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Geral

Alça da John Boyd Dunlop será interditada para obras do BRT na segunda, 15

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Em razão das obras de implantação do sistema BRT (Bus Rapid Transit, Transporte Rápido por Ônibus), na região do Jardim Garcia e Vila Castelo Branco, a alça de acesso da Avenida John Boyd Dunlop à Rua José Rosolen será bloqueada ao trânsito, a partir desta segunda, dia 15 de fevereiro, por volta das 9h, após o horário de pico.



A interdição será para execução de trabalhos de drenagem relacionados à construção deste novo corredor de transportes. O bloqueio se estende por cinco dias, até sexta-feira (19/2), de acordo com previsão da empresa responsável pela obra.


Com o fechamento, veículos e linhas de ônibus que circulam no sentido Centro-bairro, na Av. John Boyd Dunlop, e que precisam acessar a Marginal (Rua José Rosolen) terão que ser desviados.  
 

Desvio  

Os motoristas deverão acessar a Rua Alfredo Battibugli e entrar à esquerda na Av. Transamazônica, que dá acesso à Rua José Rosolen. As linhas de ônibus deverão adotar essa mesma rota.
 

Segundo a Emdec, sete linhas do sistema de transporte público terão o itinerário alterado, em cerca de 600 metros, mas sem qualquer impacto para o embarque e desembarque, uma vez que no trecho de bloqueio não há pontos de parada do transporte público/ônibus.
 

Confira as linhas que terão desvio no itinerário:

116 – Terminal Ouro Verde / Shopping D. Pedro
134 – Terminal Barão Geraldo
210 – Terminal Campo Grande / Terminal Barão Geraldo
211 – Terminal Campo Grande / Shopping Iguatemi
230 – Jd. Ipaussurama / Parque das Resedás
231 – Satélite Íris I
241 – Vila Padre Manoel de Nóbrega I  


Importante destacar que motoristas que continuarem na pista expressa da Avenida John Boyd Dunlop não terão bloqueios no trajeto.
 

A Emdec sinalizará o desvio com placas para alertar motoristas sobre as alterações viárias e agentes orientarão motoristas nos primeiros dias da interdição.

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Foram registrados mais 10 óbitos, Campinas soma 1.872 mortes por Covid-19

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A Secretaria Municipal de Saúde atualizou nesta segunda-feira, 1º de março, os dados de coronavírus em Campinas. A cidade registrou 427 novos casos, totalizando 69.906 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Também foram registrados mais 10 óbitos e a cidade soma 1.872 mortes por Covid-19. Entre os óbitos estão cinco homens e cinco mulheres. Do total de novos registros, nove tinham doenças preexistentes, um não tinha comorbidades. Nove tinham mais de 60 anos. As mortes ocorreram entre 7 e 28 de fevereiro.

Sobre as vítimas

– Homem de 59 anos. Não tinha comorbidades. Morreu dia 28 de fevereiro.

– Homem de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 27 de fevereiro.

– Homem de 76 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Homem de 88 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 26 de fevereiro.

– Mulher de 67 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 68 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Mulher de 98 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 25 de fevereiro.

– Homem de 69 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 15 de fevereiro.

– Mulher de 74 anos. Tinha comorbidades. Morreu dia 7 de fevereiro.

Vacina

Até esta segunda-feira, 87.757 doses de vacinas foram aplicadas, sendo 61.204 em primeira dose e 26.553 em segunda dose

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Assistência prepara programação especial em homenagem às mulheres

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Secretaria de Saúde divulga números da dengue em Campinas

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulga nesta segunda-feira, 1º de março,  dados sobre os casos de dengue registrados no município em 2021. Segundo  boletim do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), por meio do Programa Municipal de Controle de Arboviroses, o município registrou, de 1º de janeiro até 25 de fevereiro, 85 casos confirmados da doença. 

 

Com o coeficiente de incidência de sete casos para cada 100 mil habitantes,  não há registro de óbitos por dengue entre os moradores do município.

 

De acordo com a Devisa, no período abrangido pela pesquisa, a região com maior número de casos é a Sudoeste (principalmente DICs e Jardim São Cristóvão),com 40; seguida pela Noroeste, com 14; e em terceiro, a região Norte, com 11 casos. As regiões Sul e Leste registraram 10 casos cada uma.  

 

Os dados mostram que em toda a cidade há áreas de transmissão, alertando para a necessidade de intensificar o combate à dengue com a participação de toda a sociedade. Cada cidadão pode fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

 

Segundo a coordenadora do Programa de Controle de Arboviroses, Heloiza Malavazzi, a Prefeitura desencadeia ações permanentes para controle de criadouros do mosquito transmissor da dengue mas, para atingir maior efetividade nas ações, precisa que a população contribua com a tarefa: “o controle de criadouros deve ocorrer, no máximo, no intervalo de uma semana, para interromper o ciclo de vida do mosquito”, orienta.

 

Para mais informações sobre o combate à dengue em Campinas, acesse o portal https://dengue.campinas.sp.gov.br/ , que também traz orientações para a população e os alertas com os bairros com mais risco de transmissão da doença.

 

Em 2020, Campinas teve 3.965 casos confirmados e um óbito decorrente da dengue.

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