumentou 48%, passando de 344 para 713.
É um dado assustador e importante. O vírus não descansa, não podemos relaxar”, disse o prefeito Dário Saadi. “É muito triste ver jovens sendo entubados, por isso todos temos que nos conscientizar de que o que estamos passando não é brincadeira, por isso, cuidem-se”, completou.
Vítimas
Dos 13 óbitos registrados, sete eram homens e seis mulheres; 10 tinham comorbidades e três não tinham nenhuma doença preexistente.
– Mulher de 90 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.
– Homem de 58 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.
– Homem de 57 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 4 de março.
– Homem de 46 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março.
– Homem de 52 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março.
– Mulher de 56 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março
– Homem de 62 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março.
– Mulher de 70 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março.
– Homem de 71 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março.
– Mulher de 91 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 3 de março.
– Homem de 102 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 2 de março.
– Mulher de 92 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 2 de março.
– Mulher de 59 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 1 de março.

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Campinas ultrapassa de 100 mil doses de vacina contra Covid-19 aplicadas

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Campinas já aplicou 100.457 doses da vacina contra Covid-19 em profissionais de saúde, funcionários das Instituições de Longa Permanência para Idosos e pessoas idosas. Desde o início da campanha, foram imunizadas com a primeira dose 69.479 pessoas; outras 30.978 já tomaram a segunda dose também.

No ranking do governo do Estado, Campinas está entre as cidades que mais vacinaram. Ela aparece em segundo lugar, atrás apenas da capital, São Paulo.

A cidade conta, atualmente, com quatro centros de imunização (CVI do Taquaral, Caic da Vila União, Casa da Criança Paralítica e Clube Circulo Militar) e o quinto será aberto neste sábado, dia 6, na região Noroeste, no antigo prédio da Naed. (confira abaixo os endereços).

Para o prefeito Dário Saadi, a rede da Secretaria de Saúde está de parabéns pelo trabalho. “Nosso sistema de agendamento está sendo muito elogiado. Não temos tido aglomeração nos centros de imunização por que as pessoas chegam com o dia e horário previamente agendados”, disse o prefeito.

Agendamento

No momento, está aberto o agendamento para idosos a partir de 77 anos. O agendamento é obrigatório e deve ser feito prioritariamente pelo site www.vacina.campinas.sp.gov.br ou pelo telefone 160.

A reabertura do agendamento foi possível porque o município recebeu novas doses, que foram entregues pela Secretaria Estadual de Saúde. As doses são destinadas para aplicação nessa faixa etária.

No site também é possível esclarecer dúvidas sobre vacinas, ver o número de vacinados e o estágio da campanha na cidade e ter informações sobre os cuidados durante a pandemia.

Locais de vacinação:

Centro de Vivência do Idoso

Endereço: Avenida Dr. Heitor Penteado, s/n – Portão 5 da Lagoa do Taquaral

Emef Caic Zeferino Vaz

Endereço: Rua José Augusto de Mattos, s/n – Parque Residencial Vila União

Casa da Criança Paralítica

Endereço: Rua Pedro Domingos Vitali, 160 – Parque Itália

Clube Círculo Militar

Endereço: Avenida Getúlio Vargas, 200 – Jardim Chapadão

Centro de Imunização Noroeste (antigo prédio da NAED Noroeste) – Rua Augusta Parreira Belintani, s/nº – Vila Castelo Branco (funcionará a partir do próximo sábado, dia 6).

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CS do Oziel promove campanha sobre o Dia Mundial da Tuberculose

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O Centro de Saúde do Parque Oziel fará uma campanha de sensibilização, conscientização e prevenção contra a tuberculose, entre os usuários da unidade, para marcar o Dia Mundial da Tuberculose, em 24 de março. A partir do dia 20, usuários e funcionários do centro de saúde receberão bótons com a imagem de um pulmão. Cartazes estarão afixados na unidade, alertando que tosse por mais de duas semanas é um sinal da doença, que o médico deve ser procurado para avaliação e o tratamento precisa ser seguido até o final.

A proposta de dedicar a semana a orientar os pacientes, e a confecção dos bótons surgiu da técnica de enfermagem Ana Paula e foi encampada pela equipe. Esse centro de saúde tem atualmente oito pacientes com tuberculose em tratamento, mas o número de pessoas com a doença pode ser maior na área de abrangência da unidade. A pandemia, que obriga ao isolamento social, impediu que a equipe fizesse busca ativa na comunidade. “Os pacientes que estamos acompanhando procuraram o centro de saúde com sintomas”, disse a coordenadora da unidade, Madalena Conceição da Silva Araújo.

Durante a semana, informou, os funcionários aproveitarão o tempo que os pacientes do centro de saúde ficam no local aguardando o atendimento, para orientar em relação às formas de transmissão, os sintomas, e os tratamentos. “Uma pessoa infectada pelo bacilo que causa a tuberculose pode transmitir a doença para 10 a 15 pessoas por ano. Quem faz o tratamento corretamente, que dura seis meses, deixa de transmitir o bacilo entre 15 a 20 dias após o início da medicação”, disse. Interrupções no tratamento tornam o bacilo mais resistente, alertou a coordenadora.

Por isso, a necessidade de procurar o médico após duas semanas com tosse, mesmo que outros sintomas, como cansaço e sudorese noturna, não estejam presentes. Os pacientes do centro de saúde passam por monitoramento diário para garantir que estão tomando a medicação corretamente. Em alguns casos, a medicação é levada na casa do paciente, para terem certeza que o tratamento não foi interrompido.

Infecciosa e transmissível, a tuberculose matou 1,2 milhão de pessoas e outras 10 milhões adquiriram a doença em todo o mundo, segundo dados do Relatório Global 2020. O Brasil está entre os 30 países que concentram 90% de todos os casos no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o país registrou 96 mil novos casos e 6,7 mil mortes em 2019, ano de referência do relatório global.

A tuberculose é uma doença contagiosa, causada pelo “Mycobacterium tuberculosis”. Geralmente afeta os pulmões, mas pode atingir também outros órgãos como rins, ossos, gânglios e cérebro. Isso acontece quando o organismo está enfraquecido e as defesas imunológicas são vencidas.

A doença é transmitida de uma pessoa para outra. Quando o doente não tratado tosse, espirra ou escarra, lança para o ar grande número de bacilos que podem infectar outras pessoas através da respiração. Objetos pessoais como roupas, pratos, copos e talheres não transmitem a doença.

Os sintomas são tosse persistente por mais de duas semanas, com escarro e, às vezes, também com sangue; falta de apetite, emagrecimento, dor no peito, suores noturnos, fraqueza, febre baixa, principalmente à tarde.

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