Campinas confirma 3 mortes por dengue

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A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou nesta terça-feira, 25 de fevereiro, três mortes por dengue. A primeira registrada neste ano e duas que ocorreram em 2024.

A Pasta lamenta e se solidariza com as famílias. O desfecho óbito depende de fatores como procura precoce por atendimento, manejo clínico adequado e características individuais do paciente, como possíveis doenças preexistentes e/ou outras condições clínicas especiais.

Os novos registros foram:
 

2025


Desde 1º de janeiro a Saúde contabilizou 1.971 casos confirmados de dengue.


2024


Com os novos registros, Campinas passou a ter 121.943 casos e 92 mortes no ano anterior.

Dois fatores contribuíram para a alta de casos na cidade desde 2024: circulação simultânea de três sorotipos do vírus pela primeira vez na história e condições climáticas favoráveis para a proliferação do mosquito, principalmente com sucessivas ondas de calor.


O que foi feito?

Assim como em todas as situações de casos registrados, medidas preconizadas foram desencadeadas nas regiões onde residiam as pessoas que morreram: controle de criadouros, busca ativa de pessoas sintomáticas e nebulização para combater o mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.

A Prefeitura mantém ações diárias para prevenção e combate e desde novembro do ano passado tem aplicado novas estratégias para prevenção à doença, ampliação da vacinação de crianças e adolescentes, e reforço nos insumos para assistência. Veja abaixo números.

A Secretaria de Saúde reitera o alerta com objetivo de sensibilizar a população para tentar reduzir casos e óbitos: a melhor forma de prevenção contra a dengue é eliminar qualquer acúmulo de água que possa servir de criadouro para o mosquito, principalmente em latas, pneus, pratos de plantas, lajes e calhas. É importante, ainda, vedar a caixa d’água e manter fechados vasos sanitários inutilizados.

“O período sazonal da dengue está intrinsecamente relacionado ao clima, com destaque para os meses mais quentes do ano, pois as temperaturas mais altas proporcionam melhores condições para multiplicação do vetor. Assim, os casos de dengue tendem a aumentar gradualmente a partir de outubro, sendo os meses de maior ocorrência março, abril (pico) e maio. Por isso, reforçamos o apelo para que a população nos ajude neste enfrentamento”, explicou o coordenador do Programa de Arboviroses, Fausto Marinho Neto.


Ações em números

Entre 1º de janeiro e 19 de fevereiro foram realizadas as seguintes ações:
 



Já durante o ano de 2024 ocorreram:
 



Assistência

A pessoa que tiver febre deve procurar um centro de saúde imediatamente para diagnóstico clínico. Portanto, a Saúde faz um apelo para que a população não banalize os sintomas e também não realize automedicação, o que pode comprometer a avaliação médica, tratamento e recuperação. Já quem estiver com suspeita de dengue ou doença confirmada e apresentar sinais de tontura, dor abdominal muito forte, vômitos repetidos, suor frio ou sangramentos deve buscar o quanto antes por auxílio em pronto-socorro ou em UPA.

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