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Campinas inicia vacinação contra Covid-19 para outras categorias da Saúde

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A Secretaria Municipal de Saúde vai iniciar, na próxima quinta-feira, dia 28 de janeiro, a vacinação de novas categorias de profissionais da Saúde, que não estão na assistência direta a pacientes com Covid-19. O anúncio foi feito pelo prefeito Dário Saadi nesta terça-feira, dia 26, durante transmissão ao vivo.
Essas novas categorias incluem médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, cirurgiões dentistas, técnicos de análises clínicas e motoristas de ambulância. A vacinação será iniciada com as 12 mil doses da vacina Oxford/Astrazeneca que Campinas recebeu na manhã desta terça-feira, dia 26 de janeiro.

Para se vacinar, os profissionais de saúde deverão fazer um agendamento, que será liberado hoje, dia 26, a partir das 17h, pelo site www.vacina.campinas.sp.gov.br Só será possível agendar enquanto houver doses disponíveis.

Foi um processo complexo a definição de quais profissionais devem ser imunizados neste momento. Fizemos uma discussão criteriosa, que levou em conta parâmetros estabelecidos pelo Departamento de Vigilância em Saúde”, disse o prefeito. “Esses profissionais, segundo dados do Devisa, foram os mais afetados, os que mais adoeceram durante a pandemia”, completou.

O prefeito também fez um destaque sobre a segurança da campanha, para que a vacinação seja feita para os públicos prioritários. “No agendamento, tem um alerta onde a pessoa terá que garantir a veracidade das informações declaradas. Quem cometer alguma fraude será responsabilizado civil e criminalmente. Além disso, no momento da vacinação, o profissional terá que apresentar os documentos que comprovam suas informações”, completou.

A vacina será aplicada em duas doses, sendo a segunda 12 semanas após a primeira. “Na primeira fase, tinham que ser vacinados os profissionais da linha de frente e, assim como já fazemos na campanha de influenza, as doses foram enviadas diretamente para as unidades de saúde, tanto públicas como privadas”, explicou a diretora do Devisa, Andrea von Zuben. “Os demais profissionais que atuam em unidades de saúde, mas que não fazem parte da linha de frente, terão que fazer o agendamento em nosso hotsite”, completou.

Ainda segundo a diretora, todos os profissionais de saúde serão imunizados, de acordo com a chegada de novas doses na cidade.

Só pode tomará tomar a vacina quem tiver agendado. No dia marcado, é preciso levar documento de identificação com foto e carteira de registro profissional ou comprovante de vínculo com estabelecimento de saúde, como holerite, carteira de trabalho assinada ou declaração do empregador.
Serão dois centros de imunização:

– Centro de Vivência do Idoso – Lagoa do Taquaral – Portão 5 (região leste);

– Caic Sudoeste (Zeferino Vaz) – Rua José augusto de Mattos, s/nº, Vila União (Região Sudoeste).
Vacina Campinas

O hotsite www.vacina.campinas.sp.gov.br também esclarece dúvidas sobre vacinas e a atual campanha de vacinação na cidade. Além disso, divulga a opinião de especialistas, notícias relacionadas ao assunto, cuidados com a doença, entre outros tópicos.

Até o momento, o hotsite já recebeu mais de 6,1 mil acessos.
A primeira etapa da vacinação será dividida da seguinte maneira:

1º – profissionais de saúde, indígenas e quilombolas – cerca de 63 mil pessoas em campinas;

2º – pessoas com 75 anos ou mais – 40.383 pessoas;

3º – 70 a 74 anos – 26.309 pessoas;

4º – 65 a 69 anos – 33.507 pessoas;

5° – 60 a 64 anos – 46.169 pessoas.
Das mortes por Covid em Campinas, 87% correspondem a esse público da primeira etapa.
Balanço de vacinação até as 12h30 de hoje

A Secretaria de Saúde de Campinas já vacinou 13.325 profissionais que atuam diretamente na assistência a pacientes com Covid-19. O balanço foi atualizado às 12h30 desta terça-feira, dia 26 de janeiro, e refere-se a doses aplicadas da vacina Coronavac, do Butantan.

Estão inclusos os trabalhadores vacinados nos hospitais públicos, particulares e Centros de Saúde. Não estão englobados os profissionais vacinados no Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp.

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Campinas aplicou a primeira dose em todos os idosos com mais de 85 anos

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A Prefeitura de Campinas atingiu a meta e encerrou na tarde da sexta-feira, dia 5 de março, a aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus em idosos com mais de 85 anos. Se alguma pessoa nessa faixa etária, residente em Campinas, não foi imunizada por algum motivo, deve ligar no telefone 160 e explicar a situação para avaliação do agendamento.

 

 

O total estimado de pessoas nessa faixa etária era de seis mil idosos. A vacinação começou no dia 11 de fevereiro.

 

 

A partir de agora, o site permanece atualizado com vagas disponíveis para o público entre 77 e 84 anos.

 

 

Como já é regra desde o início da campanha de imunização, só receberá vacina quem tiver agendado previamente. Os idosos com boas condições de saúde devem optar, no momento do agendamento, pela vacinação nos centros de imunização. Há opção de receber a dose no carro, porém o Departamento de Vigilância em Saúde adverte que o número de vagas é controlado e é destinado exclusivamente para quem já fez o agendamento com essa solicitação.

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Prefeito visita Hospital Ouro Verde para verificar atendimento da Covid-19

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O prefeito Dário Saadi esteve no Hospital Ouro Verde, no final da manhã deste sábado, dia 6 de março, para verificar o atendimento aos pacientes de Covid-19 e visitar duas áreas da unidade que vão receber, entre uma e duas semanas, mais 28 leitos de enfermaria para casos do novo coronavírus.

 

 

O prefeito foi acompanhado pelo presidente da Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar, Sérgio Bisogni, e pela coordenadora do Hospital Ouro Verde, Martha Bandicioli.

 

 

“O Hospital Ouro Verde tem 55 leitos de UTI e 46 de enfermaria exclusivos para Covid-19. É um hospital muito importante para Campinas e região, para atendimento aos casos de Covid”, explicou o prefeito Dário Saadi.

 

 

“Estamos aqui para dar todo apoio às pessoas que precisam, fazendo com que se recuperem o mais rápido possível, e dar atendimento aos que estão chegando”, disse a coordenadora do hospital, Martha Bandicioli.

 

 

O prefeito destacou que continua a trabalhar para aumentar os leitos na cidade, nas outras unidades da rede municipal de Saúde, mas que precisa da ajuda da comunidade para reduzir a contaminação. “Estamos trabalhando por mais leitos para a cidade. Além de trabalhar, quero pedir que a população evite aglomerações, não vá a festas e baladas e use máscaras. Vamos continuar nos cuidando”, pediu.

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Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol

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O consumidor, afetado pelo preço da gasolina, também está tendo dificuldades para recorrer ao substituto imediato nos veículos com motor flex. Motivado por uma combinação de entressafra e aumento de demanda, o preço do etanol hidratado acumula aumento de 21,1% desde janeiro, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O preço médio do litro do combustível saltou de R$ 3,221 para R$ 3,901, conforme o levantamento semanal da ANP. Apesar de ser mais cara que o etanol, a gasolina comum subiu menos: 14,6% de janeiro a março. O preço médio do litro da gasolina no país passou de R$ 4,622 para R$ 5,299.

No atacado, o aumento é ainda maior. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o etanol acumula alta de 35% nas usinas do Centro-Sul, a principal região produtora do país.

Dependendo do modelo do veículo, o etanol torna-se vantajoso quando custa até ou menos que 75% do valor da gasolina. Segundo o levantamento da ANP, somente seis estados atingiram essa proporção na primeira semana de março: Goiás (68,9%), Mato Grosso (69,3%), Minas Gerais (72,8%), Amazonas (74,4%), Mato Grosso do Sul (74,7%) e Sergipe (74,9%).

Em alguns estados, o preço do etanol quase se iguala ao da gasolina. As maiores proporções foram registradas no Amapá (93,9%), Rio Grande do Sul (91%), em Santa Catarina (85,9%) e no Pará (83%).

Demanda e oferta

Mesmo com o etanol sendo desvantajoso na maioria dos estados, a demanda pelo substituto da gasolina está aumentando. De acordo com a edição mais recente do Boletim de Monitoramento Covid-19, do Ministério de Minas e Energia, o consumo de gasolina em 2021, até 23 de fevereiro, tinha caído 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo de etanol hidratado subiu 6,1% na mesma comparação.

À demanda maior do etanol, somam-se fatores ligados à safra de cana-de-açúcar. A tradicional entressafra, no início do ano, encarece o etanol no primeiro quadrimestre. Neste ano, porém, a oferta continuará baixa por mais tempo.

Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Única), a safra deste ano deve atrasar por causa da estiagem no segundo semestre do ano passado no Centro-Sul. Com menos chuva na primavera, as plantações de cana estão levando mais tempo para se desenvolver, fazendo parte das usinas adiar a colheita que costuma ocorrer no início de abril.

Durante a entressafra, a produção de etanol de milho costuma substituir o combustível proveniente da cana-de-açúcar. O ritmo, no entanto, é insuficiente para repor a oferta. Até a metade de fevereiro, conforme o levantamento mais recente da Única, a produção de etanol acumulava 29,68 bilhões de litros, queda de 8,54% sobre os 32,45 bilhões de litros obtidos no mesmo período na safra 2019/2020.

fonte ebc

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