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Campinas amplia rede de fibra óptica e passa de 120 para 80 quilômetros

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A Rede Metro Óptica de Campinas (RMOC) vai ser expandida em 80 quilômetros, ampliando o atendimento dos prédios públicos do município. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira, 5 de junho, pelo prefeito Jonas Donizette e pelo presidente da IMA (Informática de Municípios Associados), Fernando Garnero, e integra o programa “Campinas em movimento – 50 dias de entregas”.
A partir da primeira quinzena de julho será iniciado o trabalho de instalação de mais 80 quilômetros de cabos para ampliar a rede, que atende os prédios públicos da cidade, como centros de saúde, escolas, Paço Municipal, equipamentos de segurança. A expansão elevará a rede de fibra óptica dos 120 quilômetros atuais para 200 quilômetros.
Com investimento de R$ 1,6 milhão pela Prefeitura, a ampliação garantirá o acesso à rede de internet a mais 100 unidades públicas, que hoje são atendidas por empresas terceirizadas. Atualmente, a IMA atende 90 prédios públicos. Com essa expansão, chegará a 190.
Temos uma sociedade digital, principalmente com a popularização dos smartphones no Brasil. Campinas tem se esforçado para oferecer um atendimento público na mesma sintonia com a população. Com a ampliação da fibra óptica, vamos melhorar a infraestrutura para o tráfego de informações“, disse o prefeito Jonas Donizette.
O presidente da IMA afirmou que está sendo dado “mais um passo para uma Campinas mais inteligente, capaz de competir
com cidades de primeiro mundo na infraestrutura tecnológica”.
O projeto de expansão permitirá a interligação da região central da cidade até o bairro São Bernardo e região do Jardim das Bandeiras, Novo Campos Elíseos e Jardim Yeda. As áreas atendidas com a nova rede são Saúde, Educação, Segurança, Administrações Regionais, entre outras.
De acordo com Garnero, a expansão deverá ser concluída em 90 dias e a previsão é que, até julho de 2019, estará implantado o projeto total, com 450 quilômetros de rede. “O projeto da fibra é autossustentável, tendo em vista que os recursos economizados com a eliminação do pagamento de aluguel serão empregados na expansão da rede própria”, completou.
Unidades informatizadas
O prefeito lembrou que a expansão da fibra óptica permite que as unidades de saúde em reforma já sejam entregues totalmente informatizadas, com serviços como prontuário eletrônico e telemedicina. Na área da educação, vai garantir a implantação de projetos como o das lousas digitais nas salas de aula.
A RMOC foi lançada em 2015 pelo prefeito Jonas Donizette. Ao atingir a meta final do projeto, de 450 quilômetros, a meta é que a IMA atenda todos os prédios públicos, sem precisar alugar rede de terceiros. Ao todo, atualmente, são 456 pontos conectados, entre os que são atendidos pela rede própria e os que estão sob responsabilidade do serviço terceirizado.
A rede de fibra óptica garante vantagens para o município, como a redução de custos, aumento de velocidade e de confiabilidade, mais eficiência nas manutenções e melhor segurança de rede.

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Cidade terá 15 novos leitos de UTI-Covid no Hospital Ouro Verde

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O prefeito de Campinas, Dário Saadi, anunciou a abertura de 15 novos leitos de UTI-Covid no Hospital Ouro Verde. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 26 de janeiro, durante transmissão ao vivo pela internet.
Os leitos entrarão em funcionamento nos próximos dias: cinco na próxima quinta-feira, 28 de janeiro; outros cinco na próxima segunda-feira, 1º de fevereiro; e mais cinco na quinta-feira, 4 de fevereiro.
Essa iniciativa da Rede Mário Gatti e da Prefeitura de Campinas é muito importante, pois nos últimos dias estamos sofrendo uma pressão muito grande na quantidade de demandas por leitos de UTI no município. Chegamos a passar momentos de dificuldade e essa ampliação traz um certo respiro para o sistema. Campinas tem feito um esforço muito grande para ampliar as vagas de UTI”, disse o prefeito.
De acordo com o presidente da Rede Mário Gatti, Sergio Bisogni, a abertura dos leitos está sendo providenciada há alguns dias. “Esses 15 leitos ficarão em duas áreas e já está tudo pronto para que comecem a receber pacientes nestas datas e, com isso, comece a aliviar um pouco a pressão sobre a internação de UTIs na cidade de Campinas”, afirmou.
O funcionamento dos leitos será custeado com os R$ 12 milhões enviados pelo Estado para a Rede Mário Gatti. O mesmo recurso vai custear as demais despesas da Rede com o enfrentamento da pandemia. A estimativa é que o valor cubra as gastos até maio deste ano.
Com a abertura dos 15 novos leitos, a rede municipal passará a contar com 105 vagas de UTI-Covid, sendo que 65 estão na Rede Mário Gatti (55 no Ouro Verde e 10 no Mário Gatti).
O prefeito de Campinas, Dário Saadi, anunciou a abertura de mais 15 novos leitos de UTI Covid no Hospital Ouro Verde. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 26 de janeiro, durante transmissão ao vivo na internet.
Os leitos entrarão em funcionamento nos próximos dias: cinco na próxima quinta-feira, 28 de janeiro; outros cinco na próxima segunda-feira, 1º de fevereiro; e mais cinco na quinta-feira, 4 de fevereiro.
Essa iniciativa da Rede Mário Gatti e da Prefeitura de Campinas é muito importante, pois nos últimos dias estamos sofrendo uma pressão muito grande na quantidade de demandas por leitos de UTI no município. Chegamos a passar momentos de dificuldade e essa ampliação traz um certo respiro para o sistema. Campinas tem feito um esforço muito grande para ampliar as vagas de UTI”, disse o prefeito.
De acordo com o presidente da Rede Mário Gatti, Sergio Bisogni, a abertura dos leitos está sendo providenciada há alguns dias. “Esses 15 leitos ficarão em duas áreas e já está tudo pronto para que comecem a receber pacientes nestas datas e, com isso, comece a aliviar um pouco a pressão sobre a internação de UTIs na cidade de Campinas”, afirmou.
O funcionamento dos leitos será custeado com os R$ 12 milhões enviados pelo Estado para a Rede Mário Gatti. O mesmo recurso vai custear as demais despesas da rede com o enfrentamento da pandemia. A estimativa é que o valor cubra as despesas até maio deste ano.
Com a abertura dos 15 novos leitos, a rede municipal passará a contar com 105 vagas de UTI-Covid, sendo 65 na Rede Mário Gatti – 55 no Ouro Verde e 10 no Mário Gatti.

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Prefeitura atualiza dados de Covid-19 em Campinas nesta terça-feira

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Dados sobre a Covid-19 em Campinas foram atualizadas pelo prefeito Dário Saadi na tarde desta terça-feira, 26 de janeiro, durante transmissão pelas redes sociais. Foram registrados 635 casos de pessoas infectadas, o que contabiliza 59.303 que já tiveram o vírus na cidade, e nove mortes pela Covid-19, totalizando 1.611 .

Dos falecimentos, são seis homens e três mulheres, todos com mais de 60 anos (um na faixa entre 80 e 89 anos; seis tinham entre 70 e 79 e dois tinham entre 60 e 69 anos). Destes, oito tinham doenças preexistentes e um não tinha.

Sobre as vítimas

– Homem de 77 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 30 de dezembro.

– Mulher de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de janeiro.

– Homem de 76 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 24 de janeiro.

– Mulher de 78 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 24 de janeiro.

– Homem de 72 anos. Tinha comorbidades. morreu dia 23 de janeiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 23 de janeiro.

– Homem de 61 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 22 de janeiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 05 de dezembro.

– Homem de 63 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 2 de janeiro.

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Vigilância Sanitária fiscaliza farmácias e clínicas médicas de Campinas

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A Vigilância Sanitária de Campinas fiscalizou três farmácias, nos bairros Taquaral e Castelo, e duas clínicas médicas (Vila Itapura e Guanabara) na segunda-feira, dia 25 de janeiro. O objetivo foi verificar o cumprimento de medidas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. A fiscalização nas farmácias foi um desdobramento da ação que já vinha sendo realizada pelo Setor de Produtos de Interesse à Saúde para monitorar as farmácias que realizam testes rápidos de Covid-19.

Duas das farmácias vistoriadas estavam realizando testes para os quais não têm autorização, como os de PCR, que não são testes rápidos e exigem a coleta de secreção e envio a laboratório para a realização do teste. O monitoramento foi motivado por busca ativa da própria Vigilância que verificou o oferecimento dos testes na Internet. Os estabelecimentos foram notificados.

A realização de testes PCR é privativa de postos de coletas de laboratórios clínicos e não pode ser feito em farmácias. Estes estabelecimentos podem fazer testes rápidos imunocromatográficos para os quais a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu autorização emergencial por conta da excepcionalidade da pandemia. Em Campinas, 18 farmácias têm essa autorização. Porém, para realizar testes rápidos de antígeno, que utilizam secreções e não sangue, a farmácia deve possuir sala com sistema de ventilação que evite a contaminação do local e de trabalhadores. Os técnicos da Vigilância também verificaram se as salas estavam sendo utilizadas exclusivamente para a realização dos testes.

Com relação às duas clínicas, na Vila Itapura e no Guanabara, a inspeção foi motivada por denúncias no telefone 156 relacionadas a condições que favorecem a transmissão de Covid-19 como aglomeração e não exigência de uso da máscara. Na fiscalização, não foram encontradas as irregularidades denunciadas e os profissionais fizeram reforço de orientações.

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